PIP para 2021 prioriza projectos inacabados

  • Zaire: Obras inacabadas do futuro hospital regional do Zaire em Mbanza Kongo
Mbanza Kongo - O Governo da Província do Zaire definiu como prioridade, para 2021, a retoma das obras de projectos paralisados na região, no âmbito do Programa de Investimentos Públicos (PIP).

Do lote dos projectos inacabados constam escolas, hospitais municipais, postos de saúde, edifícios administrativos e habitacionais, que por dificuldades financeiras não foram concluídos.

Esta informação foi prestada esta quarta-feira, à Angop, em Mbanza Kongo, pelo director do Gabinete Provincial das Infra-estruturas e Serviços Técnicos do Zaire, André Malufuene, tendo precisado que existem 75 projectos inacabados, alguns dos quais paralisados há mais de 10 anos.

“Ao invés de arrancarmos com novos projectos, preferimos começar a por àqueles que se encontram paralisados há vários anos”, sublinhou.

Sem revelar os valores alocados para o PIP para o presente ano, a fonte fez saber que grande parte dos 75 projectos é de subordinação das estruturas centrais do Estado, com destaque para as obras do hospital regional, da centralidade habitacional, e do palácio de Justiça, em Mbanza Kongo.

Disse que já decorrem contactos com as estruturas centrais no sentido de se reactivar tais projectos, mas sem avançar horizonte temporal para o início das obras.

Informou, na mesma esteira, que a segunda fase da construção das vias urbanas de algumas regiões da província do Zaire arranca no primeiro trimestre deste ano

Lembrou que o programa, financiado pelo Reino da Espanha em USD 86 milhões, 720 mil e 512, prevê a reabilitação e asfaltamento de cerca de 24 quilómetros de vias urbanas das seis sedes municipais da região.

Detalhou que em Mbanza Kongo, capital da província do Zaire, serão reabilitados e asfaltados seis quilómetros (KM) de estrada, no Soyo (cinco KM), no Nzeto (quatro KM), no Cuimba (três KM), no Tomboco (dois KM) e no Nóqui (um KM).

André Malufuene ressaltou que o mesmo financiamento espanhol engloba ainda a construção de um edifício do governo local, assim como a reabilitação e ampliação da escola do I ciclo do ensino secundário António Agostinho Neto, em Mbanza Kongo, e a conclusão do Hospital Municipal do Cuimba.

Deu a conhecer que as obras terão duração de 18 meses, sendo que o programa contempla ainda a construção de redes para o escoamento das águas pluviais, passeios, pavimentos e instalação de sistemas de iluminação pública.

A primeira fase das obras foi implementada de 2015 a 2016 e  permitiu a pavimentação de 29 quilómetros de ruas em sedes municipais da província do Zaire.

Do lote dos projectos inacabados constam escolas, hospitais municipais, postos de saúde, edifícios administrativos e habitacionais, que por dificuldades financeiras não foram concluídos.

Esta informação foi prestada esta quarta-feira, à Angop, em Mbanza Kongo, pelo director do Gabinete Provincial das Infra-estruturas e Serviços Técnicos do Zaire, André Malufuene, tendo precisado que existem 75 projectos inacabados, alguns dos quais paralisados há mais de 10 anos.

“Ao invés de arrancarmos com novos projectos, preferimos começar a por àqueles que se encontram paralisados há vários anos”, sublinhou.

Sem revelar os valores alocados para o PIP para o presente ano, a fonte fez saber que grande parte dos 75 projectos é de subordinação das estruturas centrais do Estado, com destaque para as obras do hospital regional, da centralidade habitacional, e do palácio de Justiça, em Mbanza Kongo.

Disse que já decorrem contactos com as estruturas centrais no sentido de se reactivar tais projectos, mas sem avançar horizonte temporal para o início das obras.

Informou, na mesma esteira, que a segunda fase da construção das vias urbanas de algumas regiões da província do Zaire arranca no primeiro trimestre deste ano

Lembrou que o programa, financiado pelo Reino da Espanha em USD 86 milhões, 720 mil e 512, prevê a reabilitação e asfaltamento de cerca de 24 quilómetros de vias urbanas das seis sedes municipais da região.

Detalhou que em Mbanza Kongo, capital da província do Zaire, serão reabilitados e asfaltados seis quilómetros (KM) de estrada, no Soyo (cinco KM), no Nzeto (quatro KM), no Cuimba (três KM), no Tomboco (dois KM) e no Nóqui (um KM).

André Malufuene ressaltou que o mesmo financiamento espanhol engloba ainda a construção de um edifício do governo local, assim como a reabilitação e ampliação da escola do I ciclo do ensino secundário António Agostinho Neto, em Mbanza Kongo, e a conclusão do Hospital Municipal do Cuimba.

Deu a conhecer que as obras terão duração de 18 meses, sendo que o programa contempla ainda a construção de redes para o escoamento das águas pluviais, passeios, pavimentos e instalação de sistemas de iluminação pública.

A primeira fase das obras foi implementada de 2015 a 2016 e  permitiu a pavimentação de 29 quilómetros de ruas em sedes municipais da província do Zaire.