Virei beneficia de programa de luta contra à fome

Moçamedes- Trinta e nove mil e 866 pessoas afectadas pela seca no município do Virei, província do Namibe, beneficiam, a partir de hoje, de um projecto denominado “Ekevelo”, focado no reforço da segurança alimentar.

Orçado em 699 mil e 685 euros, financiados pela União Europeia, o projecto visa distribuir bens diversos, principalmente insumos agrícolas, e reforçar a resiliência local face à seca.

No acto do lançamento, a coordenadora do Projecto Ekevelo, Patrícia Carvalho, fez saber que o plano terá a duração de 32 meses e prevê também a formação de 40 membros dos grupos de apoio multissectorial de resiliência e segurança alimentar, bem como 70 técnicos das administrações municipais.

Na ocasião, a vice-governadora para o sector político económico e social, Maiza Tavares, realçou que o governo traçou várias políticas para dar resposta as necessidades das populações afectadas pela seca, sobretudo, nas localidades do Virei e Yona.

Nesta perspectiva, destacou a implementação de cozinhas comunitárias, que estarão sob o controlo das administrações municipais e recuperação de furos de água, para a reativação de projectos de pólos agrícolas e  abeberamento do gado.

Maiza Tavares disse ainda que, para melhor prevenção das calamidades naturais no Namibe, o projecto Ekevelo também terá uma tarefa de previsão meteorológica.

Com esta componente, disse, será possível prever os anos de maiores dificuldades do ponto de vista da seca, de modo a se planificar melhor as tarefas.

União Europeia vai continuar a apoiar

O acto contou com a presença da embaixadora da União Europeia em Angola, Jennette Seppen, que no Virei visitou as acções em curso no quadro do Programa de Fortalecimento da Resiliência Segurança Alimentar e Nutricional em Angola (FRESAN)

Na ocasião, garantiu que a organização vai continuar a apoiar as comunidades afectadas pela seca.

No quadro do FRESAN, estão a ser reabilitados no Virei furos de água e pólos agrícolas.

 

Orçado em 699 mil e 685 euros, financiados pela União Europeia, o projecto visa distribuir bens diversos, principalmente insumos agrícolas, e reforçar a resiliência local face à seca.

No acto do lançamento, a coordenadora do Projecto Ekevelo, Patrícia Carvalho, fez saber que o plano terá a duração de 32 meses e prevê também a formação de 40 membros dos grupos de apoio multissectorial de resiliência e segurança alimentar, bem como 70 técnicos das administrações municipais.

Na ocasião, a vice-governadora para o sector político económico e social, Maiza Tavares, realçou que o governo traçou várias políticas para dar resposta as necessidades das populações afectadas pela seca, sobretudo, nas localidades do Virei e Yona.

Nesta perspectiva, destacou a implementação de cozinhas comunitárias, que estarão sob o controlo das administrações municipais e recuperação de furos de água, para a reativação de projectos de pólos agrícolas e  abeberamento do gado.

Maiza Tavares disse ainda que, para melhor prevenção das calamidades naturais no Namibe, o projecto Ekevelo também terá uma tarefa de previsão meteorológica.

Com esta componente, disse, será possível prever os anos de maiores dificuldades do ponto de vista da seca, de modo a se planificar melhor as tarefas.

União Europeia vai continuar a apoiar

O acto contou com a presença da embaixadora da União Europeia em Angola, Jennette Seppen, que no Virei visitou as acções em curso no quadro do Programa de Fortalecimento da Resiliência Segurança Alimentar e Nutricional em Angola (FRESAN)

Na ocasião, garantiu que a organização vai continuar a apoiar as comunidades afectadas pela seca.

No quadro do FRESAN, estão a ser reabilitados no Virei furos de água e pólos agrícolas.