SJA quer jornalistas mais actuantes

Benguela – O secretário-geral do Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA), Teixeira Cândido, criticou, no sábado, o “conformismo” de profissionais da classe, apelando a uma maior dedicação e profissionalismo na “arte” de comunicar, para a mudança do contexto actual.

Falando na cerimónia de encerramento do seminário sobre “Jornalismo de Investigação”, que decorreu nesta cidade de 06 a 07 do corrente mês, Teixeira Cândido afirmou que os profissionais devem ser parte activa da mudança do actual contexto social, económico, político e mesmo religioso do país.

O líder sindical referiu que as exigências do público de há 20 anos são diferentes das actuais, pelo que quem vive no comodismo deve compreender que está a ocupar um lugar alheio, que não lhe pertence e deve, por isso, deixá-lo para profissionais mais comprometidos. 

“Podemos fazer o mesmo que o canal televisivo português SIC faz”, disse, lembrando que não se deve facilitar que um telespectador troque, por exemplo, o canal da TPA para ver o canal luso, por alegada falta de qualidade. Somos tão profissionais quanto eles e devemos usar as mesmas técnicas e os mesmos métodos”, reforçou.

Para Teixeira Cândido, isso não significa exigir demais, não quer dizer que a TPA tenha que ter os estúdios centrais iguais aos da SIC, porque o que fala não são os estúdios, mas os profissionais, se bem treinados.

Ao longo da formação, os participantes abordaram, entre outras, questões relacionadas com o Orçamento Geral do Estado, a Lei de Contratação Pública e a Lei das Medidas Cautelares. 

Em sessões bidiárias, durante os dias de abordagens, os jornalistas afloraram ainda aspectos inerentes à “Introdução dos direitos humanos – visão geral”, “direito à informação”, "direito à liberdade de imprensa", "fundamentos do jornalismo investigativo", "objectivo da investigação jornalística", "direcção e complementaridade entre jornalismo convencional e jornalismo investigativo", "papel da investigação jornalística na promoção dos direitos humanos", "ética e deontologia profissionais". 

Falando na cerimónia de encerramento do seminário sobre “Jornalismo de Investigação”, que decorreu nesta cidade de 06 a 07 do corrente mês, Teixeira Cândido afirmou que os profissionais devem ser parte activa da mudança do actual contexto social, económico, político e mesmo religioso do país.

O líder sindical referiu que as exigências do público de há 20 anos são diferentes das actuais, pelo que quem vive no comodismo deve compreender que está a ocupar um lugar alheio, que não lhe pertence e deve, por isso, deixá-lo para profissionais mais comprometidos. 

“Podemos fazer o mesmo que o canal televisivo português SIC faz”, disse, lembrando que não se deve facilitar que um telespectador troque, por exemplo, o canal da TPA para ver o canal luso, por alegada falta de qualidade. Somos tão profissionais quanto eles e devemos usar as mesmas técnicas e os mesmos métodos”, reforçou.

Para Teixeira Cândido, isso não significa exigir demais, não quer dizer que a TPA tenha que ter os estúdios centrais iguais aos da SIC, porque o que fala não são os estúdios, mas os profissionais, se bem treinados.

Ao longo da formação, os participantes abordaram, entre outras, questões relacionadas com o Orçamento Geral do Estado, a Lei de Contratação Pública e a Lei das Medidas Cautelares. 

Em sessões bidiárias, durante os dias de abordagens, os jornalistas afloraram ainda aspectos inerentes à “Introdução dos direitos humanos – visão geral”, “direito à informação”, "direito à liberdade de imprensa", "fundamentos do jornalismo investigativo", "objectivo da investigação jornalística", "direcção e complementaridade entre jornalismo convencional e jornalismo investigativo", "papel da investigação jornalística na promoção dos direitos humanos", "ética e deontologia profissionais".