Vice-governador do Uíge pede respeito aos princípios morais e cívicos

  • Uíge: Retunda Dr.  António Agostinho Neto
Uíge - O vice-governador provincial para os Serviços Técnicos e Infra-estruturas do Uíge, António Mutunda, aconselhou, nesta sexta-feira, à população a respeitar os princípios cívicos e morais, para a construção de uma sociedade cada vez melhor.

António Mutunda fez este pedido durante a abertura da 23ª sessão do Conselho Provincial da Família, que decorre nessa sexta-feira, na sede capital da província.

“ Apesar dos avanços registados são necessário continuar a trabalhar na promoção da educação das famílias, para que em meio à pandemia da Covid-19 se possa proporcionar harmonia e coesão no seio das famílias”, disse o vice-governador.

Lembrou que nos últimos 15 anos, o Executivo tem promovido a igualdade de homens e mulheres, tendo em atenção o papel da mulher e da família no desenvolvimento social.

Nesta senda, justificou a promoção e o empoderamento da mulher, traduzindo-se a ascensão de mulheres aos cargos de direcção e de chefia, assim como a sua participação na vida pública nos vários níveis, facto que se tem reflectido na harmonização dos núcleos familiares da sociedade angolana.

Conforme o responsável, o conceito de família outrora marcada por uma visão centrada no marido como chefe sofreu uma profunda alteração, não apenas pelo princípio da igualdade, mas pelo facto de em tempo de paz a sociedade angolana ter passado a destinar a mulher um papel participativo na vida familiar.

O encontro, que junta mulheres de várias organizações femininas, Administradores Municipais, membros do governo da Província e organizações não governamentais, está a debater o resgate dos valores morais e cívicos, a violência no contexto familiar, a luz do novo Código Penal, empoderamento sócio-económico das famílias, a família na agenda nacional e a experiencia da ADRA no empoderamento das famílias.

A situação das famílias com pessoas com albinismo, vantagens da implementação das caixas comunitárias de crédito nas escolas de campo e a reflexão sobre o processo de Revisão do Código da Família, estão igualmente em debate no encontro, que decorre sob orientação da directora provincial da Acção Social, Família e Igualdade do Género, Eulária Chiangango Martins.

 

 

 

António Mutunda fez este pedido durante a abertura da 23ª sessão do Conselho Provincial da Família, que decorre nessa sexta-feira, na sede capital da província.

“ Apesar dos avanços registados são necessário continuar a trabalhar na promoção da educação das famílias, para que em meio à pandemia da Covid-19 se possa proporcionar harmonia e coesão no seio das famílias”, disse o vice-governador.

Lembrou que nos últimos 15 anos, o Executivo tem promovido a igualdade de homens e mulheres, tendo em atenção o papel da mulher e da família no desenvolvimento social.

Nesta senda, justificou a promoção e o empoderamento da mulher, traduzindo-se a ascensão de mulheres aos cargos de direcção e de chefia, assim como a sua participação na vida pública nos vários níveis, facto que se tem reflectido na harmonização dos núcleos familiares da sociedade angolana.

Conforme o responsável, o conceito de família outrora marcada por uma visão centrada no marido como chefe sofreu uma profunda alteração, não apenas pelo princípio da igualdade, mas pelo facto de em tempo de paz a sociedade angolana ter passado a destinar a mulher um papel participativo na vida familiar.

O encontro, que junta mulheres de várias organizações femininas, Administradores Municipais, membros do governo da Província e organizações não governamentais, está a debater o resgate dos valores morais e cívicos, a violência no contexto familiar, a luz do novo Código Penal, empoderamento sócio-económico das famílias, a família na agenda nacional e a experiencia da ADRA no empoderamento das famílias.

A situação das famílias com pessoas com albinismo, vantagens da implementação das caixas comunitárias de crédito nas escolas de campo e a reflexão sobre o processo de Revisão do Código da Família, estão igualmente em debate no encontro, que decorre sob orientação da directora provincial da Acção Social, Família e Igualdade do Género, Eulária Chiangango Martins.