Angola tem sinal de telecomunicações nas 18 províncias

  • Edifício da Angola Telecom
Luanda - O sinal de telecomunicações em Angola tem cobertura de 100% em todas as capitais das 18 províncias do país e tende a expandir-se, afirmou, hoje, em Luanda, o director nacional das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Matias Manuel da Silva Borges.

Em entrevista, a propósito do Dia Internacional das Telecomunicações e Sociedade de Informação, que se assinala nesta segunda-feira (17 de Maio), sublinhou que essas localidades dispõem dos Serviços de Voz (fixa e móvel), de Dados ou Internet e de Televisão (Satélite e Cabo).

Sobre a qualidade do mesmo, disse à ANGOP que “a qualidade e cobertura de sinal são indicadores que diferem bastante entre si, todavia a nível dos países da SADC, podemos dizer que estamos acima da média, no entanto estamos enquadrados”.

O director nacional das Telecomunicações e Tecnologias de Informação explicou, entretanto, que os serviços prestados em Angola são maioritariamente digitais, faltando tão-somente a transição da Teledifusão analógica para Digital.

Para se atingir o sistema digital, por completo, adiantou: “as tecnologias de informação e comunicação são emergentes e bastante complexas, porquanto, as iniciativas e os programas estabelecidas no Livro Branco das TICs, poderão levar Angola a atingir a completude nos sistemas digitais”.

Infra-estruturas

Em relação às infra-estruturas de Telecomunicações, o responsável explicou que Angola conta com terrestres, constituídas por cabos de fibra óptica nas redes de transportes, e complementada com a rede de transporte em Micro ondas.

A nível intercontinental, prosseguiu o director nacional, o país conta com os cabos SAT-3, WACS, SACS e MONET, que interligam Angola Brasil e as Américas respectivamente.

No concernente à infra-estruturas de Satélites, destacou a INFRASAT, uma Intuição vocacionada à prestação de serviços por Satélites e apoio a todas as empresas de comunicações e outros players do mercado angolano, como a MS Telecom que também fornece serviços de satélites.

“Porém, está em construção o satélite Angolano ANGOSAT – 2, moderno e com maior capacidade para suportar serviços de internet de banda larga, telefonia e televisão digital”, lembrou Matias Manuel da Silva Borges.

Precisou que todas as Infra-estruturas ópticas cobrem as capitais províncias e algumas outras cidades, e que as comunas acedem os serviços de comunicações por via de VSAT e Microondas que asseguram também as instituições públicas e privadas, e ao “Liga-Liga” para as populações em zonas rurais.

O gestor referiu que os operadores de telecomunicações públicos e privados são os maiores utilizadores das infra-estruturas, uma vez que são estes que detêm as infra-estruturas capaz de escoar todo tráfego e distribuir para as populações e para as empresas, assim como as grandes empresas do sector petrolífero.

Justificou que a o serviço de partilha de infra-estrutura é regulamentado através do Decreto presidencial n.º 166/14, de 10 de Julho que aprova o Regulamento de Partilha de Infra-Estrutura de Comunicações Electrónicas.

“Os serviços decorrem na sua normalidade entre operadores de telecomunicações. Ainda assim, o sector está a trabalhar num novo regulamento, por formas a tornar este instrumento de regulação mais consistente e actuante”, sublinhou.

Equipamentos e frequências

Relativamente a este assunto, o director nacional das Telecomunicações e Tecnologias de Informação informou que Angola usa o equipamento BTS, constituído por 1 BBU com placas do tipo UBBP e UMPT que é a unidade de processamento de Banda Base.

Referiu-se igualmente à RRU (Remote Radio Unit), responsável pela convenção de ondas electromagnéticas para sinal de rádio que posteriormente é encaminhado a unidade de Banda Base, bem como a antenas, transmissores e receptores de onda electromagnéticas.

Quanto a frequências, o interlocutor salientou que as faixas de frequência utilizadas são desde 900 MHZ, 1800MHZ até 2100MHZ.

Neste ano em que o sector comemora internacionalmente 156 anos de existência, o gestor público aponta como desafios das autoridades nacionais, exactamente a melhoria das infra-estruturas, mormente a Estratégia Nacional de Banda Larga e o lançamento em órbita do ANGOSAT-2.

Noutro sentido, adiantou que os constrangimentos actuais do sector são questões de ordens financeiras, para a concretização de vários projectos no domínio das infra-estruturas, tendo em conta que Angola ainda não dispõe dos serviços de televisão digital de forma efectiva.

“O conceito de telecomunicação abarca todas as formas de comunicação à distância, quer seja satélites, redes telefónicas, televisivas, emissoras de rádio. Como se sabe, a palavra inclui o prefixo grego Tele, que significa distância ou longe”, concluiu Matias Manuel da Silva Borges.

