Estudantes criam mercado digital para “zungueiros”

  • Jovens informáticos do projecto "Tecnobusness"
Lubango - Um aplicativo Web/Mobile denominado “Kitanda”, consubstanciado num mercado digital para vendedores ambulantes foi desenvolvido por um grupo de estudantes da Huíla.

Também chamado “Zunga no Kubico”, o aplicativo em fase de ajustes, já tem criado desde a última sexta-feira o seu protótipo designer em HTML (linguagem de marcação padrão para páginas Web).

A invenção foi feita durante um concurso, na segunda Conferência Anual de Tecnologia e Negócios designada Tecnobusiness, evento promovido pela empresa Tecno Base.  

A iniciativa está a ser trabalhada por sete estudantes, seis dos quais do curso de designer de comunicação visual e uma do de construção civil, contando com a parceria da Tecno Base no auxílio de programação do software.

Prevê-se que esteja operacional num período de três meses, com a possibilidade de estar disponível no mercado nacional em 2022.

O responsável para a área de designer do projecto, Zinedine da Silva, afirmou hoje, segunda-feira à ANGOP tratar-se de uma iniciativa para facilitar os “zungueiros” a evitar que façam a sua actividade em locais inapropriados.

“A ideia é que as vendas no mercado livre passam a ser geridas dentro do website, onde o vendedor ambulante ao invés de ir à rua, fica em casa e o cliente quando precisar comprar, entra no sistema e encontra a sua localização”, explicou.

Segundo a fonte, o zungueiro precisa ter o cadastro na página com todo o produto que tem em stock e o cliente ao consultar o encontra.

Sobre o fraco domínio das tecnologias de informação por parte dos visados, o estudante realçou ser um desafio em que pretendem contar com o apoio o governo.

Os estudantes são dos institutos superiores politécnicos da Huíla e da Tundavala. Ambos integram a empresa Freelancer Business fundada por eles há mais de um ano, com o objectivo de elaborar e fazer acompanhamento de trabalhos arquitectónicos.

Também chamado “Zunga no Kubico”, o aplicativo em fase de ajustes, já tem criado desde a última sexta-feira o seu protótipo designer em HTML (linguagem de marcação padrão para páginas Web).

A invenção foi feita durante um concurso, na segunda Conferência Anual de Tecnologia e Negócios designada Tecnobusiness, evento promovido pela empresa Tecno Base.  

A iniciativa está a ser trabalhada por sete estudantes, seis dos quais do curso de designer de comunicação visual e uma do de construção civil, contando com a parceria da Tecno Base no auxílio de programação do software.

Prevê-se que esteja operacional num período de três meses, com a possibilidade de estar disponível no mercado nacional em 2022.

O responsável para a área de designer do projecto, Zinedine da Silva, afirmou hoje, segunda-feira à ANGOP tratar-se de uma iniciativa para facilitar os “zungueiros” a evitar que façam a sua actividade em locais inapropriados.

“A ideia é que as vendas no mercado livre passam a ser geridas dentro do website, onde o vendedor ambulante ao invés de ir à rua, fica em casa e o cliente quando precisar comprar, entra no sistema e encontra a sua localização”, explicou.

Segundo a fonte, o zungueiro precisa ter o cadastro na página com todo o produto que tem em stock e o cliente ao consultar o encontra.

Sobre o fraco domínio das tecnologias de informação por parte dos visados, o estudante realçou ser um desafio em que pretendem contar com o apoio o governo.

Os estudantes são dos institutos superiores politécnicos da Huíla e da Tundavala. Ambos integram a empresa Freelancer Business fundada por eles há mais de um ano, com o objectivo de elaborar e fazer acompanhamento de trabalhos arquitectónicos.