Reverendo exorta jornalistas ao rigor e imparcialidade

  • Jornalistas retratam actividade mineira do país
Luanda – O reverendo da Igreja Metodista Unida de Angola, Moisés Bernardo Jungo, apontou, este domingo, a necessidade de os profissionais da comunicação social trabalharem sempre com a verdade, imparcialidade e rigor na produção de conteúdos noticiosos.

Em declarações à Angop, à margem da missa no quadro do Dia do Comunicador Metodista, o pastor afirmou que o jornalista, como fazedor de opinião e o primeiro na “linha da frente”, tem como missão relatar factos com imparcialidade, desempenhado o seu papel, com o intuito de se construir um país onde os cidadãos sejam informados para o bem comum.

Conforme o religioso, apesar de não ser um caminho fácil, com tanta influência das redes sociais, os profissionais estão a desempenhar um “óptimo” trabalho, tendo, sempre ter em conta o bem comum, à defesa dos uso e costumes dos angolanos.

“Os jornalistas, ao trabalharem para uma sociedade jovem, na sua maioria, devem ser os defensores do estado e da nação, uma vez que a notícia tem força. Devem comunicar com precisão e tendo sempre em conta a fé cristã”, disse.

Para o reverendo, o rumo do país depende da informação que é passada pelos meios de comunicação aos cidadãos, sendo que, com a verdadeira a sociedade  será melhor informada e com o real conhecimento do país e a responsabilidade do cidadão é maior para ajudar a desenvolver o estado.

A jornada dom comunicador da Igreja Metodista visa homenagear o reverendo Gaspar Adão de Almeida.

Em declarações à Angop, à margem da missa no quadro do Dia do Comunicador Metodista, o pastor afirmou que o jornalista, como fazedor de opinião e o primeiro na “linha da frente”, tem como missão relatar factos com imparcialidade, desempenhado o seu papel, com o intuito de se construir um país onde os cidadãos sejam informados para o bem comum.

Conforme o religioso, apesar de não ser um caminho fácil, com tanta influência das redes sociais, os profissionais estão a desempenhar um “óptimo” trabalho, tendo, sempre ter em conta o bem comum, à defesa dos uso e costumes dos angolanos.

“Os jornalistas, ao trabalharem para uma sociedade jovem, na sua maioria, devem ser os defensores do estado e da nação, uma vez que a notícia tem força. Devem comunicar com precisão e tendo sempre em conta a fé cristã”, disse.

Para o reverendo, o rumo do país depende da informação que é passada pelos meios de comunicação aos cidadãos, sendo que, com a verdadeira a sociedade  será melhor informada e com o real conhecimento do país e a responsabilidade do cidadão é maior para ajudar a desenvolver o estado.

A jornada dom comunicador da Igreja Metodista visa homenagear o reverendo Gaspar Adão de Almeida.