Reconhecido papel da igreja no combate à Covid-19

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Luanda - A igreja deve desempenhar um papel mais alargado na preservação e consciencialização da sociedade no combate à Covid- 19, por agregar vários estratos da sociedade, considerou esta segunda-feira, a secretária para os Assuntos Sociais do Presidente da República, Fátima Viegas.

Em declarações à imprensa, no final de um culto de acção de graças, promovido pelo Conselho das Igrejas de Reavivamento de Angola (CIRA), em alusão ao mês da Mulher (Março), realçou que a igreja é a reserva moral da sociedade, porquanto desempenha um papel preponderante na preservação e consciencialização da sociedade sobre a Covid-19.

“Esperamos que cada vez mais sejam consciencializados os cidadãos sobre os métodos de preservação da Covid-19, alertar que é uma doença que mata, ser solidários com as pessoas que foram contaminadas e saber adaptar-se e viver com a mesma”, realçou.

Adiantou, por outro lado, que as instituições religiosas devem estar atentas as várias formas de contaminação de comportamentos desviantes e que induzem determinados grupos a praticarem a violência, criarem medo, pânico e instabilidade na sociedade.

Desatacou ainda o papel das instituições religiosas na renovação da sociedade, sobretudo no reconhecimento da relação com outro, no apreço à autoridade e na questão da tolerância.

Ressaltou o papel da mulher crente que tem uma responsabilidade individual e social acrescida na transmissão de valores que assenta em princípios éticos, cívicos e morais.

“As mulheres exercem o papel de verdadeiras educadoras de novas gerações na preservação de valores cristãos e culturais, na prática da solidariedade, na continuação de bons costumes e no respeito aos mais velhos”, asseverou.

Disse que é preocupação do Executivo que haja uma coesão no seio da família, nos valores culturais, cívicos e morais de uma Angola onde perdura a paz social e espiritual.

Por sua vez, a pastora da congregação CIRA, Madalena Nsilu, apelou a necessidade da criação de programas de educação familiar nos meios de comunicação social  para a coesão social e espiritual da sociedade.

Referiu que as mulheres do CIRA,  a nível nacional, estão empenhadas e querem contribuir nos programas do Governo, que visam o desenvolvimento e bem estar das populações.

Em declarações à imprensa, no final de um culto de acção de graças, promovido pelo Conselho das Igrejas de Reavivamento de Angola (CIRA), em alusão ao mês da Mulher (Março), realçou que a igreja é a reserva moral da sociedade, porquanto desempenha um papel preponderante na preservação e consciencialização da sociedade sobre a Covid-19.

“Esperamos que cada vez mais sejam consciencializados os cidadãos sobre os métodos de preservação da Covid-19, alertar que é uma doença que mata, ser solidários com as pessoas que foram contaminadas e saber adaptar-se e viver com a mesma”, realçou.

Adiantou, por outro lado, que as instituições religiosas devem estar atentas as várias formas de contaminação de comportamentos desviantes e que induzem determinados grupos a praticarem a violência, criarem medo, pânico e instabilidade na sociedade.

Desatacou ainda o papel das instituições religiosas na renovação da sociedade, sobretudo no reconhecimento da relação com outro, no apreço à autoridade e na questão da tolerância.

Ressaltou o papel da mulher crente que tem uma responsabilidade individual e social acrescida na transmissão de valores que assenta em princípios éticos, cívicos e morais.

“As mulheres exercem o papel de verdadeiras educadoras de novas gerações na preservação de valores cristãos e culturais, na prática da solidariedade, na continuação de bons costumes e no respeito aos mais velhos”, asseverou.

Disse que é preocupação do Executivo que haja uma coesão no seio da família, nos valores culturais, cívicos e morais de uma Angola onde perdura a paz social e espiritual.

Por sua vez, a pastora da congregação CIRA, Madalena Nsilu, apelou a necessidade da criação de programas de educação familiar nos meios de comunicação social  para a coesão social e espiritual da sociedade.

Referiu que as mulheres do CIRA,  a nível nacional, estão empenhadas e querem contribuir nos programas do Governo, que visam o desenvolvimento e bem estar das populações.