Restos mortais do jornalista António Pedro repousam no Mutundo

  • Jornalista António Pedro
Lubango – Os restos mortais do jornalista da TPA/Huíla, António Pedro, falecido sexta-feira última por doença, foram hoje, segunda-feira, a enterrar no cemitério do Mutundo.

Antes, o jornalista foi homenageado pelo Sindicato dos Jornalistas no Palco da Cultura, cerimónia marcada pela presença assinalável de colegas de profissão.

A mensagem do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, realça que o profissional foi um destacado repórter, cuja trajectória ficará registada nas "melhores páginas" do jornalismo angolano.

Já o Conselho de Administração da TPA sublinha que António Pedro evidenciou-se, assinando reportagens de grande relevo para a narrativa jornalística nacional.

“Criatividade persistência e assertividade gravitavam no seio do jornalista que Angola acaba por perder”, refere.

O SJA na Huíla aponta que o jornalista notabilizou-se pela qualidade das suas reportagens, desde o início da sua carreira, em 2003, deixando uma marca pela competência, rigor e profissionalismo, com objectivo único de informar.

Já o comité provincial do MPLA na Huíla considerou a morte do jornalista uma perda para classe, por se tratar de um profissional “promissor e exemplar, dedicado e dos mais talentosos da televisão angolana.

De 38 anos de idade, o malogrado, até então coordenador de conteúdos da TPA/Huíla, deixa viúva e três filhos.

Começou a carreira na Rádio 2000- Antena Comercial do Lubango em 2003, tendo em Outubro de 2007 ingressado para os quadros da TPA.

 

 

Antes, o jornalista foi homenageado pelo Sindicato dos Jornalistas no Palco da Cultura, cerimónia marcada pela presença assinalável de colegas de profissão.

A mensagem do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, realça que o profissional foi um destacado repórter, cuja trajectória ficará registada nas "melhores páginas" do jornalismo angolano.

Já o Conselho de Administração da TPA sublinha que António Pedro evidenciou-se, assinando reportagens de grande relevo para a narrativa jornalística nacional.

“Criatividade persistência e assertividade gravitavam no seio do jornalista que Angola acaba por perder”, refere.

O SJA na Huíla aponta que o jornalista notabilizou-se pela qualidade das suas reportagens, desde o início da sua carreira, em 2003, deixando uma marca pela competência, rigor e profissionalismo, com objectivo único de informar.

Já o comité provincial do MPLA na Huíla considerou a morte do jornalista uma perda para classe, por se tratar de um profissional “promissor e exemplar, dedicado e dos mais talentosos da televisão angolana.

De 38 anos de idade, o malogrado, até então coordenador de conteúdos da TPA/Huíla, deixa viúva e três filhos.

Começou a carreira na Rádio 2000- Antena Comercial do Lubango em 2003, tendo em Outubro de 2007 ingressado para os quadros da TPA.