Covid-19: Polícia reforça medidas na Huíla 

  • Agentes da Policia Nacional
Lubango - O Comando Provincial da Polícia Nacional na Huíla realizou, esta quinta-feira, uma mega operação na cidade do Lubango, para fiscalizar eventuais incumprimentos das medidas de prevenção e combate à Covid-19. 

Desde as primeiras horas da manhã, a corporação montou barreiras nas principais ruas de acesso à cidade, a fim de desencorajar a violação, pela população, das normas do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública. 

As barreiras, colocadas sem aviso prévio, impediram a passagem de viaturas e transeuntes por mais de duas horas (das 06 às 08h30) e, em consequência, enchentes nas paragens de táxis e autocarros. 

Por causa da operação de fiscalização, centenas de estudantes, professores e funcionários públicos chegaram tarde às  escolas e às empresas, desencadeando uma onda de protestos nas redes sociais. 

Em reacção, a Polícia Nacional admitiu "excessos" na execução da operação, realizada numa altura em que o país regista aumento substancial de casos de Covid-19. 

Segundo o comandante em exercício da PN, subcomissário Florênço Ningui, a operação visou combater as constantes violações do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública. 

"Reconhecemos que houve excesso de nossa parte, nessa intenção de fiscalizar o uso correcto de máscaras faciais, excesso de lotação e aglomerados, mas houve uma má interpretação e rapidamente repusemos a situação”, explicou a autoridade policial.

O oficial chamou a atenção da população para evitar os aglomerados e não sair de casa desnecessariamente, afirmando que a Polícia continuará a fiscalizar o cumprimento das normas do Decreto. 

A província da Huíla tem 613 casos da doença, com 40 óbitos, 449 recuperados e 67 activos, casos que têm aumentado com alguma regularidade.

Desde as primeiras horas da manhã, a corporação montou barreiras nas principais ruas de acesso à cidade, a fim de desencorajar a violação, pela população, das normas do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública. 

As barreiras, colocadas sem aviso prévio, impediram a passagem de viaturas e transeuntes por mais de duas horas (das 06 às 08h30) e, em consequência, enchentes nas paragens de táxis e autocarros. 

Por causa da operação de fiscalização, centenas de estudantes, professores e funcionários públicos chegaram tarde às  escolas e às empresas, desencadeando uma onda de protestos nas redes sociais. 

Em reacção, a Polícia Nacional admitiu "excessos" na execução da operação, realizada numa altura em que o país regista aumento substancial de casos de Covid-19. 

Segundo o comandante em exercício da PN, subcomissário Florênço Ningui, a operação visou combater as constantes violações do Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública. 

"Reconhecemos que houve excesso de nossa parte, nessa intenção de fiscalizar o uso correcto de máscaras faciais, excesso de lotação e aglomerados, mas houve uma má interpretação e rapidamente repusemos a situação”, explicou a autoridade policial.

O oficial chamou a atenção da população para evitar os aglomerados e não sair de casa desnecessariamente, afirmando que a Polícia continuará a fiscalizar o cumprimento das normas do Decreto. 

A província da Huíla tem 613 casos da doença, com 40 óbitos, 449 recuperados e 67 activos, casos que têm aumentado com alguma regularidade.