Reabilitação das vias e pontes no foco do Governo do Bié

  • Governador provincial do Bié, Pereira Alfredo
Catabola - O governador do Bié, Pereira Alfredo, assegurou hoje, na comuna de Cayuera, município de Catabola, a vontade do seu governo continuar a reabilitar as vias secundárias, terciárias e as pontes, para facilitar a livre circulação de pessoas e o escoamento dos produtos agrícolas.

O governante teceu estas declarações à imprensa, durante a sua primeira visita a comuna, desde que assumiu o cargo em 2018, admitindo o avançado estado de degradação das vias, sobretudo as terciárias, que interligam as comunas às sedes municipais.

Realçou que o objectivo é igualmente minimizar a pressão dos camponeses, que perdem constantemente a produção, devido a degradação das estradas.

Entende que o principal inimigo, que impede o rápido desenvolvimento socio-económico das famílias, prende-se ainda com a precariedade das estradas, sendo que o governo tem em carteira a reabilitação de cerca de 900 quilómetros de terraplanagem dessas estradas, ainda este ano.

Sem avançar o número de quilómetros de estradas já terraplanadas em toda a província, Pereira Alfredo garantiu que as empresas que ganharam tais empreitadas, no âmbito do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), foram orientadas a concluírem as obras ainda nesta época de cacimbo.

O governante disse ainda que se aguarda, nos próximos dias, kits de equipamentos para fazer a abertura de novos campos e represas, no quadro da diversificação da produção nacional, para se ter agricultura familiar a todo tempo.

Revelou a recepção, ainda este mês, de 33 viaturas do Ministério do Comércio, que estarão sob responsabilidade dos operadores comerciais, para a transportação de mercadorias agrícolas para a comercialização nos grandes mercados, de modo a evitar perdas por deterioração.

Os beneficiários terão de ressarcir o estado o valor das viaturas, num prazo de cinco anos.

Obras do PIIM em Catabola carecem de reajustamentos financeiros

Os 11 projectos inscritos no Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), fundamentalmente escolas, hospitais, asfaltagem de casco urbano e terraplanagem, carecem de um reajustamento no seu financiamento, em função da subida dos preços dos materiais de construção.

De acordo com o empresário Ernesto Sapalo, responsável da empresa ENERSA Lda, que está a construir uma escola primária de sete salas de aula, no bairro Caloanda, sede de Catabola, é necessário algum acréscimo no valor para terminar a obra no prazo acordado.

A empreitada foi inicialmente orçada em 65 milhões e 800 mil Kwanzas, estando num grau de execução física de 75 por cento. Avançou ser necessário o aumento de pelo menos mais 50 milhões de Kwanzas para terminar a obra com a qualidade que se deseja.

O empresário Victor Faztudo, responsável pela construção de outra escola de 12 salas de aula, na comuna de Cayuera, apontou também como dificuldades o actual preço do material de construção e a via de acesso à localidade.

Comprometeu-se em honrar com os compromissos acordados de até Setembro fazer a entrega da obra, que já se encontra em 75 por cento de execução física, tendo orçado em 104.622.840 Kwanzas.

O governador disse, na ocasião, haver já luz verde por parte do Ministério das Finanças quanto aos pagamentos, estando a se verificar os reajustes de contas com as empresas para se aferir os valores em falta de todo financiamento das obras do PIIM em função do limite do projecto.

Comuna de Cayuera carece de mais investimentos

O administrador da comuna, que dista a 72 quilómetros a leste da cidade do Cuito, Joaquim Kamalata, disse que a população, estimada em mais de 16 mil habitantes, carece de quase tudo.

Na localidade tem apenas um posto policial que dispõe de seis efectivos.

Face aos crimes que se registam, fundamentalmente de roubos, furtos a residências, lavras, agressões e outros, a localidade precisa de mais 15 polícias.

No sector da educação, o responsável disse que a região dispõe de nove escolas e 78 professores. O número de alunos matriculados no presente ano lectivo não foi avançado.

Na saúde, a comuna controla um centro de trinta camas e igual número de postos médicos, localizado na embala de Satchissica, que dista a 17 quilómetros da sede comunal.

A comuna controla apenas seis técnicos de saúde, sendo cinco colocados no centro e um que atende no referido posto.

O centro de saúde, de acordo com o administrador, atende perto de 40 pacientes por dia. Constam das doenças mais frequentes a malária, conjuntivite, Doenças Diarreicas Agudas (DDA) entre outras.

O administrador Joaquim Kamalata disse que, para se colmatar a situação, a localidade precisa de mais 15 enfermeiros e um médico de clínica geral.

Na comuna existe uma central térmica que fornece energia eléctrica a 46 famílias, através de um grupo gerador de 200 kva, que consome diariamente 40 litros por dia de combustível.

