Religiosos homenageiam mártires da liberdade

  • Foto família dos membros das igrejas que participaram no culto ecuménico dos 45 anos de independência
  • Celebração do culto ecuménico dos 45 anos de independência
  • Celebração do culto ecuménico dos 45 anos de independência
  • Celebração do culto ecuménico dos 45 anos de Indepedência
Luanda - Os cristãos angolanos renderam, neste sábado, homenagem a todos os mártires que lutaram pela Independência Nacional, conquistada a 11 de Novembro de 1975.

A homenagem, feita durante o culto de acção de graças que decorreu em Luanda, lembrou reis, rainhas e todos os nacionalistas (conhecidos e anónimos), precursores da liberdade.

Além desta homenagem, os religiosos enalteceram o papel dos profissionais de saúde, que dia-a-dia dão o melhor de si em prol da saúde dos angolanos, em particular nesta fase da pandemia da Covid-19.

Co-organizado pela  Igreja Católica,  Conselho de Igrejas Cristãs em Angola ( CICA) e Aliança Evangélica de Angola (AEA), com apoio institucional do Instituto Nacional para os Assuntos Religiosos ( INAR), o culto decorreu sob o lema  "Angola não  temas, Deus está contigo".

Serviu, entre outros objectivos, para interceder a favor das famílias e do país, numa fase marcada pelas dificuldades provocadas pela crise financeira, económica e pela pandemia da Covid-19.

Na sua intervenção, o ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, reconheceu a contribuição das Igrejas na sensibilização da população contra a Covid-19.

O governante afirmou que a contribuição das igrejas na sensibilização das comunidades tem sido fundamental na contenção da propagação da pandemia.

Jomo Fortunato apelou aos angolanos para continuarem a observar as medidas determinadas pelas autoridades para a prevenção e combate à Covid-19.

"O isolamento ou afastamento social é indispensável para garantir o êxito na luta contra a Covid-19", reforçou.

Por seu turno, a secretária-geral do Conselho das Igrejas Cristãs em Angola (CICA), Deolinda teca, renovou o apelo à calma, ponderação da sociedade e o respeito pela vida humana.

Deolinda Teca disse ser necessário o incremento da cultura do dialogo entre os actores sociais.

A homenagem, feita durante o culto de acção de graças que decorreu em Luanda, lembrou reis, rainhas e todos os nacionalistas (conhecidos e anónimos), precursores da liberdade.

Além desta homenagem, os religiosos enalteceram o papel dos profissionais de saúde, que dia-a-dia dão o melhor de si em prol da saúde dos angolanos, em particular nesta fase da pandemia da Covid-19.

Co-organizado pela  Igreja Católica,  Conselho de Igrejas Cristãs em Angola ( CICA) e Aliança Evangélica de Angola (AEA), com apoio institucional do Instituto Nacional para os Assuntos Religiosos ( INAR), o culto decorreu sob o lema  "Angola não  temas, Deus está contigo".

Serviu, entre outros objectivos, para interceder a favor das famílias e do país, numa fase marcada pelas dificuldades provocadas pela crise financeira, económica e pela pandemia da Covid-19.

Na sua intervenção, o ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, reconheceu a contribuição das Igrejas na sensibilização da população contra a Covid-19.

O governante afirmou que a contribuição das igrejas na sensibilização das comunidades tem sido fundamental na contenção da propagação da pandemia.

Jomo Fortunato apelou aos angolanos para continuarem a observar as medidas determinadas pelas autoridades para a prevenção e combate à Covid-19.

"O isolamento ou afastamento social é indispensável para garantir o êxito na luta contra a Covid-19", reforçou.

Por seu turno, a secretária-geral do Conselho das Igrejas Cristãs em Angola (CICA), Deolinda teca, renovou o apelo à calma, ponderação da sociedade e o respeito pela vida humana.

Deolinda Teca disse ser necessário o incremento da cultura do dialogo entre os actores sociais.