Templos da IURD vandalizados

  • Fachada da Igreja Universal do Alvalade
Luanda - Dois templos da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Angola foram vandalizados por marginais desconhecidos, na madrugada deste domingo, confirmou à ANGOP fonte da comissão de reforma da instituição religiosa.

Os casos ocorreram na catedral do bairro Morro Bento, distrito urbano da Samba, município de Luanda, e no cenáculo-sede da província de Malange, imóveis que se encontram apreendidos pela Procuradoria-Geral da República (PGR) .

Em declarações à ANGOP, o porta-voz da comissão da reforma da congregação, Gime Inácio, informou que praticamente todo o material usado para a realização de cultos, como aparelhos de som e teclados, foi vandalizado durante os assaltos.

Conforme o religioso, o acto terá sido praticado por 20 a 25 marginais que se apresentaram "fortemente armados", tendo levado impressoras e ar condicionados, além de partirem os vidros da entrada frontal do templo do Morro Bento. 

Afirmou que, apesar da virilidade dos marginais, não houve vítimas humanas.

Já o porta-voz do comando provincial da Polícia Nacional em Luanda, inspector-chefe Nestor Goubel, confirmou que foram roubadas quatro colunas, igual número de unidades de som, três aparelhos de ar condicionado, igual quantidade de amplificadores e um projector de imagens.

Informou que a Polícia Nacional já está a investigar o caso e acções estão em curso no sentido de deter os suspeitos  e esclarecer o caso, o mais rápido possível.

Os templos da IURD Angola passaram a ter como fiéis depositários o Instituto Nacional dos Assuntos Religiosos (INAR), ao abrigo de uma recente decisão da PGR sobre um diferendo entre pastores e bispos angolanos e brasileiros.

A ANGOP contactou a direcção do INAR, que remeteu o caso à Polícia Nacional e à PGR.     

Em nota de imprensa, chegada à ANGOP na noite deste domingo, a comissão de reforma da IURD Angola condenou os actos de vandalização, e apelou às autoridades para trabalharem no sentido da descoberta dos autores materiais dos crimes.

No comunicado, apela-se aos membros, obreiros e pastores da igreja para manterem-se calmos, preservando a paz e cultivando a reconciliação entre os fiéis.

 

Os casos ocorreram na catedral do bairro Morro Bento, distrito urbano da Samba, município de Luanda, e no cenáculo-sede da província de Malange, imóveis que se encontram apreendidos pela Procuradoria-Geral da República (PGR) .

Em declarações à ANGOP, o porta-voz da comissão da reforma da congregação, Gime Inácio, informou que praticamente todo o material usado para a realização de cultos, como aparelhos de som e teclados, foi vandalizado durante os assaltos.

Conforme o religioso, o acto terá sido praticado por 20 a 25 marginais que se apresentaram "fortemente armados", tendo levado impressoras e ar condicionados, além de partirem os vidros da entrada frontal do templo do Morro Bento. 

Afirmou que, apesar da virilidade dos marginais, não houve vítimas humanas.

Já o porta-voz do comando provincial da Polícia Nacional em Luanda, inspector-chefe Nestor Goubel, confirmou que foram roubadas quatro colunas, igual número de unidades de som, três aparelhos de ar condicionado, igual quantidade de amplificadores e um projector de imagens.

Informou que a Polícia Nacional já está a investigar o caso e acções estão em curso no sentido de deter os suspeitos  e esclarecer o caso, o mais rápido possível.

Os templos da IURD Angola passaram a ter como fiéis depositários o Instituto Nacional dos Assuntos Religiosos (INAR), ao abrigo de uma recente decisão da PGR sobre um diferendo entre pastores e bispos angolanos e brasileiros.

A ANGOP contactou a direcção do INAR, que remeteu o caso à Polícia Nacional e à PGR.     

Em nota de imprensa, chegada à ANGOP na noite deste domingo, a comissão de reforma da IURD Angola condenou os actos de vandalização, e apelou às autoridades para trabalharem no sentido da descoberta dos autores materiais dos crimes.

No comunicado, apela-se aos membros, obreiros e pastores da igreja para manterem-se calmos, preservando a paz e cultivando a reconciliação entre os fiéis.