Venda de 220 casas na centralidade da Caála rende mais de Kz 940 milhões

  • Vista Parcial da Centralidade da Caála
Huambo – O Governo angolano vai arrecadar, este ano, 940 milhões, 560 mil e 364 Kwanzas, com a venda, na modalidade pronto pagamento, das 220 moradias disponíveis na centralidade Fernando Faustino Muteka, no município da Caála.

Para o efeito, foram sorteadas hoje as 220 moradias, no quadro da segunda fase do processo de comercialização das residências do projecto habitacional, inaugurado em Novembro de 2020, dirigido ao público em geral.

Do valor global, segundo apurou a ANGOP, 212 milhões, 384 mil e 620 serão arrecadados através do pagamento a 100 por cento, equivalente a sete milhões, 585 mil e 165 Kwanzas por cada moradia, com 28 residências disponíveis, enquanto os 728 milhões, 175 mil e 744 Kwanzas resultarão do pagamento de 50 por cento do preço.

Além destas moradias, foram igualmente sorteadas, quarta e quinta-feira, 150 casas na modalidade de arrendamento e 230 na categoria de renda resolúvel, perfazendo um total de 600 focos habitacionais colocados à disposição do público em geral.

De acordo com o coordenador da comissão de acompanhamento do processo de distribuição dos Imóveis, Sandro Lopes, a disponibilização das 600 casas para o público em geral, resulta de uma imposição legal em conformidade com o Decreto 278/20, de 26 de Outubro, que atribui para esta franja uma quota de 15 por cento do total das residências da centralidade.

Informou ainda que  o sorteio contou com a participação de um total de 20 mil e 477 concorrentes, sendo 13 mil e 835 na modalidade de renda resolúvel,   seis mil e 463 na de arrendamento e 285 na modalidade de pronto pagamento.

Sandro Lopes disse ser positiva a forma como decorreu o sorteio, principalmente por não ter havido irregularidade, visto que foi acompanhado por uma comissão composta por membros do Governo da província, administrações municipais e da sociedade civil, com vista a garantir a  sua transparência.

Depois da conclusão do processo de sorteio das habitações, avançou que a comissão de acompanhamento da distribuição, em parceria com o Instituto Nacional de Habitação, a empresa Kora-Angola, construtora do projecto, e as instituições financeiras, vai continuar a trabalhar na organização dos procedimentos administrativos para entrega das chaves aos sorteados.

Na primeira fase, em curso desde o dia 17 de Dezembro de 2020, dirigida aos funcionários das instituições públicas e privadas da província, foram disponibilizadas três mil casas.

Com quatro mil e uma moradias de tipologia T3, entre apartamentos e vivendas em formato de térias e duplex, o projecto habitacional é igualmente composto por 240 espaços comerciais, três escolas primárias, duas secundárias, um Instituto Profissional, centro de saúde, três centros infantis e dois jardins-de-infância.

A par deste centro habitacional, a província do Huambo conta, igualmente, com a centralidade do Lossambo, com dois mil e nove focos habitacionais, e do município do Bailundo, em fase de acabamento, com três mil moradias.

Para o efeito, foram sorteadas hoje as 220 moradias, no quadro da segunda fase do processo de comercialização das residências do projecto habitacional, inaugurado em Novembro de 2020, dirigido ao público em geral.

Do valor global, segundo apurou a ANGOP, 212 milhões, 384 mil e 620 serão arrecadados através do pagamento a 100 por cento, equivalente a sete milhões, 585 mil e 165 Kwanzas por cada moradia, com 28 residências disponíveis, enquanto os 728 milhões, 175 mil e 744 Kwanzas resultarão do pagamento de 50 por cento do preço.

Além destas moradias, foram igualmente sorteadas, quarta e quinta-feira, 150 casas na modalidade de arrendamento e 230 na categoria de renda resolúvel, perfazendo um total de 600 focos habitacionais colocados à disposição do público em geral.

De acordo com o coordenador da comissão de acompanhamento do processo de distribuição dos Imóveis, Sandro Lopes, a disponibilização das 600 casas para o público em geral, resulta de uma imposição legal em conformidade com o Decreto 278/20, de 26 de Outubro, que atribui para esta franja uma quota de 15 por cento do total das residências da centralidade.

Informou ainda que  o sorteio contou com a participação de um total de 20 mil e 477 concorrentes, sendo 13 mil e 835 na modalidade de renda resolúvel,   seis mil e 463 na de arrendamento e 285 na modalidade de pronto pagamento.

Sandro Lopes disse ser positiva a forma como decorreu o sorteio, principalmente por não ter havido irregularidade, visto que foi acompanhado por uma comissão composta por membros do Governo da província, administrações municipais e da sociedade civil, com vista a garantir a  sua transparência.

Depois da conclusão do processo de sorteio das habitações, avançou que a comissão de acompanhamento da distribuição, em parceria com o Instituto Nacional de Habitação, a empresa Kora-Angola, construtora do projecto, e as instituições financeiras, vai continuar a trabalhar na organização dos procedimentos administrativos para entrega das chaves aos sorteados.

Na primeira fase, em curso desde o dia 17 de Dezembro de 2020, dirigida aos funcionários das instituições públicas e privadas da província, foram disponibilizadas três mil casas.

Com quatro mil e uma moradias de tipologia T3, entre apartamentos e vivendas em formato de térias e duplex, o projecto habitacional é igualmente composto por 240 espaços comerciais, três escolas primárias, duas secundárias, um Instituto Profissional, centro de saúde, três centros infantis e dois jardins-de-infância.

A par deste centro habitacional, a província do Huambo conta, igualmente, com a centralidade do Lossambo, com dois mil e nove focos habitacionais, e do município do Bailundo, em fase de acabamento, com três mil moradias.