Saúde comemora aniversário sob pressão da Covid-19

  • Técnicos de Saúde Recebem Guias de Colocação
Luanda – Assinala-se, a 25 de Setembro, o Dia Nacional do Trabalhador da Saúde, com a Covid-19 a impor provações a estes profissionais, desde médicos, enfermeiros, técnicos de diagnósticos até ao pessoal administrativo.

Há dois anos na linha de frente contra a Covid-19, os profissionais da área da saúde, apesar de exaustos, continuam a superar a morte de pacientes, colegas e familiares e as alterações significativas que a pandemia está a provocar no seu bem-estar pessoal e profissional.

Ao comemorar mais uma vez esta efeméride, os profissionais da saúde vão transformar este dia numa jornada de reflexão sobre o desempenho dos serviços face à Covid 19 e outras doenças não menos mortais, como a malária, a tuberculose e o VIH/Sida.

A realidade dos profissionais que actuam na linha de frente é marcada pela dor, sofrimento e tristeza, com fortes sinais de esgotamento físico, bem como o receio da contaminação e da morte iminente no dia-a-dia e graves prejuízos à sua saúde mental (20 médicos já morreram em Angola, nos dois anos de propagação da Covid-19 no país).

É um desafio enorme, principalmente nesta altura, em que os hospitais precisam ter cada vez mais material de biossegurança.

Esta situação é sublinhada pelo presidente do Sindicato dos Médicos de Angola, Adriano Manuel, que apela à obediência rigorosa às normas de biossegurança nos hospitais.

Além de problemas impostos pela Covid-19, os profissionais atendem um elevado número de pacientes em uma jornada de trabalho de 24 horas.

Há quem diga que o volume de trabalho não é compatível com a remuneração, daí que profissionais renomados “fujam” para clínicas privadas, deixando lacunas nos hospitais públicos.

A única forma que os médicos, enfermeiros e outros técnicos encontram para superar as suas necessidades é a realização de bancos extras em instituições privadas e públicas.

Uma boa parte das vezes, o pessoal clínico não é compreendido, por pacientes ou seus familiares, acusando-os de insensibilidade.  

Diante deste cenário, ao Executivo só resta melhorar as condições laborais do pessoal, tanto técnicas como salarial, e aos funcionários elevar a sua qualificação, assim como trabalhar para confortar e curar os doentes.

Aliás, mesmo parecendo contraditórios, vemos o empenho do executivo para melhorar cada vez mais os serviços do sistema de saúde.

Há cada vez mais hospitais, equipados com meios de diagnóstico e cura, assim como recrutamento de novos médicos, enfermeiros e outro pessoal técnico.

Angola conta com perto de sete mil médicos, quando necessita de 20 a 22 mil para cumprir com o desiderato da Organização Mundial da Saúde, ou seja, um médico para cada 1000 (mil) pessoas.

Deve-se, pois acarinhar o pessoal da saúde, por serem verdadeiros heróis tal como o seu patrono Américo Boavida.

Dia Nacional do Trabalhador da Saúde

O 25 de Setembro foi instituído Dia Nacional do Trabalhador da Saúde em homenagem ao médico e nacionalista Américo Alberto de Barros e Assis Boavida “Américo Boavida”, vítima mortal de um bombardeamento aéreo, em 1968, do exército colonial português à base Hanói II, do MPLA, na província angolana do Moxico (ex-Luso).

O seu nome é hoje associado também ao hospital Américo Boavida.

As comemorações do 25 de Setembro, Dia Nacional do Trabalhador da Saúde são uma oportunidade de reflexão sobre a responsabilidade individual, colectiva e institucional face aos desafios do Programa do Executivo e das metas de desenvolvimento do milénio.

Tudo porque junto com o patrono da saúde, muitos profissionais deram a sua vida em prol do bem-estar das pessoas, incluindo os cerca de vinte médicos angolanos que perderam a vida ao longo da pandemia, bem como uns tantos enfermeiros, que até o fim do Covid 19 possivelmente perecerão.

