UNESCO apresenta projecto comunidade com consciência sustentável

  • Alexandre Costa (à esq.), ecretário permanente da UNESCO –Angola (Arquivo)
Luanda- O Projecto "Comunidade com Consciência Sustentável", que visa promover acções educativas nas comunidades rurais vulneráveis, foi apresentado, esta segunda-feira, em Luanda, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

O projecto, a ser desenvolvido nas províncias de Luanda e do Bengo, entre Junho de 2021 a Agosto de 2022, visa resolver problemas locais centrados na educação, ambiente, saúde, saneamento básico e na equidade social, com o estabelecimento de sinergias e criação de um contexto sócio-educativo activo, dinâmico e gerador de praticas sustentáveis ao estilo de vida da comunidade.

Segundo se soube, a implementação do projecto vai utilizar o potencial humano, os recursos e saberes locais, para potenciar jovens e adultos de conhecimentos e orientações.

A ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves, considerou que o projecto "tem pernas para andar", porque integra a comunidade, tem uma acção multisectorial e objectivos bem definidos, salientando que se deve executar por etapas, indo buscar as carências primordiais.

Faustina Alves referiu que existe no país um projecto que facilita a construção de casas sociais, com material local, em Icolo e Bengo, para albergar estas famílias, seguindo-se a inclusão produtiva, de acordo com a área favorável à prática da agricultura e da avicultura.

Na província de Luanda, o projecto será desenvolvido nas localidades de Cassaka 2, em Calumbo (Viana), Tande 2, em Cacuaco, Sangano e Bom Jesus, em Icolo e Bengo, enquanto na província do Bengo será na comuna de Kikabo.

Segundo o secretário permanente da Comissão Nacional para a UNESCO, Alexandre Costa, trata-se de um projecto de interligação, que vai tentar unir vários programas já existentes nas comunidades e integrar e  identificar novas forças dentro para que sejam sustentáveis, frisou.

Com este projecto, adiantou, foram já identificados, na província do Bengo, algumas debilidades e pretende-se criar sinergias para que a população possa apostar em formas sustentáveis das suas vidas.

Sem avançar o número de beneficiários, disse que está em curso o levantamento das necessidades, pois as comunidades variam muito e os principais desafios prendem-se com a falta de escolas, postos de saúde, fraco saneamento, desemprego, meninas em idade escolar com filhos que precisam de ser assistidos, de forma única por todos os sectores, que trabalham em prol das populações.

O projecto divide-se em três etapas, designadamente sensibilização, planificação e implementação e monitoria e avaliação, estando alinhado ao Plano de Desenvolvimento Nacional 2018/2022 e a Agenda das Nações Unidas 2030.

O projecto, a ser desenvolvido nas províncias de Luanda e do Bengo, entre Junho de 2021 a Agosto de 2022, visa resolver problemas locais centrados na educação, ambiente, saúde, saneamento básico e na equidade social, com o estabelecimento de sinergias e criação de um contexto sócio-educativo activo, dinâmico e gerador de praticas sustentáveis ao estilo de vida da comunidade.

Segundo se soube, a implementação do projecto vai utilizar o potencial humano, os recursos e saberes locais, para potenciar jovens e adultos de conhecimentos e orientações.

A ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves, considerou que o projecto "tem pernas para andar", porque integra a comunidade, tem uma acção multisectorial e objectivos bem definidos, salientando que se deve executar por etapas, indo buscar as carências primordiais.

Faustina Alves referiu que existe no país um projecto que facilita a construção de casas sociais, com material local, em Icolo e Bengo, para albergar estas famílias, seguindo-se a inclusão produtiva, de acordo com a área favorável à prática da agricultura e da avicultura.

Na província de Luanda, o projecto será desenvolvido nas localidades de Cassaka 2, em Calumbo (Viana), Tande 2, em Cacuaco, Sangano e Bom Jesus, em Icolo e Bengo, enquanto na província do Bengo será na comuna de Kikabo.

Segundo o secretário permanente da Comissão Nacional para a UNESCO, Alexandre Costa, trata-se de um projecto de interligação, que vai tentar unir vários programas já existentes nas comunidades e integrar e  identificar novas forças dentro para que sejam sustentáveis, frisou.

Com este projecto, adiantou, foram já identificados, na província do Bengo, algumas debilidades e pretende-se criar sinergias para que a população possa apostar em formas sustentáveis das suas vidas.

Sem avançar o número de beneficiários, disse que está em curso o levantamento das necessidades, pois as comunidades variam muito e os principais desafios prendem-se com a falta de escolas, postos de saúde, fraco saneamento, desemprego, meninas em idade escolar com filhos que precisam de ser assistidos, de forma única por todos os sectores, que trabalham em prol das populações.

O projecto divide-se em três etapas, designadamente sensibilização, planificação e implementação e monitoria e avaliação, estando alinhado ao Plano de Desenvolvimento Nacional 2018/2022 e a Agenda das Nações Unidas 2030.