Unidade Técnica de Luanda inicia limpeza das valas em Julho

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Luanda – A Unidade Técnica de Gestão de Saneamento de Luanda (UTGSL) pretende iniciar a limpeza e o desassoreamento das valas de drenagem na segunda quinzena do mês de Julho do ano em curso.

Em declarações à Angop, nesta terça-feira, o chefe de Departamento de Cadastro da instituição, Henrique Tavira, disse que a  UTGSL espera pela disponibilidade financeira para a execução da empreitada que deve acontecer logo que os recursos financeiros existam.

Deu a conhecer que o trabalho vai incidir na recolha dos resíduos sólidos, em estancar ravinas das linhas de água não estruturadas, que surgem durante a época da chuva.

A acção para o impedimento do desenvolvimento das ravinas, segundo a fonte, consiste em repor o que está danificado de modo a manter o leito da vala ou da linha da água para que haja um escoamento natural até ao ponto receptor.

Precisou que as valas que mais preocupam a UTGSL, do ponto de vista estratégico, são a do Cazenga/Cariango, Suroca, Agosmil, sobre a Bacia dos Munlevos, Cabamba (Rio Cabamba), Kifica, Camuxiba e Cabolombo,  que de forma regular têm merecido a manutenção.

Em relação a vala da Olímpio Macueria, no distrito urbano do Neves Bendinha, município de Luanda, que desabou em Fevereiro de 2019, em consequência da chuva, disse que os trabalhos de reabilitação da Passagem Hidráulica (PH) já foram concluídos, precisando que falta os órgão centrais adjudicaram valores para a pavimentação.

Questionado sobre a vala de drenagem do Zango, no município de Viana, precisou que é da responsabilidade do Ministério das Obras Publicas e Ordenamento do Território, tendo sugerido que para se evitar mortes a mesma seja concluída o mais urgente possível, o que ajudaria a diminuir os grandes volumes de água.

Quanto a possibilidade do surgimento do rio Luanda, no actual rio Cabamba, precisou que existem projectos para melhor aproveitamento da água da chuva ou residual que confina no espaço.

A UTGSL foi criada em 2010 por Decreto Presidencial para criar um Programa Directório da Micro e Macro Drenagem das Águas na Província de Luanda.

 

Em declarações à Angop, nesta terça-feira, o chefe de Departamento de Cadastro da instituição, Henrique Tavira, disse que a  UTGSL espera pela disponibilidade financeira para a execução da empreitada que deve acontecer logo que os recursos financeiros existam.

Deu a conhecer que o trabalho vai incidir na recolha dos resíduos sólidos, em estancar ravinas das linhas de água não estruturadas, que surgem durante a época da chuva.

A acção para o impedimento do desenvolvimento das ravinas, segundo a fonte, consiste em repor o que está danificado de modo a manter o leito da vala ou da linha da água para que haja um escoamento natural até ao ponto receptor.

Precisou que as valas que mais preocupam a UTGSL, do ponto de vista estratégico, são a do Cazenga/Cariango, Suroca, Agosmil, sobre a Bacia dos Munlevos, Cabamba (Rio Cabamba), Kifica, Camuxiba e Cabolombo,  que de forma regular têm merecido a manutenção.

Em relação a vala da Olímpio Macueria, no distrito urbano do Neves Bendinha, município de Luanda, que desabou em Fevereiro de 2019, em consequência da chuva, disse que os trabalhos de reabilitação da Passagem Hidráulica (PH) já foram concluídos, precisando que falta os órgão centrais adjudicaram valores para a pavimentação.

Questionado sobre a vala de drenagem do Zango, no município de Viana, precisou que é da responsabilidade do Ministério das Obras Publicas e Ordenamento do Território, tendo sugerido que para se evitar mortes a mesma seja concluída o mais urgente possível, o que ajudaria a diminuir os grandes volumes de água.

Quanto a possibilidade do surgimento do rio Luanda, no actual rio Cabamba, precisou que existem projectos para melhor aproveitamento da água da chuva ou residual que confina no espaço.

A UTGSL foi criada em 2010 por Decreto Presidencial para criar um Programa Directório da Micro e Macro Drenagem das Águas na Província de Luanda.