Projecto “Kwenda” impulsiona vida das famílias - representante do Banco Mundial

Sumbe – O representante do Banco Mundial (BM) para África, Paolo Banny, disse esta sexta-feira, na localidade do Chingundo, município do Seles (Cuanza Sul), que o projecto “Kwenda” está a contribuir na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, com a promoção de pequenos negócios.

Paolo Banny falava no final da sua visita de avaliação ao impacto do “Kwenda” e adiantou que muitas famílias vulneráveis abrangidas pelo mesmo projecto no Seles, demonstram sinais de relativa estabilidade, com a realização de pequenos negócios e investimentos na agricultura familiar.

Referiu que, com o apoio dos 25.500 kwanzas dados trimestralmente, muitas famílias estão a alargar as suas áreas de produção, investir na área de pastelaria e apoiar os filhos na compra de material escolar.

“Temos que continuar a apoiar estas famílias para que saiam do nível de pobreza estrema”, disse Paolo Banny.

O responsável aconselha os executores do programa, o Fundo de Apoio Social (FAS) e as autoridades administrativas locais, a fiscalizarem mais, de forma a garantir sucesso na vida futura dessas famílias.

Segundo o director geral do FAS, Belarmino Jilembo, a implementação do Kwenda, a nível do Cuanza Sul, está a melhorar sobremaneira a vida de muitas famílias.

Disse que muitas famílias começam a sair da extrema pobreza e ter uma renda com a realização da prática da agricultura e pequenos negócios.

Durante a primeira fase, foram distribuídos, no município do Seles, cento e quarenta e sete milhões, 364 mil e 500 kwanzas, à famílias vulneráveis, no quadro do projecto “Kwenda”.

Este valor Abrangeu cinco mil e 799 famílias, das 20 mil e 820 previstas no município, com um valor de referência de 25 mil e 500 kwanzas entregues trimestralmente a cada agregado familiar.

À luz do projecto, está previsto, para até o final do corrente ano, 300 mil agregados familiares em extrema pobreza em todo o país.

O Programa de Fortalecimento da Protecção Social “Kwenda” é uma acção do Executivo angolano financiada pelo Banco Mundial, que visa atender, faseadamente, um milhão e 608 mil famílias carentes dos 164 municípios do país, até 2023.

O programa conta com um orçamento global de 420 milhões de dólares norte-americanos, montante que prevê igualmente, a par das transferências sociais monetárias, a inclusão produtiva, municipalização da acção social e cadastramento social único.

Actualmente, o Kwenda no Cuanza Sul abrange apenas 44 mil e 513 famílias dos municípios do Seles e Ebo.

Durante a sua estada no Seles, Paolo Banny manteve um encontro com a administradora municipal, Elsa Sara, e visitou o Centro de Acção Social Integrado (CASI) para apoio às pessoas vulneráveis.

 

Paolo Banny falava no final da sua visita de avaliação ao impacto do “Kwenda” e adiantou que muitas famílias vulneráveis abrangidas pelo mesmo projecto no Seles, demonstram sinais de relativa estabilidade, com a realização de pequenos negócios e investimentos na agricultura familiar.

Referiu que, com o apoio dos 25.500 kwanzas dados trimestralmente, muitas famílias estão a alargar as suas áreas de produção, investir na área de pastelaria e apoiar os filhos na compra de material escolar.

“Temos que continuar a apoiar estas famílias para que saiam do nível de pobreza estrema”, disse Paolo Banny.

O responsável aconselha os executores do programa, o Fundo de Apoio Social (FAS) e as autoridades administrativas locais, a fiscalizarem mais, de forma a garantir sucesso na vida futura dessas famílias.

Segundo o director geral do FAS, Belarmino Jilembo, a implementação do Kwenda, a nível do Cuanza Sul, está a melhorar sobremaneira a vida de muitas famílias.

Disse que muitas famílias começam a sair da extrema pobreza e ter uma renda com a realização da prática da agricultura e pequenos negócios.

Durante a primeira fase, foram distribuídos, no município do Seles, cento e quarenta e sete milhões, 364 mil e 500 kwanzas, à famílias vulneráveis, no quadro do projecto “Kwenda”.

Este valor Abrangeu cinco mil e 799 famílias, das 20 mil e 820 previstas no município, com um valor de referência de 25 mil e 500 kwanzas entregues trimestralmente a cada agregado familiar.

À luz do projecto, está previsto, para até o final do corrente ano, 300 mil agregados familiares em extrema pobreza em todo o país.

O Programa de Fortalecimento da Protecção Social “Kwenda” é uma acção do Executivo angolano financiada pelo Banco Mundial, que visa atender, faseadamente, um milhão e 608 mil famílias carentes dos 164 municípios do país, até 2023.

O programa conta com um orçamento global de 420 milhões de dólares norte-americanos, montante que prevê igualmente, a par das transferências sociais monetárias, a inclusão produtiva, municipalização da acção social e cadastramento social único.

Actualmente, o Kwenda no Cuanza Sul abrange apenas 44 mil e 513 famílias dos municípios do Seles e Ebo.

Durante a sua estada no Seles, Paolo Banny manteve um encontro com a administradora municipal, Elsa Sara, e visitou o Centro de Acção Social Integrado (CASI) para apoio às pessoas vulneráveis.