Vítimas da seca beneficiam de bens alimentares

Ondjiva - Quatro toneladas de bens alimentares para ajudar as vítimas da seca nos municípios do Curoca e Cahama foram entregues, hoje, ao governo da província do Cunene, pela comunidade mauritaniana residente na região.

Entre os bens, constam fuba de milho, arroz, massa e água mineral. 

O responsável da comunidade mauritaniana no Cunene, Mohamed Lamine, prometeu mais ajuda nos próximos tempos para ajudar o governo a reduzir a falta de alimentos  no seio da população.

Por seu turno,  o vice-governador para o sector Politico, Social e Economico, do Cunene, Apolo Ndinoulenga, agradeceu a iniciativa, que vem se tornando frequente nos últimos anos.

Disse que os bens serão direccionados às  famílias oriundas dos municípios do Curoca e, Cahama, que procuraram abrigo na povoação de Calueque (Ombadja), no sentido de conseguirem emprego nas fazendas e outras áreas agro-produtivas junto do rio Cunene, para se sustentarem.

Desde 1998, a seca afecta, ciclicamente, a região sul do país, principalmente a

província do Cunene, mas em 2018/2019 este fenómeno foi mais devastador dos últimos 24 anos da história.

A acentuada crise de 2018 atingiu 880 mil 172 pessoas e um milhão de cabeças de gado, causando a morte de 30 mil animais, entre bovinos, caprinos e suínos.

 

Entre os bens, constam fuba de milho, arroz, massa e água mineral. 

O responsável da comunidade mauritaniana no Cunene, Mohamed Lamine, prometeu mais ajuda nos próximos tempos para ajudar o governo a reduzir a falta de alimentos  no seio da população.

Por seu turno,  o vice-governador para o sector Politico, Social e Economico, do Cunene, Apolo Ndinoulenga, agradeceu a iniciativa, que vem se tornando frequente nos últimos anos.

Disse que os bens serão direccionados às  famílias oriundas dos municípios do Curoca e, Cahama, que procuraram abrigo na povoação de Calueque (Ombadja), no sentido de conseguirem emprego nas fazendas e outras áreas agro-produtivas junto do rio Cunene, para se sustentarem.

Desde 1998, a seca afecta, ciclicamente, a região sul do país, principalmente a

província do Cunene, mas em 2018/2019 este fenómeno foi mais devastador dos últimos 24 anos da história.

A acentuada crise de 2018 atingiu 880 mil 172 pessoas e um milhão de cabeças de gado, causando a morte de 30 mil animais, entre bovinos, caprinos e suínos.