Situação criminal é estável - SIC

  • Polícia Nacional
Luanda - O Serviço de Investigação Criminal (SIC) negou, nesta terça-feira, em Luanda, a existência de uma onda de crimes de raptos e sequestros em Angola.

O pronunciamento do SIC, em conferência de imprensa, surge em resposta a várias denúncias feitas nas redes sociais sobre supostos casos de raptos na via pública, particularmente na capital do país.

De acordo com o director nacional do combate ao crime, Pedro Lufungula, a situação da criminalidade em Angola é estável, não havendo, oficialmente, dados que atestam a suposta onda de raptos.

Conforme a autoridade policial, tem havido, da parte de algumas pessoas, confusão nos conceitos de crime de roubo e crime de rapto, espalhando o pânico na sociedade.

Quanto aos áudios postos a circular nas redes sociais, disse que os órgãos da Polícia Nacional não foram notificados sobre essas presumíveis ocorrências.

Sublinhou que nenhuma das supostas vítimas se deslocou às unidades de polícia para apresentar queixa susceptível de ser investigada, tendo havido, em alguns casos concretos, simulação de raptos.

"As pessoas que fizeram exposição dos áudios não apresentaram denúncia ou queixa ao órgão de polícia", afirmou, sustentando que os áudios precisam de chegar aos órgãos policiais para se ver a veracidade dos mesmos.

"O que ocorre é que as pessoas simularam áudio nas redes sociais, relatando casos de rapto", clarificou o director nacional do combate ao crime.

Em termos de números, frisou o não registo de nenhum caso de rapto, em concreto, sendo que no mês de Janeiro já foram registradas 332 denúncias.

Dessas denúncias, disse, 271 foram casos de simulação de desaparecimento, envolvendo maioritariamente jovens do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 15 e 25 anos, que se ausentaram das residências dos seus tutores sem conhecimento destes.

Todas essas supostas vítimas já voltaram ao convívio familiar, dias depois, precisou.

Explicou, por outro lado, que os 32 casos resultaram de negligência ou falta de cuidados por parte dos tutores em relação aos menores e idosos, que foram mais tarde encontradas por membros dos órgãos de defesa e segurança.

O pronunciamento do SIC, em conferência de imprensa, surge em resposta a várias denúncias feitas nas redes sociais sobre supostos casos de raptos na via pública, particularmente na capital do país.

De acordo com o director nacional do combate ao crime, Pedro Lufungula, a situação da criminalidade em Angola é estável, não havendo, oficialmente, dados que atestam a suposta onda de raptos.

Conforme a autoridade policial, tem havido, da parte de algumas pessoas, confusão nos conceitos de crime de roubo e crime de rapto, espalhando o pânico na sociedade.

Quanto aos áudios postos a circular nas redes sociais, disse que os órgãos da Polícia Nacional não foram notificados sobre essas presumíveis ocorrências.

Sublinhou que nenhuma das supostas vítimas se deslocou às unidades de polícia para apresentar queixa susceptível de ser investigada, tendo havido, em alguns casos concretos, simulação de raptos.

"As pessoas que fizeram exposição dos áudios não apresentaram denúncia ou queixa ao órgão de polícia", afirmou, sustentando que os áudios precisam de chegar aos órgãos policiais para se ver a veracidade dos mesmos.

"O que ocorre é que as pessoas simularam áudio nas redes sociais, relatando casos de rapto", clarificou o director nacional do combate ao crime.

Em termos de números, frisou o não registo de nenhum caso de rapto, em concreto, sendo que no mês de Janeiro já foram registradas 332 denúncias.

Dessas denúncias, disse, 271 foram casos de simulação de desaparecimento, envolvendo maioritariamente jovens do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 15 e 25 anos, que se ausentaram das residências dos seus tutores sem conhecimento destes.

Todas essas supostas vítimas já voltaram ao convívio familiar, dias depois, precisou.

Explicou, por outro lado, que os 32 casos resultaram de negligência ou falta de cuidados por parte dos tutores em relação aos menores e idosos, que foram mais tarde encontradas por membros dos órgãos de defesa e segurança.