Portal da ANGOP com novos serviços

  • Pormenor da Redacção Nacional da Agência de notícias (ANGOP)
Luanda - O novo portal da agência angolana de notícias (Angop-E.P), a ser lançado na próxima terça-feira, 3 de Novembro, trará novos serviços e uma maior interacção com os utilizadores.

Está informação foi avançada, nesta sexta-feira, pelo presidente do Conselho de Administração, Josué Salusuva Isaías, que destacou a possibilidade da transmissão em directo, via Streaming, de eventos que assim justifiquem.

“Queremos marcar as festividades com o lançamento do novo portal, que traz maior responsabilidade, abrindo um espaço maior no fornecimento de mais serviços aos utilizadores, como notícias, reportagens, entrevistas, vídeos, fotos, com maior facilidade de busca e abertas as redes sociais. Traz ainda um serviço de classificados, espaço fechado para cobranças de serviços” reforçou.

Josué Isaías avançou que a Angop vive actualmente um momento de transformação técnica social, cujo objectivo é a melhoria das condições de serviço, sociais dos trabalhos, com o fim único de se melhorar também a qualidade do produto colocado ao dispor dos usuários.

“ A missão é elevar o desempenho da agência no sistema informativo nacional. Temos introduzido uma serie de transformações, entre as quais o reajuste salarial, atribuição de cartão de seguro de saúde, concluído e pronto a ser aplicado o novo qualificador ocupacional, reabilitação e modernização das redacções, novo data center, sistema de internet com link que liga a sede e todas as delegações provinciais e novos meios de transporte de reportagem”, apontou.

Segundo o PCA, procura-se, por esta altura, por financiamento para a construção de uma nova sede, a criação do bureau da agência em todos os municípios, para ampliar a cobertura noticiosa, destacando-se o do Zango a surgir brevemente.

Relativamente ao presente, Josué Isaías disse ter sido um ano “bastante” difícil, em que aos condicionalismos impostos pela crise financeira, juntou-se à pandemia da Covid-19.

Josué Isaías informou que fruto da vontade e do espírito de entrega dos profissionais, a empresa regista um crescente desenvolvimento e modernização.

A empresa foi criada em Julho de 1975 sob a designação de Agência Nacional Angola Press (ANAP). Nessa altura, os seus trabalhos eram distribuídos sob a forma de boletim.

Em Outubro do mesmo ano, a ANGOP adopta a sua actual e definitiva denominação, Agência Angola Press, sob proposta do então Presidente da República, António Agostinho Neto, e lança, no dia 30 daquele mês, o primeiro despacho com a nova sigla.

Três anos depois, a 2 de Fevereiro de 1978, a agência foi transformada em órgão estatal de comunicação social, com a publicação do decreto presidencial 11/78, de 2 de Fevereiro, no Diário da República.

A partir daí, estavam lançadas as bases para o seu crescimento e desenvolvimento, que viria a conhecer momentos áureos na década de 80. Nessa época, a ANGOP já contava com cerca de 300 trabalhadores, a maioria jornalista, com um labor ininterrupto, 24 horas ao dia, em todo o país (18 províncias) e no estrangeiro com cinco delegações (Portugal, Brasil, Reino Unido, Zimbabwe e Congo).

Em 2013 entrou com um quadro tecnológico e humano em constante transformação e actualização, em consonância com a modernidade dos meios de telecomunicações e de comunicação social, factores que concorrem para a concretização do seu grande desafio e sonho, o de se transformar numa grande empresa multimédia.

Está informação foi avançada, nesta sexta-feira, pelo presidente do Conselho de Administração, Josué Salusuva Isaías, que destacou a possibilidade da transmissão em directo, via Streaming, de eventos que assim justifiquem.

“Queremos marcar as festividades com o lançamento do novo portal, que traz maior responsabilidade, abrindo um espaço maior no fornecimento de mais serviços aos utilizadores, como notícias, reportagens, entrevistas, vídeos, fotos, com maior facilidade de busca e abertas as redes sociais. Traz ainda um serviço de classificados, espaço fechado para cobranças de serviços” reforçou.

Josué Isaías avançou que a Angop vive actualmente um momento de transformação técnica social, cujo objectivo é a melhoria das condições de serviço, sociais dos trabalhos, com o fim único de se melhorar também a qualidade do produto colocado ao dispor dos usuários.

“ A missão é elevar o desempenho da agência no sistema informativo nacional. Temos introduzido uma serie de transformações, entre as quais o reajuste salarial, atribuição de cartão de seguro de saúde, concluído e pronto a ser aplicado o novo qualificador ocupacional, reabilitação e modernização das redacções, novo data center, sistema de internet com link que liga a sede e todas as delegações provinciais e novos meios de transporte de reportagem”, apontou.

Segundo o PCA, procura-se, por esta altura, por financiamento para a construção de uma nova sede, a criação do bureau da agência em todos os municípios, para ampliar a cobertura noticiosa, destacando-se o do Zango a surgir brevemente.

Relativamente ao presente, Josué Isaías disse ter sido um ano “bastante” difícil, em que aos condicionalismos impostos pela crise financeira, juntou-se à pandemia da Covid-19.

Josué Isaías informou que fruto da vontade e do espírito de entrega dos profissionais, a empresa regista um crescente desenvolvimento e modernização.

A empresa foi criada em Julho de 1975 sob a designação de Agência Nacional Angola Press (ANAP). Nessa altura, os seus trabalhos eram distribuídos sob a forma de boletim.

Em Outubro do mesmo ano, a ANGOP adopta a sua actual e definitiva denominação, Agência Angola Press, sob proposta do então Presidente da República, António Agostinho Neto, e lança, no dia 30 daquele mês, o primeiro despacho com a nova sigla.

Três anos depois, a 2 de Fevereiro de 1978, a agência foi transformada em órgão estatal de comunicação social, com a publicação do decreto presidencial 11/78, de 2 de Fevereiro, no Diário da República.

A partir daí, estavam lançadas as bases para o seu crescimento e desenvolvimento, que viria a conhecer momentos áureos na década de 80. Nessa época, a ANGOP já contava com cerca de 300 trabalhadores, a maioria jornalista, com um labor ininterrupto, 24 horas ao dia, em todo o país (18 províncias) e no estrangeiro com cinco delegações (Portugal, Brasil, Reino Unido, Zimbabwe e Congo).

Em 2013 entrou com um quadro tecnológico e humano em constante transformação e actualização, em consonância com a modernidade dos meios de telecomunicações e de comunicação social, factores que concorrem para a concretização do seu grande desafio e sonho, o de se transformar numa grande empresa multimédia.