Suspensa greve dos trabalhadores públicos em Benguela

  • Trabalhadores organizados em sindicatos
Benguela – Cerca de 10 mil trabalhadores de base da administração pública, dos 10 municípios da província de Benguela, retomaram, esta quinta-feira, a sua actividade laboral, depois da paralisação registada na última terça-feira (4), apurou a ANGOP.

Decretada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública, Saúde e Serviços, os grevistas exigiam a actualização das respectivas categorias e da situação remuneratória.

Entretanto, o levantamento da greve resulta de um acordo assinado em acta, entre a direcção nacional do sindicato e o Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), a 3 do mês em curso, em que se estabeleceu um prazo de três meses para recolha dos dados dos funcionários, a nível nacional, relativamente ao nível académico, tempo de serviço e de permanência na categoria actual.

Segundo o secretário-geral do Sindicato da Administração Pública, Saúde e Serviços em Benguela, Custódio Cupessala, receberam já uma cópia do referido acordo, assinado pelo secretário de Estado da Administração Pública, Vânio Americano, em representação da titular do sector (ausente), o que dá maior credibilidade ao processo.

“Aceitamos suspender a greve por três meses, porque acreditamos na resolução do problema”, disse.

Na mesma senda, disse que o sindicato aceita uma actualização das categorias de forma gradual, começando por aqueles que estão próximos do processo de reforma, mas “o que não está correcto é que os funcionários se mantenham nas mesmas categorias de modo indefinido”, enfatizou.

Por essa razão, acrescentou, “se num período de três meses isso não acontecer, a greve vai ser generalizada, a nível nacional, aliás, Benguela serviu de ponto de partida”.

Discordou das afirmações de Vânio Americano, segundo as quais a greve foi ilegal, justificando que a “dinâmica e acção” dos trabalhadores de Benguela foi forte e nunca esteve à margem da lei.

Segundo o sindicalista, só tiveram acesso ao documento, que comprova o acordo entre o sindicato e o governo, na tarde desta quarta-feira (5), durante um encontro com o governador Luís Nunes.

 “Só foi levantada a greve, porque veio um documento credível”, afirmou, assegurando que aguardam pelos próximos desenvolvimentos.

Por outro lado, informou que o encontro com o governador Luís Nunes foi bastante cordial e proveitoso, tendo este apelado ao bom senso das partes.

Segundo os grevistas, a última actualização de categoria da carreira geral aconteceu há cerca de 20 anos, sem ser abrangente aos funcionários de base, encontrando-se muitos a auferirem Kz 37 mil, mesmo com formação superior.

De recordar que, na última quarta-feira (5), o secretário-geral em exercício da Federação dos Sindicatos da Administração Pública, Saúde e Serviços, Manuel Clemente Pedro, orientou, em Luanda, a suspensão da greve dos funcionários da administração pública na província de Benguela.

Segundo o responsável, a greve violava o acordo assinado em acta com o Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), a 3 do mês em curso.

Conforme Manuel Clemente, o sindicato foi surpreendido, na terça-feira, por Benguela decretar a greve, mesmo depois do acordo com o governo no dia anterior.

O sindicalista apelou a calma aos funcionários, frisando que o trabalho está a ser feito, findo o prazo voltarão a sentar com o MAPTSS.

Decretada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública, Saúde e Serviços, os grevistas exigiam a actualização das respectivas categorias e da situação remuneratória.

Entretanto, o levantamento da greve resulta de um acordo assinado em acta, entre a direcção nacional do sindicato e o Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), a 3 do mês em curso, em que se estabeleceu um prazo de três meses para recolha dos dados dos funcionários, a nível nacional, relativamente ao nível académico, tempo de serviço e de permanência na categoria actual.

Segundo o secretário-geral do Sindicato da Administração Pública, Saúde e Serviços em Benguela, Custódio Cupessala, receberam já uma cópia do referido acordo, assinado pelo secretário de Estado da Administração Pública, Vânio Americano, em representação da titular do sector (ausente), o que dá maior credibilidade ao processo.

“Aceitamos suspender a greve por três meses, porque acreditamos na resolução do problema”, disse.

Na mesma senda, disse que o sindicato aceita uma actualização das categorias de forma gradual, começando por aqueles que estão próximos do processo de reforma, mas “o que não está correcto é que os funcionários se mantenham nas mesmas categorias de modo indefinido”, enfatizou.

Por essa razão, acrescentou, “se num período de três meses isso não acontecer, a greve vai ser generalizada, a nível nacional, aliás, Benguela serviu de ponto de partida”.

Discordou das afirmações de Vânio Americano, segundo as quais a greve foi ilegal, justificando que a “dinâmica e acção” dos trabalhadores de Benguela foi forte e nunca esteve à margem da lei.

Segundo o sindicalista, só tiveram acesso ao documento, que comprova o acordo entre o sindicato e o governo, na tarde desta quarta-feira (5), durante um encontro com o governador Luís Nunes.

 “Só foi levantada a greve, porque veio um documento credível”, afirmou, assegurando que aguardam pelos próximos desenvolvimentos.

Por outro lado, informou que o encontro com o governador Luís Nunes foi bastante cordial e proveitoso, tendo este apelado ao bom senso das partes.

Segundo os grevistas, a última actualização de categoria da carreira geral aconteceu há cerca de 20 anos, sem ser abrangente aos funcionários de base, encontrando-se muitos a auferirem Kz 37 mil, mesmo com formação superior.

De recordar que, na última quarta-feira (5), o secretário-geral em exercício da Federação dos Sindicatos da Administração Pública, Saúde e Serviços, Manuel Clemente Pedro, orientou, em Luanda, a suspensão da greve dos funcionários da administração pública na província de Benguela.

Segundo o responsável, a greve violava o acordo assinado em acta com o Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social (MAPTSS), a 3 do mês em curso.

Conforme Manuel Clemente, o sindicato foi surpreendido, na terça-feira, por Benguela decretar a greve, mesmo depois do acordo com o governo no dia anterior.

O sindicalista apelou a calma aos funcionários, frisando que o trabalho está a ser feito, findo o prazo voltarão a sentar com o MAPTSS.