Reza a história que foi a 17 de Maio de 1865 que se criou a União Telegráfica Internacional e se assinou a primeira Convenção Telegráfica Internacional. A partir de 1932, a entidade passou a chamar-se União Internacional das Telecomunicações – UIT.

 

Em entrevista, a propósito do Dia Internacional das Telecomunicações e Sociedade de Informação, que se assinala nesta segunda-feira (17 de Maio), sublinhou que essas localidades dispõem dos Serviços de Voz (fixa e móvel), de Dados ou Internet e de Televisão (Satélite e Cabo).

Sobre a qualidade do mesmo, disse à ANGOP que “a qualidade e cobertura de sinal são indicadores que diferem bastante entre si, todavia a nível dos países da SADC, podemos dizer que estamos acima da média, no entanto estamos enquadrados”.

O director nacional das Telecomunicações e Tecnologias de Informação explicou, entretanto, que os serviços prestados em Angola são maioritariamente digitais, faltando tão-somente a transição da Teledifusão analógica para Digital.

Para se atingir o sistema digital, por completo, adiantou: “as tecnologias de informação e comunicação são emergentes e bastante complexas, porquanto, as iniciativas e os programas estabelecidas no Livro Branco das TICs, poderão levar Angola a atingir a completude nos sistemas digitais”.

Infra-estruturas

Em relação às infra-estruturas de Telecomunicações, o responsável explicou que Angola conta com terrestres, constituídas por cabos de fibra óptica nas redes de transportes, e complementada com a rede de transporte em Micro ondas.

A nível intercontinental, prosseguiu o director nacional, o país conta com os cabos SAT-3, WACS, SACS e MONET, que interligam Angola Brasil e as Américas respectivamente.

No concernente à infra-estruturas de Satélites, destacou a INFRASAT, uma Intuição vocacionada à prestação de serviços por Satélites e apoio a todas as empresas de comunicações e outros players do mercado angolano, como a MS Telecom que também fornece serviços de satélites.

“Porém, está em construção o satélite Angolano ANGOSAT – 2, moderno e com maior capacidade para suportar serviços de internet de banda larga, telefonia e televisão digital”, lembrou Matias Manuel da Silva Borges.

Precisou que todas as Infra-estruturas ópticas cobrem as capitais províncias e algumas outras cidades, e que as comunas acedem os serviços de comunicações por via de VSAT e Microondas que asseguram também as instituições públicas e privadas, e ao “Liga-Liga” para as populações em zonas rurais.

O gestor referiu que os operadores de telecomunicações públicos e privados são os maiores utilizadores das infra-estruturas, uma vez que são estes que detêm as infra-estruturas capaz de escoar todo tráfego e distribuir para as populações e para as empresas, assim como as grandes empresas do sector petrolífero.

Justificou que a o serviço de partilha de infra-estrutura é regulamentado através do Decreto presidencial n.º 166/14, de 10 de Julho que aprova o Regulamento de Partilha de Infra-Estrutura de Comunicações Electrónicas.

“Os serviços decorrem na sua normalidade entre operadores de telecomunicações. Ainda assim, o sector está a trabalhar num novo regulamento, por formas a tornar este instrumento de regulação mais consistente e actuante”, sublinhou.

Equipamentos e frequências

Relativamente a este assunto, o director nacional das Telecomunicações e Tecnologias de Informação informou que Angola usa o equipamento BTS, constituído por 1 BBU com placas do tipo UBBP e UMPT que é a unidade de processamento de Banda Base.

Referiu-se igualmente à RRU (Remote Radio Unit), responsável pela convenção de ondas electromagnéticas para sinal de rádio que posteriormente é encaminhado a unidade de Banda Base, bem como a antenas, transmissores e receptores de onda electromagnéticas.

Quanto a frequências, o interlocutor salientou que as faixas de frequência utilizadas são desde 900 MHZ, 1800MHZ até 2100MHZ.

Neste ano em que o sector comemora internacionalmente 156 anos de existência, o gestor público aponta como desafios das autoridades nacionais, exactamente a melhoria das infra-estruturas, mormente a Estratégia Nacional de Banda Larga e o lançamento em órbita do ANGOSAT-2.

Noutro sentido, adiantou que os constrangimentos actuais do sector são questões de ordens financeiras, para a concretização de vários projectos no domínio das infra-estruturas, tendo em conta que Angola ainda não dispõe dos serviços de televisão digital de forma efectiva.

“O conceito de telecomunicação abarca todas as formas de comunicação à distância, quer seja satélites, redes telefónicas, televisivas, emissoras de rádio. Como se sabe, a palavra inclui o prefixo grego Tele, que significa distância ou longe”, concluiu Matias Manuel da Silva Borges.

Reza a história que foi a 17 de Maio de 1865 que se criou a União Telegráfica Internacional e se assinou a primeira Convenção Telegráfica Internacional. A partir de 1932, a entidade passou a chamar-se União Internacional das Telecomunicações – UIT.