Ministra destaca apoio do Executivo na valorização do património

Mbanza Kongo – A ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, reafirmou, esta quinta-feira, o empenho do Executivo em transformar a área de Mbanza Kongo Património Mundial da Humanidade, num centro turístico capaz de gerar emprego e valorizar a cultura e a arte da região.

A governante, que respondia as preocupações apresentadas pelos membros da Corte Real do antigo Reino do Kongo, adiantou que na agenda das prioridades do Executivo está ainda a retomada das obras do hospital geral de Mbanza Kongo, paralisadas há cerca de cinco anos, por razões de ordem financeira, no âmbito de uma linha de financiamento da Alemanha.

Frisou que as preocupações levantadas pelos membros da Corte Real e pelas autoridades tradicionais, nos domínios da saúde, habitação, estradas e outras infra-estruturas, constam da agenda do Executivo e estão a ser atendidas, de forma gradual, tendo em conta o contexto de pandemia que o país e o mundo enfrentam.

Explicou que a pandemia criou constrangimentos na programação financeira do Executivo, que teve que alocar verbas destinadas a outras áreas ao reforço do combate à Covid-19 no país, particularmente em meios de biossegurança, equipamentos hospitalares de ponta, de testagem e vacinas.

Carolina Cerqueira pediu aos membros da Corte Real Kongo para usarem a sua influência, como reserva moral, para continuar a educar e incutir nos cidadãos, sobretudo nos jovens, valores alicerçados no amor à pátria, respeito às autoridades instituídas, valorização da cultura e reforço da unidade nacional.

Adiantou que a sua visita de 24 horas visa auscultar as autoridades tradicionais e o governo local, sobre as preocupações que afectam às populações, tendo em conta a solicitação que lhe foi apresentada, aquando da sua estada no Nzeto, para a inauguração do hospital do Covid, em Maio último.

Em relação à segunda edição da Bienal da Paz-Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz, que Angola alberga, em Outubro do ano em curso, frisou que o país exibirá o melhor da sua cultura, arte e património, juntando as valências dos vários grupos etários de países e da diáspora africanos.

Carolina Cerqueira constatou já o estado dos monumentos e sítios locais, estando previsto, para sexta-feira, um encontro de trabalho com os membros do governo local e visita às obras paralisadas do hospital geral e da futura centralidade.

Esta é a segunda deslocação da ministra de Estado para a Área Social ao Zaire, em menos de um mês, sendo que, há cerca de duas semanas, esteve no município do Nzeto, onde inaugurou o hospital para tratamento de doentes com Covid-19.

A governante, que respondia as preocupações apresentadas pelos membros da Corte Real do antigo Reino do Kongo, adiantou que na agenda das prioridades do Executivo está ainda a retomada das obras do hospital geral de Mbanza Kongo, paralisadas há cerca de cinco anos, por razões de ordem financeira, no âmbito de uma linha de financiamento da Alemanha.

Frisou que as preocupações levantadas pelos membros da Corte Real e pelas autoridades tradicionais, nos domínios da saúde, habitação, estradas e outras infra-estruturas, constam da agenda do Executivo e estão a ser atendidas, de forma gradual, tendo em conta o contexto de pandemia que o país e o mundo enfrentam.

Explicou que a pandemia criou constrangimentos na programação financeira do Executivo, que teve que alocar verbas destinadas a outras áreas ao reforço do combate à Covid-19 no país, particularmente em meios de biossegurança, equipamentos hospitalares de ponta, de testagem e vacinas.

Carolina Cerqueira pediu aos membros da Corte Real Kongo para usarem a sua influência, como reserva moral, para continuar a educar e incutir nos cidadãos, sobretudo nos jovens, valores alicerçados no amor à pátria, respeito às autoridades instituídas, valorização da cultura e reforço da unidade nacional.

Adiantou que a sua visita de 24 horas visa auscultar as autoridades tradicionais e o governo local, sobre as preocupações que afectam às populações, tendo em conta a solicitação que lhe foi apresentada, aquando da sua estada no Nzeto, para a inauguração do hospital do Covid, em Maio último.

Em relação à segunda edição da Bienal da Paz-Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz, que Angola alberga, em Outubro do ano em curso, frisou que o país exibirá o melhor da sua cultura, arte e património, juntando as valências dos vários grupos etários de países e da diáspora africanos.

Carolina Cerqueira constatou já o estado dos monumentos e sítios locais, estando previsto, para sexta-feira, um encontro de trabalho com os membros do governo local e visita às obras paralisadas do hospital geral e da futura centralidade.

Esta é a segunda deslocação da ministra de Estado para a Área Social ao Zaire, em menos de um mês, sendo que, há cerca de duas semanas, esteve no município do Nzeto, onde inaugurou o hospital para tratamento de doentes com Covid-19.