Tecnologia espacial garante agricultura de precisão para o país

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Luanda - O director geral do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), Zolana João, disse hoje que a tecnologia espacial traz benefícios directos à sociedade, como uma agricultura de precisão, gestão de recursos hídricos e mais saúde com a telemedicina.

Zolana João falou dos benefícios desta área, que considerou tão importante para a sociedade actual, num dia que se assinala o “Dia Mundial da Aviação e Cosmonáutica”, instituído pela Federação Internacional da Aviação (12 de Abril), data em que Yuri Gagarin realizou, em 1961, o primeiro voo espacial, durante 108 minutos.

Para si, o impacto directo das tecnologias espaciais na vida das pessoas e desenvolvimento das sociedades, os satélites de comunicação, observação e monitoramento climático surgem no topo desta lista.

Assim sendo, a escolha das primeiras peças para a criação de uma indústria espacial nacional, se revelam como as mais assertivas, na medida em que vão permitir realizar agricultura de precisão com imagens de satélite, gestão da água e prevenção de inundações, telemedicina e muito mais.

De acordo com o director geral do GGPEN, a massificação do sector espacial em Angola tem sido impulsionada através das actividades enquadradas no projecto ANGOSAT, que no âmbito da Estratégia Espacial Nacional 2016 -2025, se enquadra no eixo referente à construção das infra-estruturas para a disponibilização de serviços de comunicações electrónicas.

Com o projecto ANGOSAT, em sete anos o país obteve ganhos como a construção de um Centro de Controlo e Missão de Satélites na Funda, que permite operar simultaneamente até três satélites, e a formação, capacitação e certificação pela agência espacial russa de cerca de 47 engenheiros angolanos, para operação e controlo de satélites em órbita.

No geral, disse, mais de 100 técnicos formados no âmbito da parceria estabelecida entre o GGPEN e as instituições de ensino superior de Angola, sendo que, neste domínio foi possível construir e lançar o primeiro pequeno satélite feito por especialistas angolanos para fins didácticos e a instalação da plataforma “Opengeolab”, que visa assegurar a capacitação dos quadros nacionais em matéria de aquisição, processamento e distribuição de imagens de satélite de observação da Terra, actualmente, o GGPEN possuiu uma equipa que continua a acompanhar a implementação do projecto ANGOSAT.

No plano internacional, acrescentou, volvidos mais de meio século desde a chegada do homem à superfície da lua, os desafios da exploração especial continuam e são cada vez mais actuais, com desafios como a realização de voos comerciais para a Lua -  Turismo espacial.

Há ainda, de acordo com o director, a tentativa de “Colonização de Marte” - encontrar e criar habitats artificiais no espaço e noutros planetas para apoiar uma qualidade de vida humana razoável, a remoção do lixo espacial (Space debris) e baixar o custo das missões espaciais para permitir o acesso ao espaço a um número maior de países.

“Neste dia de reflexões, o país continua a perseguir o desafio para disponibilizar os benefícios do investimento feito na tecnologia espacial, bem como continuar a materializar os eixos definidos na estratégia espacial nacional”, disse.

“O voo de Yuri Gagarin teve efeito bastante impacto no desenvolvimento da aeronáutica, mas sobretudo deu origem a uma nova era na descoberta do espaço e abriu a porta para o sector espacial, cujo valor para o desenvolvimento das sociedades e impacto directo na vida das pessoas é enorme”, acrescentou o director.

Os serviços resultantes da exploração do espaço, explicou, tiveram grande impacto no desenvolvimento da aeronáutica, podendo-se destacar o GPS, que permitiu o aprimoramento do método da navegação aérea.

Em Angola, acrescentou, é reconhecida a importância desta data, bastando para tal observar-se a homenagem feita ao Cosmonauta Yuri Gargarine, que durante décadas deu nome ao Aeroporto Internacional do Namibe (actualmente chamado Welwitschia Mirabilis). No entanto, os primeiros registos de actividade de aviação em Angola datam de 1917/1918 com uma esquadrilha expedicionária da aviação militar portuguesa.

Em 1938, o Governo Geral de Angola (sendo General Lopes Mateus, o Governador Geral) cria a primeira empresa de transportes aéreos (DTA), sendo que em 1973 a DTA transforma-se em empresa de capital misto e passa a designar-se TAAG, nome que se mantém até aos dias de hoje.

A exploração do espaço, como qualquer outra exploração feita pela humanidade, deu à sociedade uma nova perspectiva de si própria e do Universo.

A data hoje comemorada marca o apogeu da corrida espacial, que levou os Estados Unidos da América, URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) e vários países da Europa Ocidental e Oriental a investirem biliões de dólares na criação e desenvolvimento das indústrias espaciais.

