Ligação por fibra óptica insere Angola na rede única africana

  • Torres de telecomunicação com antenas de comunicação
Luanda – A ligação por fibra óptica terrestre entre as províncias do Zaire e de Cabinda, atravessando a República Democrática do Congo (RDC), permitiu a inserção de Angola na Rede Única Africana, afirmou, hoje, em Luanda, o Presidente João Lourenço.

Segundo o Chefe de Estado angolano, a transformação digital no país sofreu mudanças, inseridas no Livro Branco das Telecomunicações 2018-2022, plasmado no Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN – 2017/2022).

Adiantou que o processo permitiu efectivamente concretizar a ligação por fibra óptica terrestre entre as províncias do Zaire e Cabinda, atravessando a República Democrática do Congo (RDC), nas cidades de Matadi e Boma, numa extensão de 800 quilómetros.

“Esta extensão junta-se aos mais de 22 mil quilómetros já implantados, passando a província de Cabinda a estar ligada à Rede Nacional de Fibra Óptica por via terrestre e que possibilitou Angola ser inserida na Rede Única Africana”, destacou.     

Segundo o Presidente João Lourenço, no período em análise, o país alcançou a cifra de mais 14 milhões de assinantes de telefonia móvel, mais de sete milhões de utilizadores de internet e mais de dois milhões de subscritores de televisão por assinatura.

Referiu-se ainda ao concurso internacional para operar a rede nacional de fibra óptica da Angola Telecom, para permitir maior e melhor aproveitamento de toda infra-estrutura de transmissão, com particular destaque para a recuperação da ligação da fibra óptica nacional submarina.

Por outro lado, disse João Lourenço, estão em curso os trabalhos com vista a operacionalização do quarto Título Global Unificado, recentemente atribuído à empresa vencedora, por via de um concurso público internacional.

O Presidente da República entende que isso vai contribuir para um rápido crescimento da oferta de serviços de telemóveis, maior competição no mercado e melhoria na qualidade dos serviços prestados à população e aumento da cobertura nacional.

No seguimento da modernização das infra-estruturas de telecomunicações e de suporte aos mais variados serviços, sublinhou o Chefe de Estado, está em desenvolvimento um projecto que culminará com a implementação da televisão digital terrestre.

Conforme João Lourenço, esse desiderato constituirá um marco na vida das populações pela qualidade do serviço de Televisão, Rádio e de alertas que o mesmo proporcionará aos seus utilizadores.

“Este processo encontra-se em fase experimental, com serviços já instalados, em Luanda, em mais de 300 residências, os conversores analógicos digitais (…)”, sintetizou o Presidente da República, durante o seu discurso à Nação.

Segundo o Chefe de Estado angolano, a transformação digital no país sofreu mudanças, inseridas no Livro Branco das Telecomunicações 2018-2022, plasmado no Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN – 2017/2022).

Adiantou que o processo permitiu efectivamente concretizar a ligação por fibra óptica terrestre entre as províncias do Zaire e Cabinda, atravessando a República Democrática do Congo (RDC), nas cidades de Matadi e Boma, numa extensão de 800 quilómetros.

“Esta extensão junta-se aos mais de 22 mil quilómetros já implantados, passando a província de Cabinda a estar ligada à Rede Nacional de Fibra Óptica por via terrestre e que possibilitou Angola ser inserida na Rede Única Africana”, destacou.     

Segundo o Presidente João Lourenço, no período em análise, o país alcançou a cifra de mais 14 milhões de assinantes de telefonia móvel, mais de sete milhões de utilizadores de internet e mais de dois milhões de subscritores de televisão por assinatura.

Referiu-se ainda ao concurso internacional para operar a rede nacional de fibra óptica da Angola Telecom, para permitir maior e melhor aproveitamento de toda infra-estrutura de transmissão, com particular destaque para a recuperação da ligação da fibra óptica nacional submarina.

Por outro lado, disse João Lourenço, estão em curso os trabalhos com vista a operacionalização do quarto Título Global Unificado, recentemente atribuído à empresa vencedora, por via de um concurso público internacional.

O Presidente da República entende que isso vai contribuir para um rápido crescimento da oferta de serviços de telemóveis, maior competição no mercado e melhoria na qualidade dos serviços prestados à população e aumento da cobertura nacional.

No seguimento da modernização das infra-estruturas de telecomunicações e de suporte aos mais variados serviços, sublinhou o Chefe de Estado, está em desenvolvimento um projecto que culminará com a implementação da televisão digital terrestre.

Conforme João Lourenço, esse desiderato constituirá um marco na vida das populações pela qualidade do serviço de Televisão, Rádio e de alertas que o mesmo proporcionará aos seus utilizadores.

“Este processo encontra-se em fase experimental, com serviços já instalados, em Luanda, em mais de 300 residências, os conversores analógicos digitais (…)”, sintetizou o Presidente da República, durante o seu discurso à Nação.