Reclusos podem ter acesso a vídeo-conferência

Luanda - Os reclusos de várias cadeias do país poderão contactar, ainda este mês, os seus familiares e advogados por vídeo-conferência, soube-se hoje, em Luanda.

Para o efeito, teve início esta segunda-feira (dia 9), na capital do país, um curso de formação de agentes penitenciários para fazerem uso dessa ferramenta, denominada parlatório virtual, numa iniciativa do Centro de Direitos Humanos e Cidadania (CDHC) da Universidade Católica de Angola.

De acordo com o director do CDHC, Wilson Adão, o "parlatório virtual" é uma ferramenta electrónica onde os encarcerados vão poder se comunicar com seus entes queridos e defensores, pois estão impedidos de o fazer desde Março último devido às restrições legais exaradas pelo Executivo para conter a propagação da covid-19.

Sem especificar o número de formandos, explicou que a formação termina no próximo dia 22 e no período subsequente terá início o "parlatório virtual" que pretende abarcar todo universo penitenciário do país.

O curso tem quatro módulos, nomeadamente "Tecnologia de informação nos Serviços Penitenciários", "Segurança, Criminalidade Informática nos Sistemas Penitenciários", "Introdução ao Direitos Humanos: Direitos Humanos nos Sistemas Penitenciários" e "Ética nos Serviços Penitenciários: Psicologia nos Serviços Penitenciários".

Deu a conhecer que o projecto conta com a parceria do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Serviços Penitenciários e dos Ministérios da Justiça e Direitos Humanos e da Acção Social Família e da Mulher.

Por outro lado, a secretária de Estado para os Direitos Humanos e Cidadania, Ana Celeste, em breves palavras, referiu que o seu ministério vê o projecto como uma “janela” de oportunidade de formação para os agentes penitenciários no que concerne as novas tecnologias de informação e dos direitos dos reclusos.

Adiantou que o mesmo chega em um momento oportuno, tendo em conta as restrições impostas pela covid-19, e vem ajudar o Estado a garantir direitos e eliminar barreiras entre os reclusos e seus familiares, amigos e advogados.

Já o representante dos Serviços Penitenciários, comissário Armando Cunha, mostrou-se regozijado pela iniciativa do CDHC e pediu empenho aos formandos no sentido de colocarem em prática, com zelo, o que vão aprender nos próximos dias.

Para o efeito, teve início esta segunda-feira (dia 9), na capital do país, um curso de formação de agentes penitenciários para fazerem uso dessa ferramenta, denominada parlatório virtual, numa iniciativa do Centro de Direitos Humanos e Cidadania (CDHC) da Universidade Católica de Angola.

De acordo com o director do CDHC, Wilson Adão, o "parlatório virtual" é uma ferramenta electrónica onde os encarcerados vão poder se comunicar com seus entes queridos e defensores, pois estão impedidos de o fazer desde Março último devido às restrições legais exaradas pelo Executivo para conter a propagação da covid-19.

Sem especificar o número de formandos, explicou que a formação termina no próximo dia 22 e no período subsequente terá início o "parlatório virtual" que pretende abarcar todo universo penitenciário do país.

O curso tem quatro módulos, nomeadamente "Tecnologia de informação nos Serviços Penitenciários", "Segurança, Criminalidade Informática nos Sistemas Penitenciários", "Introdução ao Direitos Humanos: Direitos Humanos nos Sistemas Penitenciários" e "Ética nos Serviços Penitenciários: Psicologia nos Serviços Penitenciários".

Deu a conhecer que o projecto conta com a parceria do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Serviços Penitenciários e dos Ministérios da Justiça e Direitos Humanos e da Acção Social Família e da Mulher.

Por outro lado, a secretária de Estado para os Direitos Humanos e Cidadania, Ana Celeste, em breves palavras, referiu que o seu ministério vê o projecto como uma “janela” de oportunidade de formação para os agentes penitenciários no que concerne as novas tecnologias de informação e dos direitos dos reclusos.

Adiantou que o mesmo chega em um momento oportuno, tendo em conta as restrições impostas pela covid-19, e vem ajudar o Estado a garantir direitos e eliminar barreiras entre os reclusos e seus familiares, amigos e advogados.

Já o representante dos Serviços Penitenciários, comissário Armando Cunha, mostrou-se regozijado pela iniciativa do CDHC e pediu empenho aos formandos no sentido de colocarem em prática, com zelo, o que vão aprender nos próximos dias.