O impacto desses investimentos governamentais, nestas regiões do globo consubstancia-se na melhoria das condições de vida das populações, com maior relevância para os satélites de comunicação, observação da terra e geo-posicionamento, desenvolvimento científico, tecnológico e crescimento económico.

Zolana João falou dos benefícios desta área, que considerou tão importante para a sociedade actual, num dia que se assinala o “Dia Mundial da Aviação e Cosmonáutica”, instituído pela Federação Internacional da Aviação (12 de Abril), data em que Yuri Gagarin realizou, em 1961, o primeiro voo espacial, durante 108 minutos.

Para si, o impacto directo das tecnologias espaciais na vida das pessoas e desenvolvimento das sociedades, os satélites de comunicação, observação e monitoramento climático surgem no topo desta lista.

Assim sendo, a escolha das primeiras peças para a criação de uma indústria espacial nacional, se revelam como as mais assertivas, na medida em que vão permitir realizar agricultura de precisão com imagens de satélite, gestão da água e prevenção de inundações, telemedicina e muito mais.

De acordo com o director geral do GGPEN, a massificação do sector espacial em Angola tem sido impulsionada através das actividades enquadradas no projecto ANGOSAT, que no âmbito da Estratégia Espacial Nacional 2016 -2025, se enquadra no eixo referente à construção das infra-estruturas para a disponibilização de serviços de comunicações electrónicas.

Com o projecto ANGOSAT, em sete anos o país obteve ganhos como a construção de um Centro de Controlo e Missão de Satélites na Funda, que permite operar simultaneamente até três satélites, e a formação, capacitação e certificação pela agência espacial russa de cerca de 47 engenheiros angolanos, para operação e controlo de satélites em órbita.

No geral, disse, mais de 100 técnicos formados no âmbito da parceria estabelecida entre o GGPEN e as instituições de ensino superior de Angola, sendo que, neste domínio foi possível construir e lançar o primeiro pequeno satélite feito por especialistas angolanos para fins didácticos e a instalação da plataforma “Opengeolab”, que visa assegurar a capacitação dos quadros nacionais em matéria de aquisição, processamento e distribuição de imagens de satélite de observação da Terra, actualmente, o GGPEN possuiu uma equipa que continua a acompanhar a implementação do projecto ANGOSAT.

No plano internacional, acrescentou, volvidos mais de meio século desde a chegada do homem à superfície da lua, os desafios da exploração especial continuam e são cada vez mais actuais, com desafios como a realização de voos comerciais para a Lua -  Turismo espacial.

Há ainda, de acordo com o director, a tentativa de “Colonização de Marte” - encontrar e criar habitats artificiais no espaço e noutros planetas para apoiar uma qualidade de vida humana razoável, a remoção do lixo espacial (Space debris) e baixar o custo das missões espaciais para permitir o acesso ao espaço a um número maior de países.

“Neste dia de reflexões, o país continua a perseguir o desafio para disponibilizar os benefícios do investimento feito na tecnologia espacial, bem como continuar a materializar os eixos definidos na estratégia espacial nacional”, disse.

“O voo de Yuri Gagarin teve efeito bastante impacto no desenvolvimento da aeronáutica, mas sobretudo deu origem a uma nova era na descoberta do espaço e abriu a porta para o sector espacial, cujo valor para o desenvolvimento das sociedades e impacto directo na vida das pessoas é enorme”, acrescentou o director.

Os serviços resultantes da exploração do espaço, explicou, tiveram grande impacto no desenvolvimento da aeronáutica, podendo-se destacar o GPS, que permitiu o aprimoramento do método da navegação aérea.

Em Angola, acrescentou, é reconhecida a importância desta data, bastando para tal observar-se a homenagem feita ao Cosmonauta Yuri Gargarine, que durante décadas deu nome ao Aeroporto Internacional do Namibe (actualmente chamado Welwitschia Mirabilis). No entanto, os primeiros registos de actividade de aviação em Angola datam de 1917/1918 com uma esquadrilha expedicionária da aviação militar portuguesa.

Em 1938, o Governo Geral de Angola (sendo General Lopes Mateus, o Governador Geral) cria a primeira empresa de transportes aéreos (DTA), sendo que em 1973 a DTA transforma-se em empresa de capital misto e passa a designar-se TAAG, nome que se mantém até aos dias de hoje.

A exploração do espaço, como qualquer outra exploração feita pela humanidade, deu à sociedade uma nova perspectiva de si própria e do Universo.

A data hoje comemorada marca o apogeu da corrida espacial, que levou os Estados Unidos da América, URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) e vários países da Europa Ocidental e Oriental a investirem biliões de dólares na criação e desenvolvimento das indústrias espaciais.

O impacto desses investimentos governamentais, nestas regiões do globo consubstancia-se na melhoria das condições de vida das populações, com maior relevância para os satélites de comunicação, observação da terra e geo-posicionamento, desenvolvimento científico, tecnológico e crescimento económico.