Vítimas da fome recebem mais 199 toneladas de alimentos

  • Bens Alimentares
Ondjiva – A província do Cunene foi reforçada, nesta quinta-feira, com mais 199 toneladas e 446 kg de bens alimentares, no âmbito do programa de assistência às populações afectadas pela fome, em consequência da seca.

Trata-se do terceiro lote de bens destinado à província do Cunene, o que perfaz 431 toneladas de produtos diversos entregues pelo executivo angolano.

Dos bens entregues constam feijão, arroz, óleo, sal, farinha de milho, conservas de peixe e de carne, peixe seco e utensílios de cozinha.

Em declaração à Angop, o segundo comandante para Protecção Civil do Cunene, superintendente de bombeiros Virgílio da Fonseca, assegurou que os bens serão distribuídos às comunidades afectadas pela seca nos municípios do Curoca, Cahama e Ombadja, considerados mais críticos.

Disse que actualmente decorre o processo de descarga e, posteriormente, o plano de distribuição às populações carenciadas.

Virgílio da Fonseca realçou que o número de pessoas que enfrentam dificuldades em termos alimentares está acima das duas mil pessoas, realçando que decorre o processo de cadastramento a nível das administrações locais.

Os mais de 90 dias consecutivos de estiagem na província provocaram a movimentação das famílias e do seu gado para áreas localizadas às margens do rio Cunene e na vizinha República da Namíbia.

Trata-se do terceiro lote de bens destinado à província do Cunene, o que perfaz 431 toneladas de produtos diversos entregues pelo executivo angolano.

Dos bens entregues constam feijão, arroz, óleo, sal, farinha de milho, conservas de peixe e de carne, peixe seco e utensílios de cozinha.

Em declaração à Angop, o segundo comandante para Protecção Civil do Cunene, superintendente de bombeiros Virgílio da Fonseca, assegurou que os bens serão distribuídos às comunidades afectadas pela seca nos municípios do Curoca, Cahama e Ombadja, considerados mais críticos.

Disse que actualmente decorre o processo de descarga e, posteriormente, o plano de distribuição às populações carenciadas.

Virgílio da Fonseca realçou que o número de pessoas que enfrentam dificuldades em termos alimentares está acima das duas mil pessoas, realçando que decorre o processo de cadastramento a nível das administrações locais.

Os mais de 90 dias consecutivos de estiagem na província provocaram a movimentação das famílias e do seu gado para áreas localizadas às margens do rio Cunene e na vizinha República da Namíbia.