A cada ano, a comemoração do 25 de Setembro acontece num ambiente de consolidação da dinâmica da implementação do Programa do Executivo para a concretização do bem-estar dos cidadãos.

 

Há dois anos na linha de frente contra a Covid-19, os profissionais da área da saúde, apesar de exaustos, continuam a superar a morte de pacientes, colegas e familiares e as alterações significativas que a pandemia está a provocar no seu bem-estar pessoal e profissional.

Ao comemorar mais uma vez esta efeméride, os profissionais da saúde vão transformar este dia numa jornada de reflexão sobre o desempenho dos serviços face à Covid 19 e outras doenças não menos mortais, como a malária, a tuberculose e o VIH/Sida.

A realidade dos profissionais que actuam na linha de frente é marcada pela dor, sofrimento e tristeza, com fortes sinais de esgotamento físico, bem como o receio da contaminação e da morte iminente no dia-a-dia e graves prejuízos à sua saúde mental (20 médicos já morreram em Angola, nos dois anos de propagação da Covid-19 no país).

É um desafio enorme, principalmente nesta altura, em que os hospitais precisam ter cada vez mais material de biossegurança.

Esta situação é sublinhada pelo presidente do Sindicato dos Médicos de Angola, Adriano Manuel, que apela à obediência rigorosa às normas de biossegurança nos hospitais.

Além de problemas impostos pela Covid-19, os profissionais atendem um elevado número de pacientes em uma jornada de trabalho de 24 horas.

Há quem diga que o volume de trabalho não é compatível com a remuneração, daí que profissionais renomados “fujam” para clínicas privadas, deixando lacunas nos hospitais públicos.

A única forma que os médicos, enfermeiros e outros técnicos encontram para superar as suas necessidades é a realização de bancos extras em instituições privadas e públicas.

Uma boa parte das vezes, o pessoal clínico não é compreendido, por pacientes ou seus familiares, acusando-os de insensibilidade.  

Diante deste cenário, ao Executivo só resta melhorar as condições laborais do pessoal, tanto técnicas como salarial, e aos funcionários elevar a sua qualificação, assim como trabalhar para confortar e curar os doentes.

Aliás, mesmo parecendo contraditórios, vemos o empenho do executivo para melhorar cada vez mais os serviços do sistema de saúde.

Há cada vez mais hospitais, equipados com meios de diagnóstico e cura, assim como recrutamento de novos médicos, enfermeiros e outro pessoal técnico.

Angola conta com perto de sete mil médicos, quando necessita de 20 a 22 mil para cumprir com o desiderato da Organização Mundial da Saúde, ou seja, um médico para cada 1000 (mil) pessoas.

Deve-se, pois acarinhar o pessoal da saúde, por serem verdadeiros heróis tal como o seu patrono Américo Boavida.

Dia Nacional do Trabalhador da Saúde

O 25 de Setembro foi instituído Dia Nacional do Trabalhador da Saúde em homenagem ao médico e nacionalista Américo Alberto de Barros e Assis Boavida “Américo Boavida”, vítima mortal de um bombardeamento aéreo, em 1968, do exército colonial português à base Hanói II, do MPLA, na província angolana do Moxico (ex-Luso).

O seu nome é hoje associado também ao hospital Américo Boavida.

As comemorações do 25 de Setembro, Dia Nacional do Trabalhador da Saúde são uma oportunidade de reflexão sobre a responsabilidade individual, colectiva e institucional face aos desafios do Programa do Executivo e das metas de desenvolvimento do milénio.

Tudo porque junto com o patrono da saúde, muitos profissionais deram a sua vida em prol do bem-estar das pessoas, incluindo os cerca de vinte médicos angolanos que perderam a vida ao longo da pandemia, bem como uns tantos enfermeiros, que até o fim do Covid 19 possivelmente perecerão.

A cada ano, a comemoração do 25 de Setembro acontece num ambiente de consolidação da dinâmica da implementação do Programa do Executivo para a concretização do bem-estar dos cidadãos.