UE disponibiliza mais de dez milhões de euros

  • AGRICULTURA
Lubango – A União Europeia vai disponibilizar, neste trimestre, dez milhões, 019 mil e 917 Euros para apoio ao programa contra à seca.

Denominado Programa de Fortalecimento da Resiliência Segurança Alimentar e Nutricional em Angola (FRESAN), o mesmo está em execução desde 2015 nas províncias da Huíla, Namibe e Cunene.

A iniciativa faz parte de um esforço conjunto da União Europeia com o Governo de Angola para promover a resiliência de comunidades afectadas pela seca e outras alterações climáticas no sul de Angola.

Em 2020, a organização disponibilizou 3,5 mil milhões de euros, para apoiar o programa nutricional em Angola e este ano já foi lançado o concurso para que as organizações não-governamentais interessadas possam ter acesso a esse financiamento.

Em declarações, quarta-feira, à Angop, no Lubango, o porta-voz do FRESAN na Huíla, Ricardo Martins, disse que pretende-se  dar oportunidade as organizações da sociedade civil, de acordo com as suas áreas de actuação e experiência, para que intervenham nas comunidades afectadas.

O projecto, observou, permite que essas organizações trabalhem com as comunidades e façam propostas para a melhoria da segurança alimentar e nutricional, através do reforço da produção agrícola e apoio ao desenvolvimento das instituições.

Referiu que o FRESAN está a contribuir para o apoio ao desenvolvimento a curto e médio prazo das famílias rurais e suas comunidades, que viram a sua condição de vida agravar-se devido à seca.

Denominado Programa de Fortalecimento da Resiliência Segurança Alimentar e Nutricional em Angola (FRESAN), o mesmo está em execução desde 2015 nas províncias da Huíla, Namibe e Cunene.

A iniciativa faz parte de um esforço conjunto da União Europeia com o Governo de Angola para promover a resiliência de comunidades afectadas pela seca e outras alterações climáticas no sul de Angola.

Em 2020, a organização disponibilizou 3,5 mil milhões de euros, para apoiar o programa nutricional em Angola e este ano já foi lançado o concurso para que as organizações não-governamentais interessadas possam ter acesso a esse financiamento.

Em declarações, quarta-feira, à Angop, no Lubango, o porta-voz do FRESAN na Huíla, Ricardo Martins, disse que pretende-se  dar oportunidade as organizações da sociedade civil, de acordo com as suas áreas de actuação e experiência, para que intervenham nas comunidades afectadas.

O projecto, observou, permite que essas organizações trabalhem com as comunidades e façam propostas para a melhoria da segurança alimentar e nutricional, através do reforço da produção agrícola e apoio ao desenvolvimento das instituições.

Referiu que o FRESAN está a contribuir para o apoio ao desenvolvimento a curto e médio prazo das famílias rurais e suas comunidades, que viram a sua condição de vida agravar-se devido à seca.