Projecto de captação de água executado em 23 por cento

  • Projecto para o combate a seca no Cunene, na localidade do Cafu
Ondjiva – A construção da Barragem do Cafu, uma das três aprovadas pelo Executivo, no âmbito dos projectos estruturantes para combate à seca na província do Cunene, está executada em 23 por cento.

O Projecto está dividido em dois lotes, sendo o primeiro a construção dos sistemas de captação no rio Cunene e de bombagem, conduta pressurizada, canal aberto a partir do Cafu até à região de Cuamato e 10 chimpacas.

O segundo lote tem a ver com a construção de dois canais adutores a partir de Cuamato, um (condutor oeste) que vai até Ndombondola, com 55 quilómetros, e outro (condutor este) até ao município de Namacunde, com 53 quilómetros.

Esta fase compreende também a construção de 20 chimpacas.

Em relação ao primeiro lote, decorre a extracção e carregamento do solo, espalhamento e nivelamento de solo da camada para acomodação da tubagem do canal condutor geral.

Em declarações hoje à Angop, o director nacional de Recursos Hídricos, Manuel Quintino, disse que os trabalhos decorrem a bom ritmo, sendo que neste primeiro lote o projecto tem uma execução física de 23,59 por cento e financeira de 29,

Quanto ao segundo lote, detalhou, que decorre ainda a desmatação e limpeza do traçado, tendo sido já concluídos 47 quilómetros do canal oeste e  15 do leste.

Nesta fase, informou que o projecto tem uma execução física de 17,22 por cento e financeira de 28.

 A empreitada, cujo término está previsto para Dezembro deste ano, está orçada em 136 milhões de dólares.

A infra-estrutura vai beneficiar mais de duas mil famílias, 500 mil animais e a irrigação de cinco mil hectares de campos agrícolas.

Dois projectos esperam financiamento

Para resolver o problema da seca cíclica na província do Cunene, o Executivo gizou três projectos, mas dois ainda aguardam por financiamento.

Trata-se da barragem do Calucuve, que contempla a construção de um sistema de captação a partir do rio Cuvelai e canal de 111 quilómetros da comuna da Mupa ate á cidade de Ondjiva.

O mesmo deverá beneficiar cerca de 81 mil pessoas, 182 mil cabeças de gado e uma área irrigável estimada de 2.600 hectares.

A terceira obra tem a ver com a edificação da barragem do Ndúe, a partir do rio Cuando.

A mesma será construída no município do Cuanhama e envolverá 15 chimpacas e um canal adutor de 75 quilómetros, para permitir o fornecimento de água às localidades de Luapua, Londe e Embundo.

Prevê beneficiar 55 mil pessoas, 600 mil cabeças de gado e uma área de irrigação de nove mil e 200 hectares.

Na base destes projectos está a situação da seca registada em 2018 na província do Cunene, que afectou 880 mil e 172 pessoas e mais de um milhão de cabeças de gados maioritariamente bovino, dos quais 30 mil morreram.

O Projecto está dividido em dois lotes, sendo o primeiro a construção dos sistemas de captação no rio Cunene e de bombagem, conduta pressurizada, canal aberto a partir do Cafu até à região de Cuamato e 10 chimpacas.

O segundo lote tem a ver com a construção de dois canais adutores a partir de Cuamato, um (condutor oeste) que vai até Ndombondola, com 55 quilómetros, e outro (condutor este) até ao município de Namacunde, com 53 quilómetros.

Esta fase compreende também a construção de 20 chimpacas.

Em relação ao primeiro lote, decorre a extracção e carregamento do solo, espalhamento e nivelamento de solo da camada para acomodação da tubagem do canal condutor geral.

Em declarações hoje à Angop, o director nacional de Recursos Hídricos, Manuel Quintino, disse que os trabalhos decorrem a bom ritmo, sendo que neste primeiro lote o projecto tem uma execução física de 23,59 por cento e financeira de 29,

Quanto ao segundo lote, detalhou, que decorre ainda a desmatação e limpeza do traçado, tendo sido já concluídos 47 quilómetros do canal oeste e  15 do leste.

Nesta fase, informou que o projecto tem uma execução física de 17,22 por cento e financeira de 28.

 A empreitada, cujo término está previsto para Dezembro deste ano, está orçada em 136 milhões de dólares.

A infra-estrutura vai beneficiar mais de duas mil famílias, 500 mil animais e a irrigação de cinco mil hectares de campos agrícolas.

Dois projectos esperam financiamento

Para resolver o problema da seca cíclica na província do Cunene, o Executivo gizou três projectos, mas dois ainda aguardam por financiamento.

Trata-se da barragem do Calucuve, que contempla a construção de um sistema de captação a partir do rio Cuvelai e canal de 111 quilómetros da comuna da Mupa ate á cidade de Ondjiva.

O mesmo deverá beneficiar cerca de 81 mil pessoas, 182 mil cabeças de gado e uma área irrigável estimada de 2.600 hectares.

A terceira obra tem a ver com a edificação da barragem do Ndúe, a partir do rio Cuando.

A mesma será construída no município do Cuanhama e envolverá 15 chimpacas e um canal adutor de 75 quilómetros, para permitir o fornecimento de água às localidades de Luapua, Londe e Embundo.

Prevê beneficiar 55 mil pessoas, 600 mil cabeças de gado e uma área de irrigação de nove mil e 200 hectares.

Na base destes projectos está a situação da seca registada em 2018 na província do Cunene, que afectou 880 mil e 172 pessoas e mais de um milhão de cabeças de gados maioritariamente bovino, dos quais 30 mil morreram.