A comuna de Cayuera dispõe de 54 autoridades tradicionais, uma cooperativa agrícola, quatro associações de camponeses e 25 escolas de campo, distribuídas em 41 aldeias e três embalas.

O governante teceu estas declarações à imprensa, durante a sua primeira visita a comuna, desde que assumiu o cargo em 2018, admitindo o avançado estado de degradação das vias, sobretudo as terciárias, que interligam as comunas às sedes municipais.

Realçou que o objectivo é igualmente minimizar a pressão dos camponeses, que perdem constantemente a produção, devido a degradação das estradas.

Entende que o principal inimigo, que impede o rápido desenvolvimento socio-económico das famílias, prende-se ainda com a precariedade das estradas, sendo que o governo tem em carteira a reabilitação de cerca de 900 quilómetros de terraplanagem dessas estradas, ainda este ano.

Sem avançar o número de quilómetros de estradas já terraplanadas em toda a província, Pereira Alfredo garantiu que as empresas que ganharam tais empreitadas, no âmbito do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), foram orientadas a concluírem as obras ainda nesta época de cacimbo.

O governante disse ainda que se aguarda, nos próximos dias, kits de equipamentos para fazer a abertura de novos campos e represas, no quadro da diversificação da produção nacional, para se ter agricultura familiar a todo tempo.

Revelou a recepção, ainda este mês, de 33 viaturas do Ministério do Comércio, que estarão sob responsabilidade dos operadores comerciais, para a transportação de mercadorias agrícolas para a comercialização nos grandes mercados, de modo a evitar perdas por deterioração.

Os beneficiários terão de ressarcir o estado o valor das viaturas, num prazo de cinco anos.

Obras do PIIM em Catabola carecem de reajustamentos financeiros

Os 11 projectos inscritos no Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), fundamentalmente escolas, hospitais, asfaltagem de casco urbano e terraplanagem, carecem de um reajustamento no seu financiamento, em função da subida dos preços dos materiais de construção.

De acordo com o empresário Ernesto Sapalo, responsável da empresa ENERSA Lda, que está a construir uma escola primária de sete salas de aula, no bairro Caloanda, sede de Catabola, é necessário algum acréscimo no valor para terminar a obra no prazo acordado.

A empreitada foi inicialmente orçada em 65 milhões e 800 mil Kwanzas, estando num grau de execução física de 75 por cento. Avançou ser necessário o aumento de pelo menos mais 50 milhões de Kwanzas para terminar a obra com a qualidade que se deseja.

O empresário Victor Faztudo, responsável pela construção de outra escola de 12 salas de aula, na comuna de Cayuera, apontou também como dificuldades o actual preço do material de construção e a via de acesso à localidade.

Comprometeu-se em honrar com os compromissos acordados de até Setembro fazer a entrega da obra, que já se encontra em 75 por cento de execução física, tendo orçado em 104.622.840 Kwanzas.

O governador disse, na ocasião, haver já luz verde por parte do Ministério das Finanças quanto aos pagamentos, estando a se verificar os reajustes de contas com as empresas para se aferir os valores em falta de todo financiamento das obras do PIIM em função do limite do projecto.

Comuna de Cayuera carece de mais investimentos

O administrador da comuna, que dista a 72 quilómetros a leste da cidade do Cuito, Joaquim Kamalata, disse que a população, estimada em mais de 16 mil habitantes, carece de quase tudo.

Na localidade tem apenas um posto policial que dispõe de seis efectivos.

Face aos crimes que se registam, fundamentalmente de roubos, furtos a residências, lavras, agressões e outros, a localidade precisa de mais 15 polícias.

No sector da educação, o responsável disse que a região dispõe de nove escolas e 78 professores. O número de alunos matriculados no presente ano lectivo não foi avançado.

Na saúde, a comuna controla um centro de trinta camas e igual número de postos médicos, localizado na embala de Satchissica, que dista a 17 quilómetros da sede comunal.

A comuna controla apenas seis técnicos de saúde, sendo cinco colocados no centro e um que atende no referido posto.

O centro de saúde, de acordo com o administrador, atende perto de 40 pacientes por dia. Constam das doenças mais frequentes a malária, conjuntivite, Doenças Diarreicas Agudas (DDA) entre outras.

O administrador Joaquim Kamalata disse que, para se colmatar a situação, a localidade precisa de mais 15 enfermeiros e um médico de clínica geral.

Na comuna existe uma central térmica que fornece energia eléctrica a 46 famílias, através de um grupo gerador de 200 kva, que consome diariamente 40 litros por dia de combustível.

A comuna de Cayuera dispõe de 54 autoridades tradicionais, uma cooperativa agrícola, quatro associações de camponeses e 25 escolas de campo, distribuídas em 41 aldeias e três embalas.