SJA segue caso de jornalistas da Despertar

  • Jornalistas retratam actividade mineira do país
Luanda - O Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA) declarou, nesta terça-feira, que está a acompanhar com atenção a situação dos profissionais da Rádio Despertar, alegadamente suspensos da sua actividade sem "justa causa".

Na passada quinta-feira (5), nove profissionais da estação emissora ligada à UNITA ameaçaram apresentar queixa-crime à Procuradoria-Geral da República (PGR), por suposto incumprimento das  obrigações da entidade empregadora.

Em conferência de imprensa, o jornalista e representante do núcleo do Sindicato dos Jornalistas Angolanos na Rádio Despertar, João Walter dos Santos, negou terem recebido qualquer notificação oficial da direcção da rádio.

Na base da queixa-crime está a suspensão dos jornalistas das suas actividades laborais, há cerca de uma semana, por reivindicarem salários em atraso e melhores condições de trabalho.

Conforme o sindicalista, os profissionais exigem condições de trabalho e o pagamento dos seus ordenados que registam três meses de atraso.

No seu comunicado, o SJA afirma ter feito diligências juntos das estruturas competentes da Rádio, tendo recebido garantias de que os salários serão pagos até ao final de Novembro.

"Face às garantias que o SJA recebeu, e não tendo se cumprido ainda o prazo (mês de Novembro), não viu (sindicato) razões para um procedimento público, postura que tem adoptado em todas as situações de âmbito laboral", lê-se na nota, enviada à ANGOP.

O órgão sindical adianta que continua a velar pelos direitos dos jornalistas, afirmando não ter recebido informação sobre uma eventual discriminação dos profissionais da rádio, em virtude da sua filiação ou não na UNITA.

Reafirma, por outro lado, a leadade contínua aos filiados, e a defesa incondicional dos associados, seja qual for o órgão para o qual trabalham.

Na passada quinta-feira (5), nove profissionais da estação emissora ligada à UNITA ameaçaram apresentar queixa-crime à Procuradoria-Geral da República (PGR), por suposto incumprimento das  obrigações da entidade empregadora.

Em conferência de imprensa, o jornalista e representante do núcleo do Sindicato dos Jornalistas Angolanos na Rádio Despertar, João Walter dos Santos, negou terem recebido qualquer notificação oficial da direcção da rádio.

Na base da queixa-crime está a suspensão dos jornalistas das suas actividades laborais, há cerca de uma semana, por reivindicarem salários em atraso e melhores condições de trabalho.

Conforme o sindicalista, os profissionais exigem condições de trabalho e o pagamento dos seus ordenados que registam três meses de atraso.

No seu comunicado, o SJA afirma ter feito diligências juntos das estruturas competentes da Rádio, tendo recebido garantias de que os salários serão pagos até ao final de Novembro.

"Face às garantias que o SJA recebeu, e não tendo se cumprido ainda o prazo (mês de Novembro), não viu (sindicato) razões para um procedimento público, postura que tem adoptado em todas as situações de âmbito laboral", lê-se na nota, enviada à ANGOP.

O órgão sindical adianta que continua a velar pelos direitos dos jornalistas, afirmando não ter recebido informação sobre uma eventual discriminação dos profissionais da rádio, em virtude da sua filiação ou não na UNITA.

Reafirma, por outro lado, a leadade contínua aos filiados, e a defesa incondicional dos associados, seja qual for o órgão para o qual trabalham.