Políticos pedem preservação da paz

  • Vice-presidente do MPLA, Luísa Damião
Luanda - A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, exortou, este sábado, todos os angolanos, independentemente da sua filiação partidária, a preservarem a paz, por ter custado o sangue e sacrifício de muitos filhos do país.

Em declarações à ANGOP, à margem do culto ecuménico de acção de graças à favor dos 19 anos da Paz e Reconciliação Nacional, a dirigente política disse que cada angolano deve ser um activista na preservação e consolidação da paz.

Segundo a vice-presidente do MPLA, esta pequena palavra com apenas três letras tem muita importância, por ser a condição para o desenvolvimento de qualquer país.

Luísa Damião entende que o país precisa caminhar agora na rota do desenvolvimento.

"Temos a responsabilidade de oferecer às novas gerações uma Nação cada vez melhor e devemos engajar-nos para que possamos cumprir com esse desiderato", exprimiu.

Enalteceu o facto de a paz ter sido alcançada com o entendimento dos próprios angolanos, recomendando a cada um, independentemente da sua cor partidária, continuar a cultivar a cultura da paz e da reconciliação nacional.

Por seu lado, o presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, também presente no culto ecuménico, disse que o 4 de Abril reveste-se de grande importância e simbolismo para os angolanos.

"Esta paz do 4 de Abril é de enorme importância para os angolanos, porque jovens que nasceram nessa altura já têm idade adulta e podem votar", elucidou.

O político disse ser importante que, para além dos actos simbólicos, "expressemos, de facto, a paz dos corações, uma paz verdadeira que precisa de ser consolidada em todo território nacional".

Já o presidente do PRS, Benedito Daniel, saudou os lideres religiosos pela realização do culto à favor da paz porque, considerou, o ser humano precisa da palavra de Deus para as suas realizações.

"É importante que, nesses 19 anos de paz e reconciliação nacional, as pessoas possam também render graças a Deus, para que essa mesma paz possa ser preservada e consolidada por todos os angolanos”, sublinhou.

O culto ecuménico, realizado no Pavilhão da Cidadela Desportiva, em Luanda, visou saudar o 19º (décimo nono) aniversário da Paz e Reconciliação Nacional em Angola, que se assinala domingo.

Foi a 4 de Abril de 2002 que o Governo e a UNITA assinaram o Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka, que colocou fim à guerra no país.

Em declarações à ANGOP, à margem do culto ecuménico de acção de graças à favor dos 19 anos da Paz e Reconciliação Nacional, a dirigente política disse que cada angolano deve ser um activista na preservação e consolidação da paz.

Segundo a vice-presidente do MPLA, esta pequena palavra com apenas três letras tem muita importância, por ser a condição para o desenvolvimento de qualquer país.

Luísa Damião entende que o país precisa caminhar agora na rota do desenvolvimento.

"Temos a responsabilidade de oferecer às novas gerações uma Nação cada vez melhor e devemos engajar-nos para que possamos cumprir com esse desiderato", exprimiu.

Enalteceu o facto de a paz ter sido alcançada com o entendimento dos próprios angolanos, recomendando a cada um, independentemente da sua cor partidária, continuar a cultivar a cultura da paz e da reconciliação nacional.

Por seu lado, o presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, também presente no culto ecuménico, disse que o 4 de Abril reveste-se de grande importância e simbolismo para os angolanos.

"Esta paz do 4 de Abril é de enorme importância para os angolanos, porque jovens que nasceram nessa altura já têm idade adulta e podem votar", elucidou.

O político disse ser importante que, para além dos actos simbólicos, "expressemos, de facto, a paz dos corações, uma paz verdadeira que precisa de ser consolidada em todo território nacional".

Já o presidente do PRS, Benedito Daniel, saudou os lideres religiosos pela realização do culto à favor da paz porque, considerou, o ser humano precisa da palavra de Deus para as suas realizações.

"É importante que, nesses 19 anos de paz e reconciliação nacional, as pessoas possam também render graças a Deus, para que essa mesma paz possa ser preservada e consolidada por todos os angolanos”, sublinhou.

O culto ecuménico, realizado no Pavilhão da Cidadela Desportiva, em Luanda, visou saudar o 19º (décimo nono) aniversário da Paz e Reconciliação Nacional em Angola, que se assinala domingo.

Foi a 4 de Abril de 2002 que o Governo e a UNITA assinaram o Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka, que colocou fim à guerra no país.