Polícia livra criança de sacrifício religioso

Luanda - Uma criança de três anos de idade foi resgatada, terça-feira, pela Polícia Nacional, no município de Talatona, em Luanda, de um suposto ritual de sacrifício religioso praticado pelos seus progenitores.

O casal foi detido durante uma ronda policial, às 19 horas, na rua do SIAC Talatona, quando tentava encostar a criança aos fios eléctricos de um posto de iluminação pública.

Segundo o porta-voz do Comando Provincial da Polícia Nacional em Luanda, superintendente-chefe Nestor Goubel, o pai do menor, de 32 anos, confessou que a tentativa de sacrifício frustrado fazia parte de um ritual religioso.

O pai e a sua companheira, de 26 anos de idade, serão entregues ao Ministério Público, nas próximas horas, enquanto que o menor permanece na área social da polícia de Talatona, com objectivo de ser encaminhado para o Instituto Nacional da Criança (INAC).

O oficial, que falava à ANGOP, reiterou o apelo às famílias para se manterem vigilantes e denunciarem toda e qualquer acção do género.

Por sua vez, a psicóloga clínica Suzana Tumba afirmou que, sendo os filhos uma bênção e riqueza na realidade africana, não se entende o posicionamento dos  progenitores que procuram demonstrar o quanto estão comprometidos com a religião, sem analisar o mal causado aos seres inocentes, em nome da fé.

Acrescentou que a sociedade deve estar muito atenta ao comportamento de determinadas famílias, principalmente aquelas que demonstrarem práticas suspeitas, como acusação de feitiçaria e violência doméstica.

Já o sociólogo Abel Chico defende que a riqueza deve ser o resultado de um trabalho árduo alinhada à competência profissional e que pobreza nenhuma ou más condições sociais justificam a desvalorização do amor à vida.

O casal foi detido durante uma ronda policial, às 19 horas, na rua do SIAC Talatona, quando tentava encostar a criança aos fios eléctricos de um posto de iluminação pública.

Segundo o porta-voz do Comando Provincial da Polícia Nacional em Luanda, superintendente-chefe Nestor Goubel, o pai do menor, de 32 anos, confessou que a tentativa de sacrifício frustrado fazia parte de um ritual religioso.

O pai e a sua companheira, de 26 anos de idade, serão entregues ao Ministério Público, nas próximas horas, enquanto que o menor permanece na área social da polícia de Talatona, com objectivo de ser encaminhado para o Instituto Nacional da Criança (INAC).

O oficial, que falava à ANGOP, reiterou o apelo às famílias para se manterem vigilantes e denunciarem toda e qualquer acção do género.

Por sua vez, a psicóloga clínica Suzana Tumba afirmou que, sendo os filhos uma bênção e riqueza na realidade africana, não se entende o posicionamento dos  progenitores que procuram demonstrar o quanto estão comprometidos com a religião, sem analisar o mal causado aos seres inocentes, em nome da fé.

Acrescentou que a sociedade deve estar muito atenta ao comportamento de determinadas famílias, principalmente aquelas que demonstrarem práticas suspeitas, como acusação de feitiçaria e violência doméstica.

Já o sociólogo Abel Chico defende que a riqueza deve ser o resultado de um trabalho árduo alinhada à competência profissional e que pobreza nenhuma ou más condições sociais justificam a desvalorização do amor à vida.