Sociólogo aponta caminhos para resgate de valores

Huambo – O sociólogo Atanagildo Paulo de Castro disse, esta quinta-feira, que o resgate dos valores culturais, cívicos e morais depende da elaboração de uma estratégia de investigação social profunda, baseada na dinâmica de crescimento da sociedade.

Em declarações à ANGOP, a propósito do processo de resgate dos valores morais em Angola, o especialista para as questões sociais referiu que as políticas implementadas nesta vertente têm gerado algum insucesso devido ao seu desalinhamento com a dinâmica e os desafios actuais da sociedade.

Por isso, Atanagildo Paulo de Castro defende que esta estratégia investigativa deve estar enquadrada no contexto actual da sociedade, a fim de fortalecer a identidade cultural angolana.

Disse que a actual dinâmica social tem colocado em causa a padronização dos valores, pelo que é indispensável estudos constantes para a sua adequação à evolução da sociedade.

Por sua vez, o padre Feliciano Nanga Ngololo defendeu a redefinição do processo de resgate dos valores morais, sobretudo nesta era da globalização, que tem influenciado negativamente as gerações mais jovens.

Nesta conformidade, o sacerdote católico afirmou que a preservação e divulgação de identidade cultural angolana no contexto da globalização garante a estabilidade social, numa era bastante moderna e com enormes desafios do ponto de vista de aculturação.

Já a jurista Teodora Chivela pede ao Governo que trabalhe na reformulação dos currículos escolares, colocando conteúdos voltados à realidade sócio-cultural do país, para reforçar o processo de transmissão de valores e, ao mesmo tempo, garantir a essência dos hábitos e costumes angolanos.

Lembrou que a preservação dos valores culturais, morais e cívicos exige, acima de tudo, a revisão dos currículos escolares, para que esta temática seja abordada nas escolas como uma componente interdisciplinar.

 

Em declarações à ANGOP, a propósito do processo de resgate dos valores morais em Angola, o especialista para as questões sociais referiu que as políticas implementadas nesta vertente têm gerado algum insucesso devido ao seu desalinhamento com a dinâmica e os desafios actuais da sociedade.

Por isso, Atanagildo Paulo de Castro defende que esta estratégia investigativa deve estar enquadrada no contexto actual da sociedade, a fim de fortalecer a identidade cultural angolana.

Disse que a actual dinâmica social tem colocado em causa a padronização dos valores, pelo que é indispensável estudos constantes para a sua adequação à evolução da sociedade.

Por sua vez, o padre Feliciano Nanga Ngololo defendeu a redefinição do processo de resgate dos valores morais, sobretudo nesta era da globalização, que tem influenciado negativamente as gerações mais jovens.

Nesta conformidade, o sacerdote católico afirmou que a preservação e divulgação de identidade cultural angolana no contexto da globalização garante a estabilidade social, numa era bastante moderna e com enormes desafios do ponto de vista de aculturação.

Já a jurista Teodora Chivela pede ao Governo que trabalhe na reformulação dos currículos escolares, colocando conteúdos voltados à realidade sócio-cultural do país, para reforçar o processo de transmissão de valores e, ao mesmo tempo, garantir a essência dos hábitos e costumes angolanos.

Lembrou que a preservação dos valores culturais, morais e cívicos exige, acima de tudo, a revisão dos currículos escolares, para que esta temática seja abordada nas escolas como uma componente interdisciplinar.