Taxistas ameaçam paralisar actividades em Luanda

  • Pormenor de uma paragem de táxis, vulgo Candogueiros, em Luanda
Luanda – Os taxistas na província de Luanda ameaçam paralisar as actividades nos dia  1, 2 e 3  de Março, alegadamente devido  a excesso na actuação da Polícia Nacional, discriminação, mau estado das vias, exclusão dos taxistas das políticas públicas, entre outras inquietações.

Os taxistas manifestam descontentamento pelo facto de serem “vítimas” de um excesso de rigor na fiscalização por parte da polícia de trânsito no que toca a lotação das viaturas, ao contrário do que acontece com os transportes públicos (autocarros) que se apresentam nas vias completamente lotados, desrespeitando a orientação dos 75 por cento.

Francisco Paciente, da  Associação dos Taxistas de Luanda, aponta ainda as condições e o mau estados das vias, que estão a dificultar o trabalho dos associados.

“Essa decisão foi tomada depois  de termos tentando vários diálogos e documentos enviados nas instituições de competência  com os pontos de insatisfação dos taxistas”, explicou.

O líder da associação disse que as políticas públicas excluem  as classes e os pontos reivindicados junto do Instituto Nacional de Segurança Social para a inserção dos associados no sistema d segurança social e a criação de uma carteira profissional são ignorados. 

Os taxistas manifestam descontentamento pelo facto de serem “vítimas” de um excesso de rigor na fiscalização por parte da polícia de trânsito no que toca a lotação das viaturas, ao contrário do que acontece com os transportes públicos (autocarros) que se apresentam nas vias completamente lotados, desrespeitando a orientação dos 75 por cento.

Francisco Paciente, da  Associação dos Taxistas de Luanda, aponta ainda as condições e o mau estados das vias, que estão a dificultar o trabalho dos associados.

“Essa decisão foi tomada depois  de termos tentando vários diálogos e documentos enviados nas instituições de competência  com os pontos de insatisfação dos taxistas”, explicou.

O líder da associação disse que as políticas públicas excluem  as classes e os pontos reivindicados junto do Instituto Nacional de Segurança Social para a inserção dos associados no sistema d segurança social e a criação de uma carteira profissional são ignorados.