Religiosos defendem diálogo e integridade de Angola

  • Lunda Norte: Sé Catedral da Igreja Católica
Dundo – Entidades religiosas nacionais defenderam, domingo, a integridade territorial de Angola e o diálogo como a ponte para a resolução dos diversos problemas que afectam a população angolana.

A este propósito, o arcebispo da arquidiocese de Saurimo, Dom José Imbamba, evocou a necessidade de as autoridades dialogarem com elementos do auto-denominado “Movimento Protectorado Lunda Tchokwe”, para se evitar actos que colocam em causa a integridade territorial.

Reagindo ao acto de rebelião ocorrido na madrugada de sábado, na vila de Cafunfo, município do Cuango, província da Lunda Norte, Dom José Imbamba disse ser necessário e “urgente” a criação, entre os angolanos, de pontos de diálogo, compreensão, tolerância e fraternidade, para se evitarem situações do género.

“Temos que aprender a discutir os nossos problemas, a escutar o que vai na alma dos que não alinham connosco, a construir juntos Angola”, destacou o prelado.

Dom Imbamba disse esperar que o inquérito em curso seja rigoroso e que se responsabilizem os que agiram mal, sublinhou, adiantando que a ocorrência na vila de Cafunfo contraria o contexto de paz, reconciliação e unidade nacional em curso em Angola.

Por seu turno, o reverendo Ntoni Nzinga condenou a postura dos manifestantes, pelo facto de terem usado armas de fogo e tentar ocupar a esquadra policial, acto que considera um atentado à segurança do Estado.

“Se tivessem marchado sem armas e outros objectos contundentes e a polícia tivesse tido a postura que teve, seria condenável, mas a forma como eles se manifestaram não podiam esperar outra reacção da polícia”, disse.

Já o bispo de Cabinda, Dom Belmiro Chissengueti defende o envolvimento de todos os órgãos de soberania e a permissão de investigações independentes para se apurar a verdade e responsabilizar os culpados de ambas as partes.

O motim aconteceu quando manifestantes do auto-denominado movimento sem estatuto legal, no quadro da legislação em vigor na República de Angola, se dirigiram à esquadra policial de Cafunfo para a ocuparem, com a pretensão de aposição de uma bandeira da organização.

Até ao momento, estão detidos 16 manifestantes, cujos processos-crime estão em preparação e serão remetidos ao Ministério Público.

A este propósito, o arcebispo da arquidiocese de Saurimo, Dom José Imbamba, evocou a necessidade de as autoridades dialogarem com elementos do auto-denominado “Movimento Protectorado Lunda Tchokwe”, para se evitar actos que colocam em causa a integridade territorial.

Reagindo ao acto de rebelião ocorrido na madrugada de sábado, na vila de Cafunfo, município do Cuango, província da Lunda Norte, Dom José Imbamba disse ser necessário e “urgente” a criação, entre os angolanos, de pontos de diálogo, compreensão, tolerância e fraternidade, para se evitarem situações do género.

“Temos que aprender a discutir os nossos problemas, a escutar o que vai na alma dos que não alinham connosco, a construir juntos Angola”, destacou o prelado.

Dom Imbamba disse esperar que o inquérito em curso seja rigoroso e que se responsabilizem os que agiram mal, sublinhou, adiantando que a ocorrência na vila de Cafunfo contraria o contexto de paz, reconciliação e unidade nacional em curso em Angola.

Por seu turno, o reverendo Ntoni Nzinga condenou a postura dos manifestantes, pelo facto de terem usado armas de fogo e tentar ocupar a esquadra policial, acto que considera um atentado à segurança do Estado.

“Se tivessem marchado sem armas e outros objectos contundentes e a polícia tivesse tido a postura que teve, seria condenável, mas a forma como eles se manifestaram não podiam esperar outra reacção da polícia”, disse.

Já o bispo de Cabinda, Dom Belmiro Chissengueti defende o envolvimento de todos os órgãos de soberania e a permissão de investigações independentes para se apurar a verdade e responsabilizar os culpados de ambas as partes.

O motim aconteceu quando manifestantes do auto-denominado movimento sem estatuto legal, no quadro da legislação em vigor na República de Angola, se dirigiram à esquadra policial de Cafunfo para a ocuparem, com a pretensão de aposição de uma bandeira da organização.

Até ao momento, estão detidos 16 manifestantes, cujos processos-crime estão em preparação e serão remetidos ao Ministério Público.