UA disponibiliza 150 mil dólares para apoiar refugiados em Angola

  • Visita da Comissária para a Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação da Comissão da União Africana, Sarah Agbor, (à esq) ao centro de refugiados de Viana
Luanda - A União Africana (UA) disponibilizou 150 mil dólares para apoiar os 56 mil 497 refugiados que vivem em Angola, informou hoje, quarta-feira, a comissária da organização para Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação, Sarah Agbor.

A responsável prestou esta informação num encontro com os refugiados da República Democrática do Congo (RDC), Burundi, Rwanda, Serra Leoa, República da Guiné, Tchad e Libéria, que vivem no município de Viana, em Luanda.

Segundo a comissária, a União Africana está solidária com as dificuldades enfrentadas pelos refugiados em Angola, adiantando que ''um dia, estes refugiados vão poder encontrar os seus familiares e juntos recuperarem os momentos perdidos, ao longo desta separação''.

Agradeceu o governo angolano, pelo alojamento dos refugiados localizados em território nacional.

Por seu lado, a secretária para a coordenação geral dos refugiados em Angola, Kassanga Petronie, disse que, neste momento, estão preocupados com a falta de registo de nascimento dos filhos, admissão ao ensino académico, desemprego e a demora dos processos para a obtenção de asilo.

Por esse facto, foi solicitado ao governo angolano e a União Africana a incentivarem o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) a reinstalarem os refugiados com necessidades especiais.

O administrador municipal de Viana, Manuel Pimentel, disse que o apoio aos refugiados instalados na sua área de jurisdição vai ser contínuo.

A visita ao centro de refugiados de Viana contou com a presença de representantes dos ministérios das Relações Exteriores, da Acção Social, Família e Promoção da Mulher e do Interior, entre outros convidados.

A responsável prestou esta informação num encontro com os refugiados da República Democrática do Congo (RDC), Burundi, Rwanda, Serra Leoa, República da Guiné, Tchad e Libéria, que vivem no município de Viana, em Luanda.

Segundo a comissária, a União Africana está solidária com as dificuldades enfrentadas pelos refugiados em Angola, adiantando que ''um dia, estes refugiados vão poder encontrar os seus familiares e juntos recuperarem os momentos perdidos, ao longo desta separação''.

Agradeceu o governo angolano, pelo alojamento dos refugiados localizados em território nacional.

Por seu lado, a secretária para a coordenação geral dos refugiados em Angola, Kassanga Petronie, disse que, neste momento, estão preocupados com a falta de registo de nascimento dos filhos, admissão ao ensino académico, desemprego e a demora dos processos para a obtenção de asilo.

Por esse facto, foi solicitado ao governo angolano e a União Africana a incentivarem o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) a reinstalarem os refugiados com necessidades especiais.

O administrador municipal de Viana, Manuel Pimentel, disse que o apoio aos refugiados instalados na sua área de jurisdição vai ser contínuo.

A visita ao centro de refugiados de Viana contou com a presença de representantes dos ministérios das Relações Exteriores, da Acção Social, Família e Promoção da Mulher e do Interior, entre outros convidados.