População rural ocupa casas na aldeia de Caquengue

Luanda - Duzentas e 72 casas sociais do projecto habitacional da comuna de Kaculo kanhango, 98 quilómetros ao sudeste de Catete, município de Icolo e Bengo, foram ocupadas de forma ilegal, no último fim-de-semana, pela população rural local.

A população rural ocupou as residências T3 e T2, por concluir há mais de três anos, por suspeitar que as moradias terão proprietários provenientes de outras localidades da província de Luanda e não para os residentes.

Os 272 moradores de Caquengue viviam em casas de pau a pique e chapas de zinco e tinham à sua disposição, na aldeia, os serviços de saúde, educação, distribuição de água potável, posto policial e uma representação da administração local. 

Já o projecto habitacional da comuna de Kaculo kanhango, construído nas proximidades da aldeia de Caquengue, não possui serviços básicos para atender a população.  

A administradora comunal de Kaculo kanhango, Esperança Manuela, em declarações hoje à ANGOP, disse ter feito tudo para que a população abandonasse as casas, mas sem sucesso, tendo informado já a administração municipal, no intuito de resolver o problema.

Acredita, no entanto, que uma das motivações da ocupação ilegal seja o facto de há dois meses, indivíduos desconhecidos, terem ateado  fogo a 50 das 272 casas, destruindo as janelas, portas e tecto.

De acordo com a responsável comunal, as casas que estavam a ser construídas pelo Governo para beneficiar as populações que vivem no perímetro do novo Aeroporto Internacional, no quilómetro 36, distrito Urbano de Bela Vista, não possuem energia eléctrica nem água potável.

O município de Icolo e Bengo  tem uma população estimada em mais de 91 mil habitantes que se dedicam maioritariamente a actividade agrícola e piscatória.

A população rural ocupou as residências T3 e T2, por concluir há mais de três anos, por suspeitar que as moradias terão proprietários provenientes de outras localidades da província de Luanda e não para os residentes.

Os 272 moradores de Caquengue viviam em casas de pau a pique e chapas de zinco e tinham à sua disposição, na aldeia, os serviços de saúde, educação, distribuição de água potável, posto policial e uma representação da administração local. 

Já o projecto habitacional da comuna de Kaculo kanhango, construído nas proximidades da aldeia de Caquengue, não possui serviços básicos para atender a população.  

A administradora comunal de Kaculo kanhango, Esperança Manuela, em declarações hoje à ANGOP, disse ter feito tudo para que a população abandonasse as casas, mas sem sucesso, tendo informado já a administração municipal, no intuito de resolver o problema.

Acredita, no entanto, que uma das motivações da ocupação ilegal seja o facto de há dois meses, indivíduos desconhecidos, terem ateado  fogo a 50 das 272 casas, destruindo as janelas, portas e tecto.

De acordo com a responsável comunal, as casas que estavam a ser construídas pelo Governo para beneficiar as populações que vivem no perímetro do novo Aeroporto Internacional, no quilómetro 36, distrito Urbano de Bela Vista, não possuem energia eléctrica nem água potável.

O município de Icolo e Bengo  tem uma população estimada em mais de 91 mil habitantes que se dedicam maioritariamente a actividade agrícola e piscatória.