Angola tem défice de estações de correios

  • Edifício dos Correios de Angola
Luanda - Angola tem pouco mais de 62 estações de correios, para atender quase 30 milhões de habitantes, número que as autoridades do sector consideram aquém das exigências de orgãos internacionais.

Segundo o director comercial dos Correios de Angola, Francisco Van-Dúnem, que falava nesta segunda-feira, a propósito do Dia Nacional dos Correios e Telégrafos de Angola (07 de Dezembro), já há projectos em curso, no país, para fazer crescer o número de estações.

A União Postal Universal (UPU) estima que os países devem ter uma estação para cada 600 mil habitantes, número muito acima das capacidades de Angola.

Para contrapor o défice, Francisco Van-Dúnem explicou que as autoridades do sector vão apostar em estações contentorizadas, por serem menos onerosas.

Em declarações à Rádio LAC, manifestou a aposta em serviços que possam, cada vez mais, satisfazer os clientes, aliando os seus serviços às novas tecnologias, a fim de permitir ao utente monitorar a sua encomenda até ao destino e a superação dos seus quadros.

"As novas tecnologias são ferramentas que vieram para potenciar os Correios de Angola", referiu.

Salientou que a Covid-19 trouxe grande desafio à instituição, pois facilitou o acréscimo de solicitações, tanto no país, quanto no estrangeiro.

Conforme o responsável, recebem encomendas de todo o mundo, mas com a Covid-19 o ponto fulcral é Portugal, por ser a única fronteira aberta ao tráfego.

A nível nacional, disse, continuam a levar as encomendas e correspondência através da TAAG, parceiros rodoviários e a sua frota.

Os Correios de Angola, por fornecerem um serviço universal, fazem parte de uma cooperativa de 190 correios estatais incumbentes para que se possa enviar e recepcionar as encomendas postais.

Angola foi a primeira colónia portuguesa a emitir selos postais, com uma série de seis, que entraram em circulação no dia 1 de Julho de 1870.

Na nova era, o primeiro selo do país serviu para assinalar o ano da Independência Nacional, com uma estampilha postal que entrou em circulação no dia 11 de Novembro de 1975.

Segundo o director comercial dos Correios de Angola, Francisco Van-Dúnem, que falava nesta segunda-feira, a propósito do Dia Nacional dos Correios e Telégrafos de Angola (07 de Dezembro), já há projectos em curso, no país, para fazer crescer o número de estações.

A União Postal Universal (UPU) estima que os países devem ter uma estação para cada 600 mil habitantes, número muito acima das capacidades de Angola.

Para contrapor o défice, Francisco Van-Dúnem explicou que as autoridades do sector vão apostar em estações contentorizadas, por serem menos onerosas.

Em declarações à Rádio LAC, manifestou a aposta em serviços que possam, cada vez mais, satisfazer os clientes, aliando os seus serviços às novas tecnologias, a fim de permitir ao utente monitorar a sua encomenda até ao destino e a superação dos seus quadros.

"As novas tecnologias são ferramentas que vieram para potenciar os Correios de Angola", referiu.

Salientou que a Covid-19 trouxe grande desafio à instituição, pois facilitou o acréscimo de solicitações, tanto no país, quanto no estrangeiro.

Conforme o responsável, recebem encomendas de todo o mundo, mas com a Covid-19 o ponto fulcral é Portugal, por ser a única fronteira aberta ao tráfego.

A nível nacional, disse, continuam a levar as encomendas e correspondência através da TAAG, parceiros rodoviários e a sua frota.

Os Correios de Angola, por fornecerem um serviço universal, fazem parte de uma cooperativa de 190 correios estatais incumbentes para que se possa enviar e recepcionar as encomendas postais.

Angola foi a primeira colónia portuguesa a emitir selos postais, com uma série de seis, que entraram em circulação no dia 1 de Julho de 1870.

Na nova era, o primeiro selo do país serviu para assinalar o ano da Independência Nacional, com uma estampilha postal que entrou em circulação no dia 11 de Novembro de 1975.