Governo do Zaire rescinde contrato com empreiteira

Mbanza Kongo – O Governo Provincial do Zaire rescindiu o contrato de construção de duas escolas inseridas no Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) na circunscrição do Nzeto, por incapacidade da construtora.

Trata-se de duas escolas de sete e 12 salas de aulas, cujas obras estão orçadas em Kz 95 milhões e 571 mil, e 157 milhões e 321 mil, respectivamente, que estavam a ser erguidas no bairro Kinanga (periferia da Vila) e na localidade do Kimakuku, comuna de Kindege.

Os projectos começaram a ser erguidos entre os meses de Maio e Junho de 2020, com término previsto para o mês de Dezembro do mesmo ano.

Em declarações à imprensa, no Soyo, o governador do Zaire, Pedro Makita Armando Júlia, informou que a rescisão surge por incapacidade da execução dos trabalhos por parte do empreiteiro, que desde a consignação da obra nada fez de realce.

O governante informou que o governo provincial do Zaire já contratou uma outra empresa que vai dar continuidade ao processo de construção das duas escolas.

Anunciou, na ocasião, que o governo provincial pondera também, nos próximos dias, rescindir contrato com uma empreiteira encarregue de construção de uma escola na comuna do Lufico, município do Nóqui.

“Depois do lançamento da primeira pedra nunca mais se fez algum trabalho digno de realce. Por isso, estamos a pensar em rescindir o contrato e partirmos para uma outra empresa que é capaz de executar as obras”, salientou.

Fora dessas obras, disse, nos demais municípios da província os trabalhos de construção de infra-estruturas escolares enquadradas no PIIM decorrem satisfatoriamente, devendo serem entregues nos próximos dias.

A província do Zaire conta com uma carteira de projectos do PIIM avaliada em 72 acções, num montante de Kz 26 mil milhões, 177 milhões, 692 mil e 608.

 

Trata-se de duas escolas de sete e 12 salas de aulas, cujas obras estão orçadas em Kz 95 milhões e 571 mil, e 157 milhões e 321 mil, respectivamente, que estavam a ser erguidas no bairro Kinanga (periferia da Vila) e na localidade do Kimakuku, comuna de Kindege.

Os projectos começaram a ser erguidos entre os meses de Maio e Junho de 2020, com término previsto para o mês de Dezembro do mesmo ano.

Em declarações à imprensa, no Soyo, o governador do Zaire, Pedro Makita Armando Júlia, informou que a rescisão surge por incapacidade da execução dos trabalhos por parte do empreiteiro, que desde a consignação da obra nada fez de realce.

O governante informou que o governo provincial do Zaire já contratou uma outra empresa que vai dar continuidade ao processo de construção das duas escolas.

Anunciou, na ocasião, que o governo provincial pondera também, nos próximos dias, rescindir contrato com uma empreiteira encarregue de construção de uma escola na comuna do Lufico, município do Nóqui.

“Depois do lançamento da primeira pedra nunca mais se fez algum trabalho digno de realce. Por isso, estamos a pensar em rescindir o contrato e partirmos para uma outra empresa que é capaz de executar as obras”, salientou.

Fora dessas obras, disse, nos demais municípios da província os trabalhos de construção de infra-estruturas escolares enquadradas no PIIM decorrem satisfatoriamente, devendo serem entregues nos próximos dias.

A província do Zaire conta com uma carteira de projectos do PIIM avaliada em 72 acções, num montante de Kz 26 mil milhões, 177 milhões, 692 mil e 608.