Moxico: Músico defende valorização do folclore

  • Moxico:  Musico Raimundo da Silva "Ray Lex"
Luena - O músico Raimundo da Silva “Rey Lex” defendeu maior investimento do Estado e dos empresários, na valorização e divulgação da música e da dança tradicional angolana, como importante componente na preservação dos hábitos e costumes locais.

Rey Lex é um dos maiores conservadores da música tradicional na região leste de Angola (Moxico, Lunda Sul e Lunda Norte), ao lado de Gabriel Tchiema, Católica, Tony Nguxi, Sassa Tchokwe, Moyowenos, Chefe Tchicomba, entre outros.

Autor de três obras discográficas, Rey Lex tem o “Nguetche Nguye Nhi mama” como um dos seus maiores sucesso no estilo Tchianda, além de cantar e dançar mitingui, macopo e catchatcha, usadas para cerimónias oficiais, recreação e recessão de grandes chefes na tradição tchokwe.

Em declarações à Angop, a propósito da música folclórica, Rey Lex sublinhou que as danças e as músicas tradicionais, sempre foram um importante componente cultural e na comunicação dos povos, desde os aspectos religiosos, festas, lendas, aos acontecimentos do quotidiano.

Por outro lado, apelou a nova geração de músicos, sobretudo da música tradicional, a buscarem experiências aos pioneiros dos variados estilos do folclore angolano e da região em particular, para evitarem erros na composição e instrumentalização das músicas.

Rey Lex é um dos maiores conservadores da música tradicional na região leste de Angola (Moxico, Lunda Sul e Lunda Norte), ao lado de Gabriel Tchiema, Católica, Tony Nguxi, Sassa Tchokwe, Moyowenos, Chefe Tchicomba, entre outros.

Autor de três obras discográficas, Rey Lex tem o “Nguetche Nguye Nhi mama” como um dos seus maiores sucesso no estilo Tchianda, além de cantar e dançar mitingui, macopo e catchatcha, usadas para cerimónias oficiais, recreação e recessão de grandes chefes na tradição tchokwe.

Em declarações à Angop, a propósito da música folclórica, Rey Lex sublinhou que as danças e as músicas tradicionais, sempre foram um importante componente cultural e na comunicação dos povos, desde os aspectos religiosos, festas, lendas, aos acontecimentos do quotidiano.

Por outro lado, apelou a nova geração de músicos, sobretudo da música tradicional, a buscarem experiências aos pioneiros dos variados estilos do folclore angolano e da região em particular, para evitarem erros na composição e instrumentalização das músicas.