Trabalhadores do CFB ameaçam entrar em greve

Lobito – O Sindicato dos Trabalhadores do Caminho de Ferro de Benguela (CFB) manifestou esta terça-feira a intenção de avançar com uma greve, por falta de resposta do Conselho de Administração da empresa ao seu caderno reivindicativo.

Segundo o  representante do sindicato, Mário Saculemba, que falava à Rádio Lobito, caso não haja nenhuma resposta nas próximas horas vão decretar a greve por tempo indeterminado, uma vez que já passaram os cinco dias previstos pela lei para a direcção se pronunciar.

Entre as reclamações, constam o aumento do salário, cujo acréscimo de 30 por cento  já foi prometido desde 2019, e a melhoria das condições de trabalho.

A cesta básica e a reintegração dos trabalhadores expulsos por causa do acidente de comboios, ocorrido na província do Bié, no qual foram considerados culpados, são outros assuntos reivindicados pelos trabalhadores.

Entretanto, o responsável do gabinete jurídico da empresa, Aristides Sebastião,  assegurou que a direcção está disposta a negociar com a comissão sindical para resolver este problema.

Quanto ao incumprimento do aumento salarial, atribuiu à Covid-19, uma vez que o CFB foi obrigado a reduzir o número de comboios, tanto de passageiros, como de mercadorias, situação que fez baixar consideravelmente as suas  receitas.

Segundo o  representante do sindicato, Mário Saculemba, que falava à Rádio Lobito, caso não haja nenhuma resposta nas próximas horas vão decretar a greve por tempo indeterminado, uma vez que já passaram os cinco dias previstos pela lei para a direcção se pronunciar.

Entre as reclamações, constam o aumento do salário, cujo acréscimo de 30 por cento  já foi prometido desde 2019, e a melhoria das condições de trabalho.

A cesta básica e a reintegração dos trabalhadores expulsos por causa do acidente de comboios, ocorrido na província do Bié, no qual foram considerados culpados, são outros assuntos reivindicados pelos trabalhadores.

Entretanto, o responsável do gabinete jurídico da empresa, Aristides Sebastião,  assegurou que a direcção está disposta a negociar com a comissão sindical para resolver este problema.

Quanto ao incumprimento do aumento salarial, atribuiu à Covid-19, uma vez que o CFB foi obrigado a reduzir o número de comboios, tanto de passageiros, como de mercadorias, situação que fez baixar consideravelmente as suas  receitas.