Violência doméstica triplica no Cunene

  • Edifício do Palácio da Justiça
Ondjiva - Setecentos e três casos de violência doméstica foram registados na província do Cunene, em 2020, contra 230 em 2019.

A directora provincial do Gabinete de Acção Social, Família e Igualdade do Género apontou a fuga e a falta de preparação para a maternidade, a insegurança emocional, a pobreza, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e a ausência de diálogo no lar como estando na base deste aumento.

Elizeth Mwamelunge disse segunda-feira à ANGOP que a falta de prestação alimentar, a violência física, verbal e patrimonial, assim como o abandono familiar lideram a lista das infracções.

Revelou que 359 casos foram encaminhados aos Serviço de Investigação Criminal (SIC), 194 aos centros de aconselhamento do gabinete da Família, 88 estão em tratamento na Procuradoria Geral da República (PGR) e 65 nos tribunais.

A responsável exortou as famílias a preservarem valores como o respeito e amor ao próximo, a obediência, responsabilidade e honestidade, para se evitar casos de violência doméstica.

Angola tem uma Lei contra a Violência Doméstica, aprovada pela Assembleia Nacional em Junho de 2011, com a finalidade de banir da sociedade práticas de agressões físicas e psicológicas contra as mulheres, crianças, adolescentes e idosos.

O diploma responsabiliza igualmente os chefes de família relativamente aos direitos sociais mínimos, como alimentação e moradia.

A directora provincial do Gabinete de Acção Social, Família e Igualdade do Género apontou a fuga e a falta de preparação para a maternidade, a insegurança emocional, a pobreza, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e a ausência de diálogo no lar como estando na base deste aumento.

Elizeth Mwamelunge disse segunda-feira à ANGOP que a falta de prestação alimentar, a violência física, verbal e patrimonial, assim como o abandono familiar lideram a lista das infracções.

Revelou que 359 casos foram encaminhados aos Serviço de Investigação Criminal (SIC), 194 aos centros de aconselhamento do gabinete da Família, 88 estão em tratamento na Procuradoria Geral da República (PGR) e 65 nos tribunais.

A responsável exortou as famílias a preservarem valores como o respeito e amor ao próximo, a obediência, responsabilidade e honestidade, para se evitar casos de violência doméstica.

Angola tem uma Lei contra a Violência Doméstica, aprovada pela Assembleia Nacional em Junho de 2011, com a finalidade de banir da sociedade práticas de agressões físicas e psicológicas contra as mulheres, crianças, adolescentes e idosos.

O diploma responsabiliza igualmente os chefes de família relativamente aos direitos sociais mínimos, como alimentação e moradia.