Sociedade rende último tributo ao rei dos Mbundas

  • Mwene Bandu III - Rei dos M'bundas
Luena – Várias personalidades, entre membros do governo provincial do Moxico, deputados, sociedade civil e representantes de partidos políticos, renderam, esta segunda-feira, no Luena, o último tributo ao rei dos Mbundas, Mwene Mbandu III, falecido na última terça-feira, vítima de doença.

O acto símbólico, que reuniu várias personalidades da província, teve lugar no complexo do Monumento à Paz, na cidade do Luena.

Na ocasião, o governador provincial do Moxico, Gonçalves Muandumba, destacou as virtudes do rei, que, segundo o governante, foram marcadas pelo amor e dedicação ao país, através da busca e preservação dos valores e cultura.

No seu breve discurso, o governante enalteceu, igualmente, a personalidade reconciliadora do malogrado, que durante a sua vivência procurou estabelecer pontes e consensos, cujas competências académicas adquiridas se ajustavam com o título que ostentava.

Por sua vez, numa nota, o governador provincial da Lunda Sul, Daniel Félix Neto, destacou o espírito humanista do rei que se notabilizou na defesa da cultura nacional.

Já os deputados do círculo provincial do Moxico consideram que o soberano da tribo Mbunda, para além de ser um fiel intérprete dos mais elevados anseios culturais do seu povo, contribui significativamente no reforço das políticas públicas do executivo angolano.

O MPLA no Moxico destaca que “o país perdeu um homem íntegro com uma vasta trajectória na cultura africana, munido de um saber abrangente e historiador de excelência”.

Entronizado há 13 anos, a autoridade tradicional máxima do povo Mbunda, abundante na região sul do Moxico e países vizinhos, foi internado, no HGM, com problemas de hipertensão e níveis de glicemia irregular, que agravou-se após ser-lhe diagnosticado Covid-19.

O reino dos Mbundas abrange os municípios dos Bundas e Luchazes, província do Moxico e estende-se ao Cuando Cubango, ambas províncias do leste e sudeste de Angola, assim como às repúblicas da Zâmbia, Namíbia, Zimbabwe e do Congo Democrático.

A autoridade tradicional deixou esposa, três filhos e 13 netos.

O acto símbólico, que reuniu várias personalidades da província, teve lugar no complexo do Monumento à Paz, na cidade do Luena.

Na ocasião, o governador provincial do Moxico, Gonçalves Muandumba, destacou as virtudes do rei, que, segundo o governante, foram marcadas pelo amor e dedicação ao país, através da busca e preservação dos valores e cultura.

No seu breve discurso, o governante enalteceu, igualmente, a personalidade reconciliadora do malogrado, que durante a sua vivência procurou estabelecer pontes e consensos, cujas competências académicas adquiridas se ajustavam com o título que ostentava.

Por sua vez, numa nota, o governador provincial da Lunda Sul, Daniel Félix Neto, destacou o espírito humanista do rei que se notabilizou na defesa da cultura nacional.

Já os deputados do círculo provincial do Moxico consideram que o soberano da tribo Mbunda, para além de ser um fiel intérprete dos mais elevados anseios culturais do seu povo, contribui significativamente no reforço das políticas públicas do executivo angolano.

O MPLA no Moxico destaca que “o país perdeu um homem íntegro com uma vasta trajectória na cultura africana, munido de um saber abrangente e historiador de excelência”.

Entronizado há 13 anos, a autoridade tradicional máxima do povo Mbunda, abundante na região sul do Moxico e países vizinhos, foi internado, no HGM, com problemas de hipertensão e níveis de glicemia irregular, que agravou-se após ser-lhe diagnosticado Covid-19.

O reino dos Mbundas abrange os municípios dos Bundas e Luchazes, província do Moxico e estende-se ao Cuando Cubango, ambas províncias do leste e sudeste de Angola, assim como às repúblicas da Zâmbia, Namíbia, Zimbabwe e do Congo Democrático.

A autoridade tradicional deixou esposa, três filhos e 13 netos.