Vice-presidente do MPLA apela mulheres a apresentarem  propostas de revisão Constituição

Luanda - A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, sugeriu, neste sábado, as mulheres a se mobilizarem e apresentarem propostas no quadro da da revisão pontual da Constituição.

Falando no Acto central do 2 de Março, Dia da Mulher Angolana, a vice- presidente sugeriu, igualmente, a contínua divulgação do Código Penal recentemente aprovado, sobretudo nas matérias que dizem respeito a protecção das mulheres.

Adiantou que empoderar uma mulher é contribuir para o combate à pobreza e à miséria, pois não existe melhor gestor de dificuldades e de expectativas do que as mulheres.

Segundo a dirigente, tal como educar uma mulher representa educar uma família, uma nação, também empoderar uma mulher é empoderar a sociedade, visto que mais de metade da população mundial são mulheres e outra metade são seus filhos e dependentes.

Exortou as mulheres a continuarem a cimentar a unidade, a serem verdadeiras promotoras da cultura de paz, do diálogo, do reforço da democracia, de uma cidadania plena e a darem o seu contributo na consolidação do Estado democrático de direito.

 Em mensagem dirigida as participantes, a primeira secretária provincial do MPLA, Joana Lina, disse, com nostalgia, que em anos idos as celebrações da mulher angolana teriam movimentado centenas de mulheres, não se resumido em poucas dezenas devido ao novo normal em consequência da Covid-19.

Já a secretária-geral da OMA, Luzia Inglês, destacou a participação da mulher nos domínios sociais, político e económico para o desenvolvimento de Angola, com maior destaque para as que participaram na luta de libertação nacional.

Durante o acto do dia 2 de Março, a OMA distinguiu, com um diploma de mérito, a vice-presidente do MPLA e outras mulheres que durante anos emprestaram o seu saber a organização feminina do MPLA.

A sessão ficou ainda marcada com uma Mesa Redonda sob o lema” O percurso histórico e revolucionário da OMA”, durante a qual as militantes Irene Webba, Conceição Caposso, Julia Nguenda e Eulalia Rocha descreveram os seus percursos, desde a criação da organização, dificuldades e expectativas até o alcance da independência.

Falando no Acto central do 2 de Março, Dia da Mulher Angolana, a vice- presidente sugeriu, igualmente, a contínua divulgação do Código Penal recentemente aprovado, sobretudo nas matérias que dizem respeito a protecção das mulheres.

Adiantou que empoderar uma mulher é contribuir para o combate à pobreza e à miséria, pois não existe melhor gestor de dificuldades e de expectativas do que as mulheres.

Segundo a dirigente, tal como educar uma mulher representa educar uma família, uma nação, também empoderar uma mulher é empoderar a sociedade, visto que mais de metade da população mundial são mulheres e outra metade são seus filhos e dependentes.

Exortou as mulheres a continuarem a cimentar a unidade, a serem verdadeiras promotoras da cultura de paz, do diálogo, do reforço da democracia, de uma cidadania plena e a darem o seu contributo na consolidação do Estado democrático de direito.

 Em mensagem dirigida as participantes, a primeira secretária provincial do MPLA, Joana Lina, disse, com nostalgia, que em anos idos as celebrações da mulher angolana teriam movimentado centenas de mulheres, não se resumido em poucas dezenas devido ao novo normal em consequência da Covid-19.

Já a secretária-geral da OMA, Luzia Inglês, destacou a participação da mulher nos domínios sociais, político e económico para o desenvolvimento de Angola, com maior destaque para as que participaram na luta de libertação nacional.

Durante o acto do dia 2 de Março, a OMA distinguiu, com um diploma de mérito, a vice-presidente do MPLA e outras mulheres que durante anos emprestaram o seu saber a organização feminina do MPLA.

A sessão ficou ainda marcada com uma Mesa Redonda sob o lema” O percurso histórico e revolucionário da OMA”, durante a qual as militantes Irene Webba, Conceição Caposso, Julia Nguenda e Eulalia Rocha descreveram os seus percursos, desde a criação da organização, dificuldades e expectativas até o alcance da independência.