CICA sugere rigor no processo de reconhecimento de igrejas no país

Mbanza Kongo- A secretária-geral do Conselho das Igrejas Cristãs em Angola (CICA), reverenda Deolinda Teca, sugeriu às autoridades competentes que sejam mais criteriosos na autorização das igrejas a exercerem a sua actividade no país.

Em declarações à ANGOP, no quadro da visita pastoral de dois dias que efectua a Mbanza Kongo, a religiosa refere haver igrejas no país que estão a desestruturar famílias, ao invés de pregarem a palavra de Deus.

Explicou que tais seitas continuam a promover acusações de práticas de feitiçaria no seio das famílias, desarticulando, deste modo, esta importante célula da sociedade e os valores cristãos.

“ A igreja deve continuar a pregar o amor e unidade entre os membros da família, ao invés de fomentar divisões”, sustentou.

Defendeu, por isso, que todos quantos se dispuserem a pregar a palavra de Deus devem passar por uma formação específica.

Condenou, por outro lado, certos actos de extorsão de que são vítimas fiéis de algumas igrejas cristãs, um comportamento que considerou, também, contrário à missão evangélica.

Defendeu mais solidariedade entre os angolanos, para atenuar os efeitos nefastos da crise económica e financeira que atravessa o país, agudizada pela pandemia da Covid-19.

Para Deolinda Teca nenhum governo no mundo é capaz de empregar todos os seus cidadãos, daí ter aconselhado a juventude angolana a engajar-se em iniciativas empreendedoras.

Em Mbanza Kongo, o CICA está a promover encontros com a comunidade pastoral local para abordar o tema relativo à liderança em tempos da Covid-19, e conta com a participação de pastores, mulheres e juventude cristã.

 Esta tarde, a secretária-geral do CICA apresentou cumprimentos de cortesia as autoridades governamentais da província.

 

Em declarações à ANGOP, no quadro da visita pastoral de dois dias que efectua a Mbanza Kongo, a religiosa refere haver igrejas no país que estão a desestruturar famílias, ao invés de pregarem a palavra de Deus.

Explicou que tais seitas continuam a promover acusações de práticas de feitiçaria no seio das famílias, desarticulando, deste modo, esta importante célula da sociedade e os valores cristãos.

“ A igreja deve continuar a pregar o amor e unidade entre os membros da família, ao invés de fomentar divisões”, sustentou.

Defendeu, por isso, que todos quantos se dispuserem a pregar a palavra de Deus devem passar por uma formação específica.

Condenou, por outro lado, certos actos de extorsão de que são vítimas fiéis de algumas igrejas cristãs, um comportamento que considerou, também, contrário à missão evangélica.

Defendeu mais solidariedade entre os angolanos, para atenuar os efeitos nefastos da crise económica e financeira que atravessa o país, agudizada pela pandemia da Covid-19.

Para Deolinda Teca nenhum governo no mundo é capaz de empregar todos os seus cidadãos, daí ter aconselhado a juventude angolana a engajar-se em iniciativas empreendedoras.

Em Mbanza Kongo, o CICA está a promover encontros com a comunidade pastoral local para abordar o tema relativo à liderança em tempos da Covid-19, e conta com a participação de pastores, mulheres e juventude cristã.

 Esta tarde, a secretária-geral do CICA apresentou cumprimentos de cortesia as autoridades governamentais da província.