Removido engenho explosivo na via pública no Zaire

Mbanza Kongo – Um morteiro de B10 foi removido, nesta quinta-feira, numa vala de drenagem de águas pluviais, no bairro Martins Kidito, periferia da cidade de Mbanza Kongo, província do Zaire.

A retirada deste engenho explosivo não detonado, aparentemente obsoleto, esteve a cargo do Instituto Nacional de Desminagem (INAD), que desconhece ainda a procedência deste artefato letal.

Em declarações à imprensa, o chefe da brigada do INAD, António Miguel Júnior, explicou que o morteiro de 400 metros de acção encontra-se ainda activo, apesar de aparentemente apresentar sinais de corrosão,

Sublinhou que o foi encontrado por um morador da área, também denominada “Rotunda do Monteiro”, e que de imediato comunicou às autoridades.

O responsável aventou a hipótese de o engenho ter sido arrastado pela correnteza das águas pluviais até ao local onde foi encontrado, recordando que na zona alta da cidade de Mbanza Kongo havia, no passado, um comando militar.

Segundo o especialista em desminagem, a cidade de Mbanza Kongo, atendendo o seu histórico militar, inspira ainda cuidados em termos de prevalência de engenhos explosivos não detonados, apesar de terem sido já feitos trabalhos de prospecção.

Valorizou a colaboração do cidadão que encontrou o objecto e participou o caso às autoridades, afirmando que  deve ser o exemplo a ser seguido pelos demais munícipes, sempre que se depararem com material estranho e perigoso.

Avançou que a demolição do morteiro acontecerá nos próximos dias em área apropriada, após cumprimento de alguns procedimentos recomendados nesta matéria.

O último achado de um engenho explosivo em Mbanza Kongo foi em 2014, nas proximidades do aeroporto local.

A cidade de Mbanza Kongo tem uma população de 155 mil e 174 habitantes distribuídos nos bairros, Sagrada Esperança, Martins Kidito, Álvaro Buta, 4 de Fevereiro e 11 de Novembro.

A retirada deste engenho explosivo não detonado, aparentemente obsoleto, esteve a cargo do Instituto Nacional de Desminagem (INAD), que desconhece ainda a procedência deste artefato letal.

Em declarações à imprensa, o chefe da brigada do INAD, António Miguel Júnior, explicou que o morteiro de 400 metros de acção encontra-se ainda activo, apesar de aparentemente apresentar sinais de corrosão,

Sublinhou que o foi encontrado por um morador da área, também denominada “Rotunda do Monteiro”, e que de imediato comunicou às autoridades.

O responsável aventou a hipótese de o engenho ter sido arrastado pela correnteza das águas pluviais até ao local onde foi encontrado, recordando que na zona alta da cidade de Mbanza Kongo havia, no passado, um comando militar.

Segundo o especialista em desminagem, a cidade de Mbanza Kongo, atendendo o seu histórico militar, inspira ainda cuidados em termos de prevalência de engenhos explosivos não detonados, apesar de terem sido já feitos trabalhos de prospecção.

Valorizou a colaboração do cidadão que encontrou o objecto e participou o caso às autoridades, afirmando que  deve ser o exemplo a ser seguido pelos demais munícipes, sempre que se depararem com material estranho e perigoso.

Avançou que a demolição do morteiro acontecerá nos próximos dias em área apropriada, após cumprimento de alguns procedimentos recomendados nesta matéria.

O último achado de um engenho explosivo em Mbanza Kongo foi em 2014, nas proximidades do aeroporto local.

A cidade de Mbanza Kongo tem uma população de 155 mil e 174 habitantes distribuídos nos bairros, Sagrada Esperança, Martins Kidito, Álvaro Buta, 4 de Fevereiro e 11 de Novembro.