Procura leva à reedição do livro sobre agressores sexuais de menores

Lobito – A segunda edição do livro intitulado “Agressores sexuais de menores, contextos e perfis”, de autoria de Ana Panzo, foi relançada esta sexta-feira, na cidade do Lobito, em função do aumento de solicitações a nível do país, soube a Angop.

Segundo a autora, licenciada em Psicologia Clínica e Mestre em Psicologia de Desenvolvimento e da Educação, o livro, com 109, foi escrito em Setembro de 2020 e lançado pela primeira vez em Luanda, mas o impacto do seu conteúdo está a motivar novas edições, a cargo da editora Kilunge, e a escritora já pensa nas províncias do Huambo e da Huila como próximas paragens.

Com uma audiência preenchida principalmente por militares, na Administração local, Ana Panzo explicou sobre as formas de actuação do pedófilo, suas estratégias para atrair a criança, os lugares escolhidos, bem como as fases  de agressão.

“As pessoas com tendências de pedofilia não têm características visíveis de agressão e para percebermos que estamos diante de um agressor sexual, é necessário estar atentos aos sinais emitidos por ele”, explicou.

Acrescentou ainda que, normalmente, são pessoas com princípios religiosos muito rígidos e estão constantemente a tocar nas partes íntimas da criança e isso dá-lhes prazer.

Quanto às consequências, realçou que a criança manifesta-se através do isolamento, alteração do comportamento, depressão, falta de apetite, falta de sono, etc.

Aproveitou para fazer alguns aconselhamentos aos pais, principalmente no que toca a conversa com os menores, porque depois dela ser vítima da agressão sexual, o agressor ameaça-a para ela não explicar aos pais e a tendência é calar-se. Por outro lado, ela pensa que os pais não vão acreditar no que ela disser.

A escritora afirmou que levou dois anos para produzir o seu livro e para conseguir informações teve de pedir autorização aos Serviços Prisionais.

"Foi por esta via que consegui conversar com 92 condenados por violação de menores, em várias cadeias", revelou a escritora.

Este é a sua primeira produção, embora seja co-autora de um livro no formato digital e outro físico.

Segundo a autora, licenciada em Psicologia Clínica e Mestre em Psicologia de Desenvolvimento e da Educação, o livro, com 109, foi escrito em Setembro de 2020 e lançado pela primeira vez em Luanda, mas o impacto do seu conteúdo está a motivar novas edições, a cargo da editora Kilunge, e a escritora já pensa nas províncias do Huambo e da Huila como próximas paragens.

Com uma audiência preenchida principalmente por militares, na Administração local, Ana Panzo explicou sobre as formas de actuação do pedófilo, suas estratégias para atrair a criança, os lugares escolhidos, bem como as fases  de agressão.

“As pessoas com tendências de pedofilia não têm características visíveis de agressão e para percebermos que estamos diante de um agressor sexual, é necessário estar atentos aos sinais emitidos por ele”, explicou.

Acrescentou ainda que, normalmente, são pessoas com princípios religiosos muito rígidos e estão constantemente a tocar nas partes íntimas da criança e isso dá-lhes prazer.

Quanto às consequências, realçou que a criança manifesta-se através do isolamento, alteração do comportamento, depressão, falta de apetite, falta de sono, etc.

Aproveitou para fazer alguns aconselhamentos aos pais, principalmente no que toca a conversa com os menores, porque depois dela ser vítima da agressão sexual, o agressor ameaça-a para ela não explicar aos pais e a tendência é calar-se. Por outro lado, ela pensa que os pais não vão acreditar no que ela disser.

A escritora afirmou que levou dois anos para produzir o seu livro e para conseguir informações teve de pedir autorização aos Serviços Prisionais.

"Foi por esta via que consegui conversar com 92 condenados por violação de menores, em várias cadeias", revelou a escritora.

Este é a sua primeira produção, embora seja co-autora de um livro no formato digital e outro físico.