Serviços públicos e privados em Luanda com redução da força de trabalho

  • Vista parcial da cidade de Luanda, capital de Angola
Luanda – O governo determinou, no sábado, a redução da força de trabalho de 75 por cento para 50 por cento nos serviços públicos e privados em Luanda, a partir de segunda-feira, 10.

Segundo o ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, que falava em conferência de imprensa sobre as novas medidas restritivas para fazer face à prevenção e combate à Covid-19, mantém-se o horário de funcionamento (8 às 15 horas no público e 6 às 16 no privado).

Adão de Almeida adiantou que a medida não abrenge as instituições de ensino, saúde, forças de defesa e ordem pública, comunicação social, energia e águas, portos e aeroportos, agências bancárias e serviços de recolha de resíduos sólidos, que deverão manter a força de trabalho a 100 por cento de acordo com os turnos criados.

Em relação às demais 17 províncias, o ministro frisou que a força de trabalho mantém-se em 75 por cento.

Adão de Almeida realçou que, em caso de violação, os funcionários têm a obrigação de denunciar o atropelo à lei para a tomada de medidas adequadas.

Conforme o governante, as novas medidas visam fazer face ao aumento de casos positivos na capital angolana.

Segundo o ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, que falava em conferência de imprensa sobre as novas medidas restritivas para fazer face à prevenção e combate à Covid-19, mantém-se o horário de funcionamento (8 às 15 horas no público e 6 às 16 no privado).

Adão de Almeida adiantou que a medida não abrenge as instituições de ensino, saúde, forças de defesa e ordem pública, comunicação social, energia e águas, portos e aeroportos, agências bancárias e serviços de recolha de resíduos sólidos, que deverão manter a força de trabalho a 100 por cento de acordo com os turnos criados.

Em relação às demais 17 províncias, o ministro frisou que a força de trabalho mantém-se em 75 por cento.

Adão de Almeida realçou que, em caso de violação, os funcionários têm a obrigação de denunciar o atropelo à lei para a tomada de medidas adequadas.

Conforme o governante, as novas medidas visam fazer face ao aumento de casos positivos na capital angolana.