“Zungueiras” na Lunda Norte terão base de dados

  • Mulheres Zungueiras
Dundo – O gabinete da Acção Social, Família e Igualdade de Género na Lunda Norte, pocede, a partir deste mês, ao levantamento do número real das vendedoras ambulantes “Zungueiras” na região, para facilitar a inserção no mercado formal.

A medida, segundo a directora do referido gabinete, Amélia Valente, que falava à ANGOP, por ocasião do Dia da Mulher, que hoje, terça-feira, disse que o levantamento e/ou o censo das vendedoras ambulantes será realizado de forma faseada, com vista a abranger os dez municípios da Lunda Norte.

Acrescentou que a medida visa facilitar a criação de estratégias e/ou políticas de formação profissional, para a promoção do empreendedorismo no seio desta franja.

Avançou que a instituição vai trabalhar com as administrações municipais para, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza, que visa o apoio a mulher rural, enquadrar as vendedoras ambulantes, nas acções de formação em corte e costura e fabrico manual de sabão.

O programa prevê, depois da formação, a atribuição de máquinas de costura e a matéria-prima para o fabrico de sabão, permitindo que as mesmas empreendam nestas áreas e desenvolvam as suas actividades no mercado formal.

Anunciou que o seu gabinete está a negociar no sentido de reaproveitar as antigas oficinas da Endiama, transformando-as em centros de formação para as mulheres e não só.

A medida, segundo a directora do referido gabinete, Amélia Valente, que falava à ANGOP, por ocasião do Dia da Mulher, que hoje, terça-feira, disse que o levantamento e/ou o censo das vendedoras ambulantes será realizado de forma faseada, com vista a abranger os dez municípios da Lunda Norte.

Acrescentou que a medida visa facilitar a criação de estratégias e/ou políticas de formação profissional, para a promoção do empreendedorismo no seio desta franja.

Avançou que a instituição vai trabalhar com as administrações municipais para, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza, que visa o apoio a mulher rural, enquadrar as vendedoras ambulantes, nas acções de formação em corte e costura e fabrico manual de sabão.

O programa prevê, depois da formação, a atribuição de máquinas de costura e a matéria-prima para o fabrico de sabão, permitindo que as mesmas empreendam nestas áreas e desenvolvam as suas actividades no mercado formal.

Anunciou que o seu gabinete está a negociar no sentido de reaproveitar as antigas oficinas da Endiama, transformando-as em centros de formação para as mulheres e não só.