PN reforça vigilância nos cemitérios

  • Angolanos aconselhados a reforçar medidas de prevenção
Luanda - A Polícia Nacional (PN) iniciou, nesta semana, o reforço da fiscalização no interior dos cemitérios da província de Luanda, a fim de prevenir casos de violação das medidas de prevenção e combate à Covid-19, impostas pelo Executivo angolano.

Nos últimos dias, têm sido comuns aglomerados na parte externa dos "campos santos" da capital do país, protagonizados por familiares e amigos, situação que, segundo a corporação, pode fazer aumentar os índices de contágio da doença.

Para prevenir novas infecções, o Executivo determinou, no actual Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública, um máximo de 10 pessoas nos funerais de cidadãos que não tenham morrido de Covid-19.

Para os casos de cadáveres cuja morte resultou desta pandemia global, o Decreto Presidencial prevê um máximo de 5 acompanhantes, devendo os funerais decorrerem, exclusivamente, à tarde.

De acordo com o porta-voz da Polícia Nacional em Luanda, Nestor Goubel, muitas famílias têm vindo a violar essas normas nos cemitérios, o que levou ao reforço do policiamento nesses locais.

O oficial afirmou que as principais violações ocorrem nos cemitérios do Camama e da Mulemba, onde a Polícia está a destacar várias equipas para fazer cumprir o Decreto Presidencial que vigora até ao próximo dia 10 de Junho próximo.

Nestor Goubel  apontou como exemplo o tumulto causado por diversos cidadãos, na última terça-feira, no cemitério da Mulemba, que obrigou um agente da polícia a fazer uso da arma de fogo para tentar dispersa-los.

Em consequência, avançou, um funcionário do cemitério foi atingido, acidentalmente, por um disparo, encontrando-se a receber assistência médica numa unidade de Luanda. O mesmo, assegurou, já está "fora de perigo".

Conforme o oficial da PN, os efectivos destacados no local foram desrespeitados pela população, frisando que alguns cidadãos o fazem de forma propositada e com alguma violência.

Nestor Goubel apelou aos cidadãos para a necessidade de respeitarem as regras estabelecidas no quadro da prevenção e combate à Covid-19, evitando a violação das medidas impostas pelo Executivo.

Nos últimos dias, têm sido comuns aglomerados na parte externa dos "campos santos" da capital do país, protagonizados por familiares e amigos, situação que, segundo a corporação, pode fazer aumentar os índices de contágio da doença.

Para prevenir novas infecções, o Executivo determinou, no actual Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública, um máximo de 10 pessoas nos funerais de cidadãos que não tenham morrido de Covid-19.

Para os casos de cadáveres cuja morte resultou desta pandemia global, o Decreto Presidencial prevê um máximo de 5 acompanhantes, devendo os funerais decorrerem, exclusivamente, à tarde.

De acordo com o porta-voz da Polícia Nacional em Luanda, Nestor Goubel, muitas famílias têm vindo a violar essas normas nos cemitérios, o que levou ao reforço do policiamento nesses locais.

O oficial afirmou que as principais violações ocorrem nos cemitérios do Camama e da Mulemba, onde a Polícia está a destacar várias equipas para fazer cumprir o Decreto Presidencial que vigora até ao próximo dia 10 de Junho próximo.

Nestor Goubel  apontou como exemplo o tumulto causado por diversos cidadãos, na última terça-feira, no cemitério da Mulemba, que obrigou um agente da polícia a fazer uso da arma de fogo para tentar dispersa-los.

Em consequência, avançou, um funcionário do cemitério foi atingido, acidentalmente, por um disparo, encontrando-se a receber assistência médica numa unidade de Luanda. O mesmo, assegurou, já está "fora de perigo".

Conforme o oficial da PN, os efectivos destacados no local foram desrespeitados pela população, frisando que alguns cidadãos o fazem de forma propositada e com alguma violência.

Nestor Goubel apelou aos cidadãos para a necessidade de respeitarem as regras estabelecidas no quadro da prevenção e combate à Covid-19, evitando a violação das medidas impostas pelo Executivo.